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Energia - 09/02/2009 - 13h25

Especialistas temem que crescimento previsto no PAC dependa do carvão




Por Mercado Ético


O anúncio de mais investimentos e de antecipação das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foi bem recebido entre empresários e especialistas na área de infra-estrutura. O governo federal promete gastar mais R$ 142,1 bilhões no PAC até o próximo ano. Durante o balanço dos dois anos do PAC na quarta-feira (4), o governo informou que R$ 20,2 bilhões serão destinados ao setor energético.

Além de dar mais dinheiro, o governo quer antecipar o cronograma de obras. Esse é o caso da Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA). O leilão de concessão da usina deve ser realizado até setembro, um mês antes do previsto. Belo Monte terá capacidade de gerar sozinha 11 mil megawatts (metade do volume leiloado nos últimos dois anos com o PAC).

Para o consultor de meio ambiente Cláudio Langoni,, o anúncio de mais investimentos do PAC é positivo, pois haverá recursos para atendimento das condicionantes dos licenciamentos ambientais. Langoni ressaltou, no entanto, que o crescimento da oferta de energia para os próximos anos (afora Belo Monte) está baseado na energia de fontes térmicas a carvão, o que aumenta a emissão dos gases que favorecem o aquecimento global e pressiona o desmatamento.

A queixa dos grandes consumidores é que a energia de fonte térmica tem alto custo e encarece a manufatura e as atividades em indústrias petroquímicas, de química de base, de cimento, de celulose e siderúrgicas. “A energia muito cara pode inviabilizar a produção”, alertou o presidente da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace), Ricardo Lima.

Com energia a custo elevado, disse Lima, “o produto nacional deixa de ser competitivo com o produto importado”. Ricardo Lima ainda espera que o governo desonere tributos. Segundo ele, a redução de encargos setoriais pode tornar o custo da energia 10% mais baixo.

Já o consultor da área de energia João Carlos Mello explicou que opta-se por térmicas a carvão por causa da falta de reservatórios licenciáveis para produção de energia hidrelétrica e também porque a construção de uma usina térmica é mais rápida do que a de uma hidrelétrica.

Para ele, essa opção era válida quando havia uma expectativa de crescimento econômico mais rápido. Agora, diante do cenário de retenção da economia, é possível “planejar de forma cautelosa”, inclusive considerando a possibilidade de uso da energia de usinas nucleares.

O planejamento a longo prazo do governo, além do horizonte do PAC, é que a dependência do carvão diminua. Segundo o Plano Decenal de Expansão de Energia, em consulta pública no site do Ministério de Minas e Energia, a participação de usinas térmicas na matriz energética vai cair de 10,2% (em 2008) para 8,6% (em 2017).

Gilberto Costa, da Agência Brasil

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