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Energia - 10/01/2009 - 07h00

Fiesp defende solução bem amarrada com a Bolívia para garantir necessidades futuras de gás




Por elaine

Importar menos gás da Bolívia não vai ser um problema para o Brasil, se uma solução para uma necessidade futura (do gás) estiver “bem amarrada” neste momento com o governo boliviano. A avaliação é do diretor de Energia da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Carlos Cavalcanti.

Segundo ele, a diminuição da importação de gás boliviano, anunciada nesta sexta-feira (9) pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, representa de imediato uma economia para o Brasil, mas poderia se transformar “numa dor-de-cabeça” daqui a seis meses, por exemplo, caso não seja estabelecido um acordo entre os dois países, já prevendo que o Brasil volte a necessitar dessa energia mais tarde.

“A Bolívia vai procurar outro mercado [para a venda do gás que não será mais usado pelo Brasil] e pode vender mais para a Argentina. Daqui a seis meses o Brasil pode querer mais. E aí pode virar um tango dramático. A Argentina já poderia, por exemplo, estar acostumada a importar essa quantidade da Bolívia. E isso seria um problema para o Brasil”, afirmou.

Além da redução das importações de gás da Bolívia, o governo brasileiro anunciou que vai fechar as termelétricas até abril e que passará a usar basicamente a energia das hidrelétricas, que estão abastecidas por causa das chuvas no período.

Cavalcanti considera benéfica para o país a medida tomada hoje, porque o uso das hidrelétricas é mais barato e mais limpo e também não provoca preocupações para a indústria, já que há “energia de sobra nas hidrelétricas”.

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