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Olimpíadas 2008 - 19/08/2008 - 11h35

Taekwondo brasileiro está confiante para os jogos




Por Flavio Nehrer / Assessoria de Imprensa do COB

Muita gente nem sabia que o Brasil competia no taekwondo olímpico - até que Natalia Falavigna e o Diogo Silva chegaram bem perto do pódio nos Jogos Atenas 2004, na Grécia, terminando em quarto lugar. Para os Jogos Olímpicos Pequim 2008, a equipe está bem preparada: "Os atletas estão muito empenhados em fazer uma grande participação", garante o Chefe de Equipe Carlos Augusto Negrão. A equipe do Brasil passou uma temporada de 12 dias na Coréia do Sul para se acostumar ao fuso horário asiático antes de chegar à China. Negrão aprovou a idéia: "A Coréia do Sul é a maior potência do taekwondo no mundo. Qualquer escola primária tem espaço para treinar", explica. A seleção brasileira conquistou a vaga para os Jogos numa seletiva em Cáli, na Colômbia, em dezembro do ano passado, em que os três integrantes (Débora Nunes, Marcio Wenceslau e Natalia Falavigna) foram campeões.

Em relação a Jogos Olímpicos, cada um dos atletas vive situação diferente: Natalia Falavigna disputa pela segunda vez, Débora Nunes estréia nos Jogos Olímpicos, e Marcio Wenceslau (prata nos Jogos Pan-americanos Rio 2007) finalmente luta - em Atenas, ele era reserva do próprio irmão na equipe brasileira.

Campeã mundial em 2005 e terceira colocada no Campeonato Mundial da China ano passado, Natalia Falavigna está "na melhor fase da vida", diz o Chefe de Equipe. A atleta vê evolução no seu modo de lutar: "Depois do resultado do Rio 2007, sou uma nova atleta. Aguerrida e obstinada como sempre, mas, agora, mais cautelosa", afirma, lembrando a derrota na competição em solo carioca. Sobre suas oponentes, faz um prognóstico: "As chinesas, que competem em casa, serão adversárias difíceis, assim como as britânicas, espanholas e mexicanas". Mas, logo depois, bate rápido, como se estivesse no tatame: "Mas adversário não tem cara. Não podemos escolher adversário, isso pode desconcentrar", termina.

O esporte

Antes da luta, um lutador põe um protetor de tórax vermelho (Hong) e o outro um azul (Chung). Cada combate tem três rounds de dois minutos (se não houver nocaute antes), com um minuto de intervalo entre os assaltos e mais um round extra (de, no máximo, dois minutos) para desempate.

O combate termina em quatro casos: nocaute, se algum combatente tiver mais que sete pontos de diferença, se algum lutador alcançar 12 pontos ou na morte súbita do quarto round. Se mesmo após o quarto round não houver vencedor, o juiz central e os quatro árbitros (um em cada vértice do tatame) decidem na bandeirada quem vence o combate.

É proibido atingir o adversário abaixo do abdômen ou com soco na cabeça (chute vale). Ataque no tronco marca um ponto, na cabeça, dois - os pontos são validados se três ou mais árbitros registram o golpe.

A competição

Em Pequim, a competição será realizada no Ginásio da Universidade de Ciência e Tecnologia, mesmo local onde o Brasil conquistou três medalhas de bonze com o judô. É mais uma instalação chinesa construída especialmente para os Jogos, e inaugurada em 2007 com um evento-teste. O calendário de competição da modalidade prevê lutas entre 20 e 23 de agosto.

Como no judô, as lutas de uma categoria no taekwondo são disputadas no mesmo dia. Assim, nesta quarta-feira, 20 de agosto, Marcio Wenceslau disputa a categoria até 58kg; na quinta, 21, é a vez de Débora Nunes entrar no tatame (- 57 kg). Natalia Falavigna, acima de 67kg, luta no sábado, 23 de agosto.

Também semelhante ao judô é a forma de disputa: os semifinalistas levam seus perdedores para a repescagem. Dois vencedores da repescagem fazem a disputa com os perdedores das semifinais pelas duas medalhas de bronze. Os vencedores das semifinais disputam o ouro olímpico.

TIME BRASIL NO TIRO COM ARCO

Débora Nunes
Até 57kg

Natalia Falavigna
Até 67kg

Marcio Wenceslau
Até 58kg


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