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Artigos - 07/03/2009 - 07h34

Tabatinga




Por Hiram Reis e Silva (*)

“Há mais pessoas que desistem do que pessoas que fracassam”. (Henry Ford)

- Tabatinga (27 de Novembro)

Em Tabatinga as experiências são novas, a cidade, as pessoas, são páginas em branco prontas para serem formatadas. Chegamos a Tabatinga por volta das 13:00h, hora local. Alem dos celulares não funcionarem, não havia nenhuma viatura militar nos esperando. Tentei, pelo telefone público, ligar para a Polícia Militar, pelo 190, sem sucesso. Contatei um senhor que ali se encontrava para verificar o que poderia fazer para entrar em contato com o exército e ele prontamente se ofereceu para nos levar, no seu táxi, até o Comando de Fronteira do Solimões (CFSol). No deslocamento fiquei sabendo que se tratava do prefeito reeleito de Santo Antonio do Içá senhor Antunes. O prefeito disse que já tinha conhecimento do projeto e afirmou que nos apoiaria integralmente quando chegássemos à sua cidade. O revés sofrido na chegada a Tabatinga foi mais que suprido com mais esta garantia de pousada e alimentação por conta da prefeitura. O Tenente Coronel Élcio, comandante do aquartelamento ficou bastante irritado com a falha do seu pessoal de relações públicas. Fomos instalados no Hotel de Transito, as instalações eram simples, mas bastante confortáveis e higiênicas.

À tarde fizemos contato com o administrador geral da Funai, senhor Davi Félix Cecílio dar-lhe ciência de nossa passagem por algumas aldeias ao longo do caminho e pedindo sua autorização para pernoitar nelas. Entreguei a ele um ofício elaborado pela seção de relações públicas do CFSol que ele encaminhou às comunidades informando do nosso intuito. O Davi foi muito atencioso e identificou um erro de localização da Comunidade em que iríamos parar no mapa número 03, tiramos fotos com o simpático administrador e nos dirigimos ao comando da Polícia Militar. O seu comandante Coronel Evandro Silva Albuquerque se prontificou a apoiar-nos e indicou a localização de seus destacamentos.

Retornando ao Hotel de Transito encontramos o Major Gerhardt que havia servido conosco, anos atrás, no Colégio Militar de Porto Alegre. Combinamos nos encontrarmos, à noite, num barzinho chamado ‘Palhoça’ para relembrar os velhos tempos. O pessoal das relações públicas nos deu carona até Letícia, na Colômbia. O movimento de motos nas duas cidades é impressionante, no retorno demos uma passada no Hospital Militar para ver se o Gerhardt tinha conseguido algumas vitaminas para os despreocupados companheiros de jornada. Infelizmente o estoque era mínimo e não pode nos atender.

A grande indignação da população local era em relação a uma recente reportagem sensacionalista vinculada pela grande mídia que havia caracterizado Tabatinga como uma cidade de marginais e sem lei. Não observei nenhuma diferença, no que tange à violência, das demais cidades brasileiras.

- Tabatinga (28 de Novembro)

À tarde fomos até as instalações da Portobras e o senhor José, vigia, autorizou nossa entrada. Observamos as embarcações da marinha e algumas voadeiras (lanchas) do CFSol em operação no rio. Tiramos algumas fotos com o pessoal da Vivo e ficamos fazendo ‘hora’ até chegar o momento da entrevista na UEA.

Às 17:00h chegamos à UEA para uma reunião com o gestor senhor Roberto Faria (Duda) e o Sub-Oficial da Marinha do Brasil Sub-Oficial Clementino. O Clementino me indicou uma série de contatos com os quais poderia contar ao longo do caminho alem de retificar, também, algumas localizações e nomes de localidades nos meus mapas. Ele deu a sugestão de que pernoitássemos no posto da Polícia Federal em vez de fazê-lo em Belém do Solimões. O Clementino nos convidou para um almoço na sua residência no sábado (29).

