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Emprego - 07/02/2009 - 08h23

Centraf e Febraban não temem desemprego no setor bancário por causa da crise




Por Gilberto Costa, da Agência Brasil


As instituições que integram o sistema financeiro nacional não sentiram, até agora, os efeitos da crise mundial em seu quadro de trabalhadores. A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da Central Única dos Trabalhadores (Contraf-CUT) e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) avaliam que a crise internacional não vai atingir o sistema financeiro nacional.

Para as duas entidades não há no horizonte cenário de demissões em massa como já ocorrem em outros subsetores de serviço, na indústria, construção civil e agropecuária. Na opinião de Carlos Alberto Cordeiro da Silva, secretário-geral da Contraf, “o sistema financeiro não está tendo problemas a ponto de ter de fechar agências”. Segundo ele, a solidez dos bancos está nas fontes de lucro “garantidas”: juros obtidos na compra de títulos públicos, seguros e tarifas bancárias.

Para o líder sindical, a maior ameaça aos trabalhadores bancários está no processo de fusão das instituições - que já estavam ocorrendo antes do processo da crise, diz referindo-se à incorporação do Banco Real (ABN Amro Bank) pelo Santander, às aquisições do Banco do Brasil e da fusão Itaí-Unibanco.

Cordeiro admite, no entanto, que a crise deverá acentuar esse processo de concentração por meio de novas fusões. “Não estou vendo dificuldades para o sistema financeiro, mas oportunidades para fusões”, afirmou. Na avaliação do sindicalista, “na maioria das vezes, o sistema financeiro sai muito bem das crises”.

Para o professor Joe Yoshino, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo, a concentração bancária “é ruim” porque, além de provocar a diminuição na oferta de postos de trabalho, mina a competitividade. “Se tivesse competição não teríamos o spread cavalar e o juro real que o Brasil pratica”, disse.

O provável desemprego bancário por causa das fusões deverá atingir especialmente São Paulo e Rio de Janeiro, onde estão as sedes dos bancos. Nas duas capitais, os setores duplicados das administrações centrais das instituições financeiras em fusão (como, por exemplo, as áreas de câmbio ou contabilidade) serão enxugados.

O processo, no entanto, não deverá chegar às agências bancárias, acredita Carlos Alberto Cordeiro da Silva. Segundo ele, em reunião na tarde desta sexta-feira (6), as presidências do Itaú e do Unibanco descartaram o fechamento de agências.

O superintendente de Relações do Trabalho da Febraban, Magnus Ribas Apostólico, explica que o sistema bancário se organiza de forma pulverizada e precisa manter muitas agências em funcionamento para atender o públicos em diversos lugares.

Para o superintendente, o sistema financeiro atua com “normalidade” e “o Brasil tem uma tranqüilidade diferenciada”. Segundo Ribas, não há sinal de que os bancos farão demissões por causa da crise. “Garantidas as linhas de crédito normais, o sistema não será afetado de maneira significativa no número de empregos”, disse.

O superintendente da Febraban, disse que o sistema financeiro opera com uma rotatividade anual de 7 a 8% diluída nos doze meses. Na sua avaliação, 2008 foi um ano “regular”.

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, o Caged), no ano passado, as instituições financeiras tiveram um saldo positivo de admissões de 22 mil trabalhadores. A variação das contratações nos bancos (3,87%) ficou acima da indústria de transformação (2,55%).

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