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Correio de Corumbá - 12/01/2009 - 08h25

Coisas que Acontecem




Por Farid Yunes

Feira-livre

            Talvez os comerciantes de feiras livres de Corumbá estejam perdendo fregueses por falta de organização, modernização e atrativos.

            Primeiramente padronizar tamanho, cores e modelos, além de uniformizar os atendentes.

            Exigir a colocação de balanças de precisão ou confiáveis, além da prefeitura colocar nos locais das feiras uma balança oficial para dirimir quaisquer desconfianças.

            Outra providência é a Guarda Municipal impedir a circulação no seu interior de usuários com bicicletas, mesmo que as empurrando.

            Estabelecer horário apropriado para descarregar produtos nas barracas. A prefeitura deve providenciar também os sanitários químicos para os feirantes, que poderiam ser colocados no espaço existente entre o Centro Múltiplo de Saúde(Transbordo) e a calçada da Rua 13 de Junho.

            E ao final de cada feira acondicionar o lixo produzido em sacos plásticos para imediata coleta.

Motoqueiros

            É impressionante os abusos e infrações cometidos por motoqueiros nas vias públicas da Capital do Pantanal.

            Hoje em dia já não se sabe qual é o moto-taxista clandestino ou autorizado.

            Circulam na contramão, furam sinais, invadem calçadas, costuram no trânsito, ou seja, fazem ziguezagues entre os carros, exagerada velocidade, pois quando menos o motorista espera, eis que surge inesperadamente uma moto ao seu lado, sendo que muitos delas não oferecem o mínimo em termos de segurança aos usuários ou passageiros.

            Hoje muita gente não vê com bons olhos o serviço de moto-táxi em nosso país. Dia desses um deles transportava um passageiro sem capacete, que carregava uma bicicleta com defeito ou pneu furado.

Câmara de Vereadores de Corumbá em 1 só mês gastou em combustível para 1 único veículo, R$ 22 mil

            A melancólica e atrapalhada despedida da Mesa Diretora da Câmara de Vereadores que encerrou seu mandato em 31 de dezembro, junta-se agora a detecção, pelo menos inicial, dos escalabros praticados e que vinham sendo denunciados por este Semanário que adotou disposição, mesmo não tendo acesso a documentos para averiguações, já que estavam trancados a sete chaves na chamada ?caixa preta?.

            Vale lembrar que o Ministério Público do Estado, através de promotoria em Corumbá, enviou em 12 de dezembro de 2007, portanto há mais de 1 ano, caixas de documentos do legislativo municipal para perícia contábil em Campo Grande e até hoje não obteve resposta. Em 2008 os trabalhos dos vereadores também não foram melhor em qualidade, merecendo seus gastos e despesas serem investigados.

            Denunciamos por várias vezes e pedimos até investigação sobre o consumo de gasolina, pois as informações que obtivemos é de que a Câmara Municipal de Corumbá consumiu altos valores com somente 1 veículo de sua propriedade estando em atividade. Ainda agora ficamos sabendo que em 1 só mês foram gastos R$ 22.000,00 (vinte e dois mil reais), que corresponde a sete mil litros, destinado a 1 Fiat Uno, o veículo mais econômico, para rodar somente em um mês. Aliás, complementando esse valor com mais uns dois ou três mil reais daria para comprar um carro popular zero Km, como por exemplo, 1 Celta duas portas ou Ford Ka.

            Um outro fato que se comenta seria o pagamento a agência de publicidade que em 1 só mês emitiu pagamento de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais).

            A dívida do legislativo corumbaense para com o INSS que teria sido deixada pelo ex-presidente seria de R$ 150.000,00(cento e cinquenta mil reais), além do recebimento de notas frias e vencidas para repor; verba indenizatória de três mil reais ao mês para cada um dos vereadores que foram beneficiados e em novembro foram demitidos 110 assessores para tentarem no uso do dinheiro dos seus salários, cobrir a falta dele em outros setores. É a corda sempre arrebentando do lado mais fraco.

            A Câmara a partir de agora deve adotar o sistema de publicar mensalmente na imprensa os seus balancetes especificando as despesas com manutenção, através de notas fiscais e autorização de diárias somente quando estritamente necessárias para viagens a serviço do legislativo.

            Também deve ser feita uma investigação profunda dos gastos nos últimos dois anos, para que no futuro não se alegue desconhecimento por parte da nova Mesa Diretora.

            O Governo Federal tem um Site onde disponibiliza todas as informações de despesas.

            Os tempos mudaram e as esperanças na nova composição da Câmara são grandes.

Falta água

            Entra Governo, sai Governo e o problema continua, aliás, se agrava mais ainda com o aumento da população que é a falta de água nas residências, principalmente na chamada parte alta da Cidade Branca.

            Todo o patrimônio existente em Corumbá, seja em imóveis, máquinas e equipamentos, utilizados pela Sanesul no sistema de captação de água no Rio Paraguai, como no setor de tratamento na Rua Cabral, pertence ao nosso Município. Portanto, a própria prefeitura poderia explorar o serviço de abastecimento do precioso líquido em nossa cidade, ficando com todo o lucro na cobrança de taxas que é há vários anos é levado para o Governo do Estado mensalmente para ser aplicado em outras localidades. Porém, no Governo Eder Brambilla foi renovada a Concessão para o Estado, via Sanesul, de uma forma absurda e abusiva, com prejuízos para os cofres da municipalidade.

            Essa poderia ser uma grande bandeira da nova Câmara Municipal de Corumbá, para pressionar o Governo do Estado a solucionar o problema da contínua falta de água em nossa cidade ou então em rever o contrato de Concessão para a Sanesul, devolvendo ao Município o serviço de captação e distribuição da mesma em Corumbá.

Fila

            Cada vez pior o atendimento da rede bancária aos clientes, usuários e aposentados. A maioria das reclamações é contra os bancos oficiais, no caso, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal.

            O Ministério Público Estadual já entrou no circuito e estaria esperando homologação do acordo.

            Dia desses uma senhora entrou por volta das 11 horas e saiu em torno das 14 horas do interior do Banco do Brasil. Incrível, mas foi verdade.

            Falta relógios para controle dos clientes e usuários, sanitários e melhores acomodações em algumas agências. Multa neles conforme fazem em outras cidades.

Taxistas bolivianos

            É impressionante como cresce a cada dia veículos bolivianos fazendo serviços de táxi em Corumbá. Eles teriam até pontos clandestinos.

            Apesar da Guarda Municipal de Trânsito e a Polícia Militar estarem fiscalizando, eles sempre dão um jeito de burlar a lei. Aliás, poderia ser efetuado o recolhimento desses veículos, taxarem pesadas multas e proceder à identificação dos motoristas clandestinos para que em caso de reincidência, a punição seja mais rigorosa.

Estabelecido e clandestino

            Uma pergunta que não quer se calar a muito tempo: Como se consegue passar tantos produtos contrabandeados pela nossa fronteira com a Bolívia? Existe em Corumbá um comércio ilegal de produtos piratas, contrabandeados, outros reintroduzidos e ninguém vê ou não quer ver.

            Agora o comércio estabelecido quando é fiscalizado recebe notificação de débitos via correio, aplicação de multas e outros arrochos fiscais.

            O quanto esse ?status quo? não danifica e gera evasão fiscal, desemprego e outros prejuízos, com os contrabandistas burlando as leis do nosso país.

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