A noite resolvemos jantar em Letícia, caia uma chuva torrencial, e durante uma breve estiagem meus afoitos companheiros acompanhados do Major Gerhardt resolveram ir a pé embora São Pedro desse visíveis sinais de que a chuva continuaria. Tivemos de parar no meio do caminho, pois a chuva voltara com mais intensidade ainda e para completar faltou luz em todo lado brasileiro da fronteira. Estávamos abrigados tentando conseguir um transporte quando se apresentou um menino dizendo que por um real ele conseguia um táxi. Concordei com a proposta e depois de algum tempo apareceu um táxi que parecia ter saído do ferro velho, uma legítima camicleta, caindo aos pedaços, sem forro nas portas e a porta do lado do co-piloto presa com arame. O motorista tinha uma aparência que combinava com seu carro.

O restaurante ‘Tierras Amazonicas’ é um restaurante exótico, de muito bom gosto. A Fabiola perguntou, ao garçom, o que eles tinham de mais típico para se jantar e o rapaz bem-humorado lhe trouxe um gordo e reluzente tapurú vivo que ficou passeando pela mesa. Logicamente ela recusou e resolveu dar uma olhada mais cuidadosa no cardápio.

- Tabatinga (29 de Novembro)

Hoje de manhã retornamos à Vivo para entregar algumas foto que eu havia tirado para serem usadas como propaganda. O objetivo do Romeu, com isso, era conseguir uma assinatura gratuita da Vivo. Concedemos uma entrevista para a radialista Lana da rádio Meso e depois fomos entrevistar o Tenente Coronel Élcio.

Ao meio dia, em ponto, o Clementino veio nos pegar para o almoço em sua residência como tinha agendado. A dupla não se encontrava no Hotel na hora combinada e eu fui sozinho para a residência do Clementino que já estava preparando um enorme tambaqui assado. Encontrei o Roberto Faria (Duda) diretor da Universidade, e conhecemos alguns amigos como o professor Sebastião Rocha de Sousa da UEA e o senhor Miguel, assessor do prefeito de Tabatinga. Durante o almoço todos deram dicas importantes em relação aos contatos e locais onde parar e possíveis apoios. À noite fui até uma ‘Lan House’ em Letícia, aonde a velocidade da internet era consideravelmente mais rápida, para enviar os arquivos e jantar.

- Entrevista com o Tenente Coronel Antonio Élcio Franco Filho

Vou reproduzir, na íntegra, a entrevista do coronel Élcio procurando mostrar o trabalho hercúleo desempenhado pelos nossos valorosos guerreiros de selva nos confins da Amazônia Brasileira.

 “Sou o Tenente Coronel de Infantaria Antonio Élcio Franco Filho, meu nome de guerra é Élcio, sou da turma de 1986 da Academia Militar das Agulhas Negras, AMAN, nasci na cidade de Alvinópolis, estado de Minas Gerais, casado tenho dois filhos adolescentes. Vim para Tabatinga comandar o CFSol, 8º Batalhão de Infantaria de Selva, 8º BIS, organização militar da 16ª Brigada de Infantaria de Selva, 16ª Bda Inf Sl, como um sonho de carreira militar. Vim com a minha família para cá, eu tinha 70 organizações militares para comandar e essa foi a minha primeira opção.

No decorrer da minha carreira eu realizei o Cursos Básico e Avançado de Montanhismo, Curso Básico Pára-quedista, Estágio de Mestre de Salto Básico e Estágio de Mestre de Salto Livre, Curso de Ações de Comando, Curso de Forças Especiais e o Curso de Operações na Selva. Servi no 11º Batalhão de Infantaria de Montanha assim que me formei, de lá fui para a Brigada Pára-Quedista, Batalhão de Forças Especiais, Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais, 2º Batalhão de Infantaria de Selva, em Belém, minha primeira unidade no Comando Militar da Amazônia. Eu já tinha vindo, à Amazônia, em operações quando estava servindo no Batalhão de Forças Especiais.

