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Correio de Corumbá - 16/02/2009 - 06h45

Coisas que Acontecem




Por Farid Yunes

 

Medo de avião?

            Toda vez em que se fala na possível candidatura de Zeca do PT a Governador, numa possível disputa com André Puccinelli, este imediatamente exibe uma pesquisa em que ele figura em primeiro lugar ou então o Ministério Público aparece com um novo pedido de processo contra o ex-governador de MS. Por que será?

 

            Sabe-se que Zeca está processando alguns promotores, alegando mentiras para condená-lo e torná-lo inelegível.

 

            Pelo lado do Puccinelli, sabe-se que ele não está bom das pernas politicamente e eleitoralmente falando. Há muito tempo alertamos sobre o fato que governar Campo Grande é fácil. Além de ter uma arrecadação própria muito forte; cerca de sessenta por cento do orçamento geral, é oriundo do Fundo de Participação dos Municípios; fica com cinqüenta por cento do ICMS que cabe aos municípios do Estado. Campo Grande fica também com sessenta por cento das emendas do Orçamento da União e, além de tudo, os problemas da Capital são mínimos, comparados aos dos outros setenta e sete municípios sul-mato-grossenses.

 

            Governar o Estado em que noventa e cinco por cento dos municípios depende de repasses do governo estadual e federal é muito diferente e mais complicado que administrar uma única cidade.

            Hoje todas as obras que estão em andamento no interior e em Campo Grande

, vêm do Governo Federal através do PAC-Programa de aceleração do Crescimento e também das emendas orçamentárias apresentadas pelos membros da bancada federal. Até para os programas de segurança pública, os recursos são oriundos do Governo Federal para aquisição de viaturas e armamentos, equipamentos de informática e outros. O que depende do Governo do Estado, o descontentamento é geral. Várias categorias de servidores reclamam dos defasados salários, como a Polícia Militar, professores, médicos ou o pessoal da saúde em geral.

 

            Vale acrescentar que os empresários, comerciantes, também estão descontentes como o arrocho fiscal patrocinado pelo governo de André Puccinelli, com a antecipação rígida do ICMS; o Detran-MS que inventou despesas documentais, também não está agradando ninguém.

 

            Vários estabelecimentos estão encerrando suas portas em MS, em face às dificuldades impostas pelo Governo do Estado. Tudo isso bem antes da chamada crise mundial.

 

            Para vários prefeitos do interior, a sobrevivência a cada dia estaria mais difícil. A escassez de recursos, a centralização das decisões e o descaso com as lideranças também estariam causando insatisfação.

 

Concorrência desleal

            Além do arrocho fiscal do Governo do Estado, um outro fato vem prejudicando o comércio de Corumbá-MS: o contrabando e a reintrodução de mercadorias fabricadas no Brasil para exportação que estão no mercado à vontade.

 

            Uma grande barraca na Feira Livre vende roupas reintroduzidas no Brasil e outra parte dos seus produtos é contrabando.

 

            Na Feirinha atrás do cemitério também o contrabando corre solto, a pirataria e a reintrodução de produtos brasileiros que seguiram para a Bolívia como exportação, estão dando “sopa” e ironicamente alguns contendo os dizeres: “É proibida a venda em território nacional”. Vestuário, artigos de perfumaria, ferramentas, eletrônicos, calçados, armas e munições, brinquedos, material escolar e outros made in Brazil estão à disposição dos corumbaenses, ladarenses e turistas brasileiros, que não precisam nem atravessar a fronteira, a não ser para passear.

 

            Fora da Feirinha da Bolívia que fica em Corumbá..., temos gasolina contrabandeada, batizada ou não, táxis clandestinos, relógios que abundantemente vendedores passam tranquilamente por frente das relojoarias e casas de jóias; máquinas fotográficas são negociadas em frente ao comércio estabelecido.

 

            Dizem que agora existem funcionários da Receita Federal combatendo na fronteira, o comércio e transferência de mercadorias ilegais para o nosso país.

 

Sanesul

            O Governo do Estado diz que para sanar o problema de falta deágua na parte alta da Cidade Branca, a Sanesul terá que gastar o mesmo que fosse para construir nova estrutura do porte atual da empresa, no bairro da Popular Nova ou na Nova Corumbá. Não importa, desde que se faça com parte dos fabulosos recursos que a Sanesul já faturou em Corumbá e Ladário.

