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O Estado do Pantanal - 11/02/2009 - 13h30

Ferroeste é uma vitória dos governadores Puccinelli e Requião




Divulgação

Por Karina Lima, do Notícias MS

         "A Ferroeste está definitivamente na agenda política e econômica do governo federal. É uma vitória do governador André Puccinelli e do governador Roberto Requião, do Paraná. A partir de agora, os acontecimentos ganham rapidez, os prazos encurtam, as decisões se encadeiam e o processo não se interromperá até que a ferrovia seja construída e aberta à operação. Essa é a avaliação do presidente da Ferroeste, Samuel Gomes, sobre o projeto do ramal ferrovário que vai ligar as cidades de Paranaguá a Maracaju.

          Para o governador André Puccinelli, a ferrovia vai transformar o Estado no celeiro da região Centro-Oeste. "Os investimentos em infra-estrutura logística tornam os modais mais baratos para o escoamento da produção agrícola, o que tornará o Estado mais competitivo no mercado internacional, favorecendo os produtores que se dedicam à exportação", explicou.

          Paraná e Mato Grosso do Sul, em conjunto com o Ministério dos Transportes, estabeleceram em Brasília um grupo de trabalho para avançar nos estudos que vão indicar o modelo de gestão das obras da extensão da Ferroeste no sentido de Guarapuava/Guaíra, no Paraná, e Mundo Novo/Maracaju, em Mato Grosso do Sul. O grupo vai ser responsável também pelo projeto de ampliação da linha férrea em direção ao Porto de Paranaguá (foto).

          O presidente da Ferroeste ressaltou que as reuniões mantidas em Brasília e que estão previstas para serem realizadas a partir do próximo mês demonstram que os governos dos dois estados contam com apoio do Ministério dos Transportes para captar os recursos necessários para financiamento da obra. Segundo o secretário de Obras, Edson Giroto, que integra a equipe de trabalho responsável pela implantação da ferrovia, o próximo encontro acontece no dia 9 de março.

          Samuel Gomes afirma que a criação da força-tarefa pela União e pelos estados do Paraná e Mato Grosso do Sul "é um passo gigantesco para as futuras obras da ferrovia". O secretário estadual de Planejamento e Meio Ambiente, Carlos Alberto Negreiros, também integra o grupo de trabalho. Na próxima reunião ele e o Giroto, com os diretores da empresa do Paraná e de técnicos do Ministério dos Transportes, vão definir o modelo de gestão das obras de extensão da Ferroeste no sentido de Guarapuava a Guaira, no Paraná, e Mundo Novo/Maracaju.

          O secretário dos Transportes do Paraná, Rogério W. Tizzot, explicou que a Ferroeste vai encaminhar para o ministério todos os projetos e estudos já realizados ou em andamento que tratam da expansão da ferrovia para Maracaju. Os estudos também serão enviados ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que será chamado pelo governo federal a contribuir com o projeto. O grupo de trabalho é que vai estabelecer os custos e a definição da modelagem do empreendimento.

          Samuel Gomes, presidente da Ferroeste, explicou que existem três  possibilidades para construção dos novos ramais. A primeira alternativa será a construção da nova malha férrea pela própria Ferroeste, com financiamento do BNDES. A segunda opção seria criar uma Sociedade de Propósito Específico pública, formada com capital da União, do Paraná e de Mato Grosso do Sul, que fará as obras, sendo remunerada pela Ferroeste com a receita oriunda da operação da ferrovia. Outra proposta é captar recursos por meio de abertura do capital da Ferroeste, especialmente para garantir a participação da União e de Mato Grosso do Sul, bem como do BNDES e fundos de pensão públicos como Previ, Petros e Funcef.

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