Fui, então, designado, pelo exército, para uma missão de Paz das NU em Angola onde eu passei um ano. De Angola eu fui para a Seção de Instrução Especial, SIEsp, da AMAN, onde eu fiquei três anos e meio. Retornei ao Batalhão de Forças Especiais e depois para a Escola de Comando e Estado Maior, ECEME. Após a ECEME, como integrante do Estado Maior, fui um dos pioneiros na implantação na Brigada de Operações Especiais, em Goiânia, onde fiquei por dois anos retornando à SIEsp, na AMAN, como instrutor chefe e estou agora completando meu primeiro ano de comando no CFSol, 8º BIS.

A unidade é muito peculiar, somos uma unidade dual, diferente de outras unidades de infantaria, porque é um Comando de Fronteira e um Batalhão de Infantaria de Selva. Nós temos a missão de habitar e nos fazer presentes na região de fronteira auxiliando a população, de manter os quatro Pelotões Especiais de Fronteira, PEF, em Palmeira do Javari e Estirão do Equador, na fronteira com o Peru, à sudoeste de Tabatinga, e ao norte em Ipiranga e Vila Bitencourt, na fronteira com a Colômbia. Nós temos como missão, já que temos populações satélites que se estabeleceram ao redor destes pelotões, suprir, realizar evacuações médicas e realizar o rodízio de nossos efetivos e seus familiares periodicamente.

Em Tabatinga a peculiaridade da cidade é que ela se formou em decorrência da Colônia Militar de Tabatinga, criada em 1967. Era um pequeno povoado do município de Benjamim Constant e com a criação da Colônia Militar de Tabatinga a cidade foi crescendo e, em decorrência, também a vizinha Letícia que é capital do departamento do Amazonas, da Colômbia. Em 1982 houve a emancipação do município que hoje em dia tem cerca de 40.000 habitantes enquanto Benjamim Constant que foi o nosso criador tem cerca de 30.000 habitantes. O município cresceu no entorno do exército e tem essa consciência. Antigamente era Comando Especial de Fronteira e Batalhão Especial de Fronteira. O Hospital da Guarnição de Tabatinga é um Hospital do Exército e é ele que provê todo o apoio médico do município. É um grande trabalho que o exército executa aqui na Guarnição. Não há um hospital civil, o Hospital atende pelo SUS em convênio com o Estado do Amazonas com a descentralização de recursos e são os nossos médicos militares que dão todo esse apoio.

Nos PEF nós temos também um médico, um dentista e um farmacêutico que realizam o pronto atendimento e, eventualmente, um atendimento mais especializado ou, se necessário, nos orientando nas evacuações. Os elementos de saúde atendem não só o pessoal militar, mas também os seus familiares e a toda população civil que está posicionada ao redor dos pelotões. Esta é a parte do Comando de Fronteira.

Como Batalhão de Infantaria de Selva o BIS realiza anualmente a incorporação com todos os períodos de instrução do ano, instrução individual básica, de qualificação, cursos de formação de cabos e período de adestramento com operações. Nos também somos encarregados de realizar cursos de Formação de Sargento Temporário, Estágio de Adaptação e Serviço para Médicos, Dentistas, Farmacêuticos e Veterinários, EAS MDFV, que são os elementos de saúde convocados para prestar o serviço militar inicial e que vão mobiliar nossos PEF, nossa Unidade e nosso Hospital. Eles passam por aqui para fazer o estágio e recebem aquela tintura, aquela primeira formação militar antes de desempenharem suas atividades como militar. Participam também de operações militares no contexto do Comando Militar da Amazônia e de outras tarefas impostas pela Brigada ou de demandas da nossa região de fronteira.

