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Meio ambiente - 16/01/2009 - 09h45

Parque das Nações Indígenas: cartão postal de Campo Grande




Fabio Pellegrini

Por Fabio Pellegrini, do Notícias MS

Considerado o “cartão postal” preferido por muitos campo-grandenses, o Parque das Nações Indígenas é um local muito visitado por moradores da Capital e turistas, sendo é ótima opção de lazer, cultura e prática de esportes.

Criado através do Decreto nº 7.354/93, de 17 de agosto de 1993, trata-se de um fundo de vale localizado em uma área ao leste de Campo Grande, com 119 hectares, a poucos minutos do centro da cidade.

O parque foi instalado em terras desapropriadas, compreendidas entre os limites da avenida Afonso Pena, rua Extremosa, rua Rio Prosa (conhecida como Via Parque), rua Antonio Maria Coelho e o Parque Estadual do Parque do Prosa.

O parque preserva parte da vegetação então existente, formada por árvores frutíferas e ornamentais, e de mata ciliar ao longo do córrego Prosa, que corta a extensão do complexo.  Aproximadamente 70% da vegetação são formados por cobertura em grama e árvores plantadas recentemente, dentre elas destacam-se jatobá, aroeira, ipê, angico, figueira, guatambu, manduvi, cedro, entre outras nativas.

Em relação à fauna são comuns os avistamentos de capivaras, tatus-pebas, cotias, tucanos, araras, sagüis, mutuns, patos e gansos. Além disso, como o parque faz divisa com o Parque Estadual do Prosa, unidade de conservação ambiental, em algumas épocas é possível até mesmo ver tamanduás, veados e lobinhos.

Nos últimos anos, com a ocupação das áreas de seu entorno e a construção de grandes empreendimentos como hotéis, shoppings, o Pavilhão de Exposições Albano Franco e loteamentos residenciais, o parque tornou-se um dos mais recomendados locais para atividades de lazer da população que, com seu comportamento, consolidou a vocação do local.

Atualmente o parque oferece restaurante, praça do píer, estacionamento externo, 4100 metros de pistas de caminhada, praça de eventos, iluminação noturna, gradil, conjuntos de aparelhos de ginástica, quadra poliesportiva, quadra de areia, pistas de skate e patins, quatro pontes sobre o córrego Prosa, Lago do Prosa e monumento aos índios cavaleiros Guaicurus. É também no parque que se localizam a Concha Acústica Helena Meireles, o Museu Dom Bosco, o Museu de Arte Contemporânea (MARCO), o prédio da administração, o prédio da Fundação de Turismo (Fundtur), a sede da Polícia Militar Ambiental (PMA) e a sede do Esquadrão de Polícia Montada.

Os portais, como são chamados, são os portões de acesso ao parque e receberam os nomes das nações indígenas: Kaiowa (primeiro portão da Av. Afonso Pena no sentido centro / Parque dos Poderes, o mais perto do lago); Guarani (segundo portão da Av. Afonso Pena no sentido centro / Parque dos Poderes, entrada da FUNDTUR); Ñhandeva (terceiro portão da Av. Afonso Pena no sentido centro / Parque dos Poderes, Entrada do Museu do Índio); Kadiweu (R. Antonio Maria Coelho, ao lado do MARCO); Terena (segundo na Av. Antonio Maria Coelho, sentido centro / Parque dos Poderes); Ofaié/Xavante (Av. Mato Grosso, entrada da  PMA).

A estrutura do parque conta com 26 funcionários que zelam pela limpeza, manutenção, administração e segurança, esta última reforçada pela Polícia Militar.

O Parque das Nações Indígenas é aberto ao público das 6h às 21h30 de terça-feira a domingo. Nas segundas-feiras, apenas o portal Guarani fica aberto. Não é recomendável fornecer alimentos aos animais e é proibido nadar e pescar no lago e no córrego Prosa.

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Comentários
luis marcelo, em 02/02/2009 - 14h37

pessimooooooooooooo

 
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