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O Estado do Pantanal - 08/10/2007 - 11h45

Investidores belga e brasileiro colocarão o Trem do Pantanal nos trilhos, prevê Nilde Brun




Por Jorge Franco

A presidente da Fundação Estadual de Turismo, Nilde Clara Souza Benites Brun, informou, em entrevista exclusiva ao Midiamax que um investidor belga e outro brasileiro devem colocar o Trem do Pantanal de volta aos trilhos até 2008. O transporte férreo de passageiros de Campo Grande a Corumbá foi desativado ainda no século passado, mas, ainda no governo de Zeca do PT, o retorno dessa alternativa de transporte voltou a ser discutida e parece que deve ser concretizada já no próximo ano.

Segundo Nilde Brun, o governo do Estado está com uma expectativa muito grande de que o projeto finalmente se torne uma realidade. O governo do Estado conseguiu capitanear dois investidores, um belga e um brasileiro, que estão fazendo uma junção de investimentos e demonstraram muito interesse. Já vieram, realizaram todo o estudo de viabilidade, já apontaram a viabilidade econômica de operação do trem e estamos também num processo em que o governador André Puccinelli conversou com a concessionária para que esses investidores possam operar o trem andando em média de 30 quilômetros por hora. Menos que isso é inviávelâ, declarou.

A presidente da Fundação de Turismo revelou ainda que já foi realizada uma reunião e a concessionária que explora o setor de transporte ferroviário no Estado se comprometeu a melhorar a malha ferroviária nos trechos Campo Grande-Aquidauana e Aquidauana-Miranda. Acreditamos que em 2008 nós já estaremos, provavelmente, com o trem chegando até Miranda. Nos dias 28, 29 e 30 deste mês estaremos recepcionando novamente estes investidores, que serão representados por quatro executivos do grupo belga e dois do grupo brasileiro para uma reunião com o governador e, posteriormente, irão até Corumbá para ver o Trem, que está pronto, todo climatizado e adesivado e querem aproveitar para testá-lo em operaçãoâ, detalha.

Ainda na área de transporte de turistas, Nilde Brun também aproveitou para explicar que hoje o Estado tem os aeroportos de Campo Grande e Corumbá funcionando com vôos regulares, sendo que Corumbá é só de segunda à sexta-feira, o que é uma dificuldade, enquanto Bonito saiu agora a licença e o governador já autorizou a obra de construção do terminal de passageiros. “Acreditamos que até o fim do primeiro semestre do ano que vem já estaremos com o aeroporto de Bonito funcionando 100%. Além disso, existe já um encaminhamento com algumas companhias aéreas para termos os vôos nos fins de semana em Corumbá, que merece por ter um fluxo considerávelâ, declara.

Ela aproveitou a entrevista para destacar a realização da Feira Internacional e do Salão de Turismo em Campo Grande como a oportunidade ánica de divulgar as belezas naturais do Estado para quem atua no setor. Nilde Brun revelou que durante o evento a Fundação vai trabalhar com a divulgação das sete regiões turã­sticas de Mato Grosso do Sul: Campo Grande e região; região do Pantanal; Bonito-Serra da Bodoquena; Costa Leste que envolve Três Lagoas, Paranaã­ba, Aparecida do Taboado, água Clara etc; Caminhos da Fronteira que envolve Ponta Porã, Dourados etc; Nova Andradina e região e a Rota Norte.

 

O que representa a Feira Internacional e o 1º Salão de Turismo a serem realizados de 18 a 25 deste mês em Mato Grosso do Sul para o desenvolvimento do turismo e da economia? Na avaliação do governo do Estado, da Fundação de Turismo e do próprio governador André Puccinelli (PMDB), bem como dos empresários que a gente tem conversado nos municã­pios, a Feira culmina com um encaminhamento de todo um trabalho que tem sido feito ao longo desses anos em Mato Grosso do Sul na área do turismo. O turismo de Mato Grosso do Sul começou a se despontar para o Brasil há cerca de 15 anos, quando começaram vários projetos para o desenvolvimento do turismo e várias entidades trabalhando em prol desse desenvolvimento. Foi quando começou realmente o entendimento de que o turismo é uma atividade econômica.

 

 

Este entendimento é desencadeou no Estado as ações para que hoje o turismo seja reconhecido como uma atividade econômica lucrativa? As ações levam tempo para dar resultados. Foi a partir deste entendimento que surgiram as primeiras ações e ao longo desse tempo muitos trabalhos foram feitos de preparação do turismo, do empresariado, da capacidade técnica do atendimento, da qualidade do serviço do produto que estamos oferecendo, da promoção do Estado tanto no mercado nacional como no mercado internacional, a vinda dessas pessoas para cá, operadoras, jornalistas e que em função do que foi feito despertaram neles o interesse de conhecer in loco o que era Mato Grosso do Sul e qual a estrutura que dispomos. Na nossa avaliação, a Feira hoje vem culminar tudo isso e traz um peso muito forte de todo o trabalho desenvolvido ao longo desses anos e toda esse esforço conjunto que todas as entidades e os profissionais de turismo desempenharam.