Cabe ressaltar que o exército na região de fronteira, amparado no Decreto nr 3897 e das Leis Complementares nrs 97 e 117, tem poder de polícia na faixa de fronteira, que é a faixa que vai desde a linha de fronteira até 150 km para o interior do país. Graças ao poder de polícia ele pode, por iniciativa própria, ou em cooperação com a Polícia Federal, com a Receita Federal, com o Ibama, e com outros órgãos do estado promover ações a fim de coibir ilícitos trans-fronteiriços sejam eles ambientais, narcotráfico, tráfico de armas, munições, contrabando, descaminho, qualquer tipo de ilícito que ocorra. Temos ainda o transporte ilegal de madeira e a captura e transporte de animais silvestres. O exército atua em todas estas áreas na faixa de fronteira nos PEF e na cidade de Tabatinga, trabalhando em conjunto com esses órgãos.

No momento nós estamos realizando uma operação militar - Operação Curare, e estamos em contato estreito com a Polícia Federal, com o Ibama, com a Capitania Fluvial de Tabatinga e a com a Receita Federal. Essa operação visa, como já disse, coibir estes ilícitos trans-fronteiriços, estamos em pontos de principal afluxo de embarcações e de pessoas na cidade, próximos aos portos e acessos ao município. A ação visa coibir esses ilícitos e estamos aproveitando a oportunidade para desenvolver uma campanha educacional de segurança no transito, que estamos fazendo pela terceira vez, dessa vez com uma maior eficiência, já distribuímos 10.800 panfletos orientado sobre a obrigatoriedade do uso do capacete e equipamentos de proteção de uma maneira geral, como calçado fechado, viseira do capacete, uso da jugular, trafegar de farol aceso, no caso dos automóveis utilização o cinto de segurança, da obrigatoriedade da CNH, portar a documentação do carro legalizada junto ao Detran, Certificado de Licenciamento do Veículo. Acho que temos colhido significativos frutos.

Tabatinga é uma cidade que tem tido uma grande incidência de crimes e assassinatos principalmente por pessoas envolvidas com ilícitos e, felizmente, desde que iniciamos a operação, às 00:00 do sábado passado (22/11/2008), não ocorreu nenhum crime desta natureza, pelo menos que tenha chegado ao meu conhecimento até o momento. Acredito que a população tem entendido bem e acho que vamos colher frutos para que nós tenhamos um transito de paz, um transito de mais segurança no município. A cidade, inclusive, é conhecida, já saiu no Jornal e em outros órgãos de mídia, pelo desrespeito às leis de transito e pelo não uso do capacete. Eu acho que isso é muito ruim, a cidade tem de ser conhecida pelas suas virtudes e não pelos seus problemas. O uso do capacete, com certeza, vai refletir na segurança das pessoas. O Hospital não tem condições de realizar uma evacuação, de realizar determinados tratamentos, ele não tem recursos, para realizar uma evacuação para aqueles que sofrem traumatismo craniano, o aluguel de uma aeronave UTI custa mais de R$ 30.000,00 e para se realizar uma evacuação para Manaus o médico tem de ir junto. Em conseqüência do acidente a pessoa pode ficar debilitada e apresentar seqüelas para o resto da vida e, independentemente do custo e do médico ter de acompanhar, de haver internação depois fazer uma cirurgia muitos perdem a vida e a vida não tem preço. O problema, então, não é o ônus do aluguel da aeronave e sim a vida humana que nos queremos proteger.

Com relação a outras operações militares nós também participamos de um convenio com a polícia civil do estado do Amazonas da erradicação do plantio de coca na região entre Tabatinga e Palmeira do Javari. A posição estava a cerca de dez quilômetros do rio Javari para o interior que, significa, em termos de selva, um dia de marcha com a tropa considerando operações militares. Participamos também de um apoio à Funasa na vacinação e no tratamento de saúde indígena com os nossos meios fluviais. Foram empregadas voadeiras com motores de popa e embarcações maiores como o nosso empurrador com balsa e o ferry boat. Ficamos 53 dias navegando pelos rios do vale do Javari, nas terras indígenas, e nos afluentes provendo este apoio logístico de alimentação e de transporte para o atendimento às comunidades indígenas.