 

            No final do mês, tendo água ou não, o consumidor daquela localidade e adjacência tem que pagar a conta.

 

            Dizem que muitos pagam pelo ar que chega às casas e são registrados como água que poucas vezes sobe até lá na chamada parte alta da cidade.

 

Visual

            Entra governo, sai governo e a Avenida Porto Carreiro, uma das principais de Corumbá, fica cada vez mais feia. Além da arborização desconexa, calçadas despadronizadas, a inexistência em alguns trechos desse passeio público, muros por fazer, lama e poeira que descem das ruas transversais.

 

            É intenção do prefeito Ruiter Cunha de Oliveira dar uma cara totalmente nova a essa movimentada avenida, uma das principais da cidade, inclusive retirando o canteiro central para melhor fluxo dos veículos, obrigando os proprietários de imóveis a construírem muros e calçadas; nova pavimentação do seu leito; promoverá a arborização padronizada da mesma, além da restauração do seu sistema de iluminação. Enfim, dando um novo visual a essa via pública.

 

            A Porto Carreiro é o grande acesso a Corumbá para quem vem de ônibus, carro, avião, cuja rota de pouso segue a sua trajetória e também se vier o trem fantasma, digo, o Trem do Pantanal.

 

Funerária

            O preço da hora da morte esta pela morte mesmo. O enterro mais barato, além do caixão em Corumbá é de hum mil e trezentos reais. Todas as agências do ramo estão funcionando sem alvará.

 

            Está na hora da prefeitura regulamentar o setor e obrigá-las a doar uma cota mensal de caixões para serem repassados aos carentes e indigentes. O serviço funerário é uma concessão pública. O certo seria deixar o mercado livre para fazer baixar o preço. O negócio é tão bom que até morte já teve.

 

            Dizem que é o único mercado estável: uma média de cinco mortos ao dia na região de Corumbá e Ladário. Com crise mundial ou não, tem cliente garantido.

 

Reclamação

            Uma outra concessionária do serviço público em Corumbá é a Empresa de Transportes Canarinho que tem possibilitado inúmeras reclamações como atraso, desrespeito aos idosos, velocidade acima do permitido.

 

            Que tal a prefeitura lançar uma licitação especial destinada a microônibus, cobrando um valor um pouco acima do preço normal da passagem para compensar o número menor de passageiros, bem como pelo conforto do espaço e do ar-condicionado. Eles percorreriam as mesmas linhas atuais.

 

            E a Canarinho continuaria circulando com os seus grandes dinossauros.

 

Corumbaense F. C.

            Sempre achei estranho o Corumbaense Futebol Clube recusar a oferta de Dionísio, corumbaense nato que brilhou no Flamengo do Rio de Janeiro, no Grêmio de Porto Alegre e jogou na seleção principal do Brasil, no final dos anos 60 e início dos anos 70. Hoje ele é o responsável pela revelação de craques nas divisões inferiores do clube carioca.

 

            Dionísio que sempre vem rever os amigos e sua terra natal se ofereceu para trazer jovens valores da equipe rubro-negra e também de outros clubes do Rio para ganharem ritmo de jogo pelo Corumbaense no Campeonato Estadual de MS. Dizem que até agora o Carijó da Avenida não se interessou pela oferta.

 

            O clube local apesar do apoio da Rio Tinto, hoje Vale e da prefeitura de Corumbá, prefere contratar jogadores que já andaram por este Brasil inteiro, citados por alguns como bananeira que já deu cacho.

            O Aquidauanense trouxe vários jogadores das equipes inferiores do Palmeiras e já está fazendo bonito, dando um chocolate de 3 a

1 no Corumbaense.

 

Arthur Marinho

            O velho Estádio Arthur Marinho de Corumbá está de corpo e cara novos. O gramado, iluminação, proteção, vestiários, cobertura, cadeiras fixas, enfim, tudo que é necessário para realmente estarmos à altura de disputar competições de âmbito nacional.

 

            Ruiter está investindo alto, além dos trezentos mil reais conseguidos por Delcidio Amaral, a prefeitura está aplicando na restauração do Estádio Arthur Marinho, hum milhão e duzentos mil reais.

            Dr. Edimir Moreira Rodrigues em 1963, quando prefeito, implantou o sistema de iluminação e logo após o então presidente da LEC-Liga de Esportes de Corumbá, José Domingos Kassar, construiu a arquibancada de concreto.

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