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Sindicatos - 06/02/2009 - 11h27

Trabalhadores querem Estado e Municípios na discussão da crise com a FIEMS no TRT




Divulgação

Por Wilson Aquino


A FIEMS volta a se reunir com sindicalistas no TRT na segunda-feira (9)

Trabalhadores nas indústrias de Mato Grosso do Sul, que rejeitaram as propostas da FIEMS (Federação das Indústrias de MS), de redução salarial em 25% e de formação de banco de horas, querem a participação do Estado e dos municípios (através a Assomasul) na reunião de segunda-feira (9) no Tribunal Regional do Trabalho –TRT, com dirigentes da federação e desembargadores do tribunal, para discutir mecanismos de combate à crise, que já estaria atingindo alguns segmentos no Estado.

Nesse encontro, trabalhadores representados pelas centrais sindicais: Força Sindical, CUT (Central Única do Trabalhador), CGTB (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil); o FST/MS (Fórum Sindical dos Trabalhadores de MS); as federações: FTI/MS (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias) e FTIA/MS (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação de MS) e por diversos sindicatos, vão encaminhar documento ao presidente do TRT, desembargador Ricardo Geraldo Monteiro Zandona, que estará presidindo o encontro, reafirmando sua intenção de discutir sim a crise, mas não com a pauta da FIEMS, com outra que seja elaborada por todos, sem prever redução salarial ou formação de banco de horas.

O documento foi elaborado por essas representações sindicais durante reunião no Ministério Público do Trabalho na quarta-feira, intermediada pelo Procurador do Trabalho Cícero Rufino Pereira. Nele, as lideranças ressaltam que no primeiro encontro no TRT (dia 2), com a presença da FIEMS, foram convidados apenas dois sindicatos, que não representam todo segmento laboral do setor industrial. Além disso, entendem também, que uma discussão dessa natureza deve contar com outros setores que certamente seriam atingidos por eventual crise, como o do comércio, prestadores de serviços e construção civil entre outros.

Os sindicalistas vão pedir também que essa discussão não seja mediada pelo TRT e sim pelas próprias categorias patronal e dos empregados. De qualquer forma, na segunda-feira (9) haverá uma presença maciça de lideranças sindicais que pretende colaborar com idéias e sugestões para evitar o desemprego no Estado, garantiu Idemar da Mota Lima, presidente da Força Sindical Mato Grosso do Sul.

Idelmar diz que a FIEMS dever apresentar a relação das empresas que por ventura estejam enfrentando dificuldades, para que seja estudada por todos que passariam então a buscar soluções. Sua sugestão encontra respaldo nas demais entidades de classe como a CUT, cujo presidente, Alexandre Costa foi mais além, citou que no Estado do Amazonas, o Governo está subsidiando energia elétrica para as empresas não demitirem trabalhadores. “Entendemos que o Governo de Mato Grosso do Sul e as prefeituras também podem colaborar”, comentou.

O coordenador geral do FST/MS, José Lucas da Silva, informou que faz parte do Conselho de Desenvolvimento Econômico de Campo Grande e que por isso tem o conhecimento de que o município dá incentivos fiscais e qualifica o trabalhador para atuar nas empresas que aqui se instalam. “Essas empresas recebem isenção temporária de IPTU; recebem terrenos para se instalarem e até terraplanagem. São ajudas importantes que diminuem custos e não justificam demissão de empregados”,comentou.

O presidente da CGTB, Samuel da Silva Freitas, informou que em 2003 o setor em que atua como líder sindical, a indústria da construção civil, passou pela sua pior crise dos últimos anos e nem por isso houve redução salarial dos empregados. Ele não tem dúvida de que hoje a situação não é diferente para os demais segmentos da indústria.

“É possível encontrarmos soluções sem termos que apelar para demissões ou redução salarial”, comentou José Roberto Silva, presidente da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias de Mato Grosso do Sul. Para ele, vai depender muito da boa vontade de todos, e principalmente dos empresários em contar com os empregados como verdadeiros aliados nesse momento delicado de nossa economia.

Já o presidente da Federação dos Trabalhadores na Indústria de Alimentação de MS, Vilson Gimenes acredita que algumas indústrias podem querer tirar proveito da crise internacional e que também atinge o Brasil, “mas não de maneira grave. A não ser alguns setores específicos diretamente relacionados à exportação”, diz ele. Por isso ele recomenda “muita cautela e vigilância de todos para que não haja irregularidade em qualquer processo de desenvolvimento da atividade econômica no Estado”.

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