Para se ter uma idéia dos riscos que a região nos impõe, dos 24 tripulantes do ferry boat, contando com o cozinheiro, piloto, 21 pegaram malária nessa operação. Participamos também com a 16ª Bda Inf Sl de uma operação com o Ibama no rio Puruê de apreensão de balsas que estavam fazendo dragagem e garimpo ilegal de ouro, danificando o meio-ambiente e destruindo a natureza. No momento estamos realizando a Operação Curare. Realizamos, também, uma operação de garantia das eleições nos municípios de Tabatinga, Benjamin Constant, Atalaia do Norte e São Paulo de Olivença. Só para se ter uma idéia, Belém do Solimões que faz parte do município de Tabatinga fica a mais de 06:00h de voadeira de Tabatinga, nossas dimensões são muito grandes. O Batalhão tem uma responsabilidade de 1.632 km de fronteira e a nossa área de responsabilidade é de cerca de 230.000 km², quase o dobro do estado do Acre. É um trabalho, um desafio muito interessante, tem sido uma experiência muito enriquecedora para mim, para minha esposa e para os meus filhos.

Nós temos tentado da melhor maneira ajudar a população carente com ações cívico-sociais ajudando o pessoal necessitado não só de Tabatinga, mas também nas áreas dos PEF e com isso mostrando o lado da mão amiga do Exército na região. A banda de música é um excelente órgão de comunicação social a gente ajuda nas escolas nas cerimônias cívicas contando, inclusive, com os irmãos colombianos com quem temos um contato muito amistoso e de reciprocidade. Nós temos a brigada 26º que é a Brigada espelho da 16º Brigada, temos na frente de Ipiranga e na frente de Vila Bitencourt a cerca de meia hora de embarcação bases colombianas onde também há uma sadia integração. Próximo à Palmeira do Javari também a mesma coisa promovemos o melhor contato. A região da tríplice fronteira tem muitas peculiaridades muita coisa interessante e não apenas problemas. Tem sido uma experiência muito boa, gratificante, e eu consito àqueles que aceitam desafios e que tenham espírito empreendedor a virem conhecer esta região.

SELVA !”

- 30 de novembro de 2008

Com a chegada dos caiaques à Tabatinga me empenhei na instalação e teste do sensoriamento remoto no caiaque duplo e o carregamento do material no meu caiaque simples já que todo material coletivo, acampamento, saúde e eletrônicos estavam comigo.

Telefonei para o Irmão maçom Regadas da Skysulbra em Porto Alegre

e ele confirmou que o sensoriamento estava funcionamento perfeitamente.

(*) Hiram Reis

Coronel de Engenharia; professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA); membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB); presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS)

Rua Dona Eugênia, 1227

Petrópolis - Porto Alegre - RS

90630 150

Telefone:- (51) 3331 6265

Site:http://www.amazoniaenossaselva.com.br

E-mail: hiramrs@terra.com.br

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Comentários
waldery nobre de mesquita-medico, em 04/09/2010 - 21h50

moro em tabatinga há 18 anos e gosto das pesquisas do cel Hiram reis,inclusive,ja utilisei duas materias em jornal local.obrigado Cel Hiram.Fui aluno no CMM.grande apreço pelo senhor-grande abraço.SELVA!!!!

sei la, em 23/11/2009 - 18h11

qe porcaria

Alessandro Firmino Mascarenhas, em 16/10/2009 - 00h25

boa noite. Li a reportagem sobre o Ten Cel Antonio Elcio Franco Filho e gostaria que me informassem um meio de contato com ele, pois, fui soldado sob o comando dele e gostaria de sfazer contato. Aguardo contato.

 
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