 

 

Que avaliação pode ser feita do turismo no Estado e quais os aspectos positivos e negativos? Temos muito mais aspectos positivos do que negativos e isso porque hoje o turismo já é visto como uma economia forte, pujante e que pode, com certeza, ser uma das várias vertentes econômicas do Estado. O turismo hoje está extremamente profissionalizado em Mato Grosso do Sul. O envolvimento de todos aqueles que trabalham com o turismo é visto de uma forma diferente e o Estado ganhou uma projeção nacional e estamos caminhando para uma projeção internacional, até porque quando a Embratur (Empresa Brasileira de Turismo) faz um levantamento com o turista estrangeiro ela aponta Bonito e Pantanal como um dos principais produtos do Brasil, significa que também já estamos tendo o reconhecimento internacional.

 

 

Qual representatividade do turismo enquanto fonte de renda? Nós ainda não temos como mensurar e dizer o que o turismo hoje representa tantos por cento do PIB (Produto Interno Bruto) ou que a balança comercial do Estado em relação ao turismo significa tanto. Hoje não temos como assegurar námeros para isso, mas já estamos muito próximo disso, uma vez que existe uma metodologia da Organização Mundial de Turismo que se chama Conta Satélite, que a partir do momento em que for implementada já nos dará condições para começarmos a mensurar, nos dizendo quantos empregos o setor está gerando, qual o percentual no Estado, qual o setor na balança comercial. A Organização Mundial de Turismo diz que no mundo a cada dez empregos um é no setor do turismo. Na minha avaliação, se você pegar o Estado todo você não consegue chegar neste parâmetro, com certeza este námero deve ser maior, algo em torno de 20 por um, lembrando que esta é uma avaliação empã­rica, mas a gente percebe em alguns municã­pios que já trabalham muito fortemente no setor essa realidade pode estar bem próxima. Mas eu tenho também a certeza de que a hora que conseguirmos implementar a Conta Satélite vamos ter condições para detalhar esses námeros. Devemos contar com essa nova metodologia já a partir do ano que vem.

 

 

O Estado está capacitado para o aumento no fluxo de turismo? Está. Hoje a estrutura que nós temos, tanto no Pantanal, em Bonito e em Campo Grande, que precisa aumentar um pouco a rede hoteleira para que a gente possa investir mais na captação de turismo de evento e negócios. ㉠preciso que a Capital invista mais em unidades habitacionais e isso já está acontecendo. A Prefeitura está realizando um bom trabalho, trazendo investidores para cá, a exemplo do que ocorreu recentemente com o lançamento do Holiday In em frente ao Aeroporto, o que já mostra que o mercado comporta. Mas, turisticamente falando, os municã­pios que trabalham com o setor a nossa capacidade hoje temos com tranqã¼ilidade capacidade para aumentar este fluxo, não fluxo centralizado em terminado perã­odo, mas espalhado ao longo do ano, que é o que queremos e é o sonho de todos os empresários do setor, até para manter uma renda constante. Posso afirmar que nossa rede hoteleira está trabalhando com uma captação muito boa e realmente temos poucos leitos em Campo Grande. Hoje a cidade tem aproximadamente quatro mil leitos, o que é pouco para uma Capital e que concentra uma movimentação muito grande de pessoas que vem para tratar de negócios e quando você faz um evento, esta capacidade já está estourada.

 

 

Neste primeiro ano de administração do governador André Puccinelli (PMDB), o que está sendo priorizado no turismo? O governador tem dito em todos os lugares que ele participa, que o turismo é uma das vertentes que ele vai investir como alternativa econômica para Mato Grosso do Sul. Por isso, a gente tem feito ações bastantes preparatórias, porque a intenção é a partir de 2008 investir mais fortemente, para que o Estado desponte turisticamente e o setor realmente movimente a economia. A questão da infra-estrutura tem sido uma prioridade. Há uma convergência com todas as secretarias estaduais, quando repassamos as demandas do turismo para as secretarias para que possamos estar caminhando no direcionamento ánico. Isso tem acontecido porque para o turismo é de extrema importância ter uma infra-estrutura de excelência, que vai de estradas, aeroportos, sinalização, telefonia. As pessoas quando viajam querem ter a certeza de que quando chegar vai poder pegar o telefone e falar com a famã­lia. Toda essa segurança de transporte, de ir e vir, água tratada. Tudo isso passa por outras secretarias, mas que temos que estar sempre nos comunicando.

 

 

A divulgação de Mato Grosso do Sul nos mercados nacional e internacional também tem sido prioridade neste momento? Tem sim. O governador André Puccinelli sido bastante incisivo no sentido de que mostremos para o Brasil e para o mundo que Mato Grosso do Sul é seguro para investimentos, para passeio, para lazer e que temos produtos de qualidade. E não é só mostrar, precisamos dar garantias daquilo que estamos divulgando. Não basta você ser. Tem que mostrar que é. Por isso mesmo estamos estabelecendo uma polã­tica muito forte de comercialização a partir do ano que vem, partindo desta Feira Internacional que acontece agora, porque ela não é anual e sim bienal, para que no ano subseqã¼ente nós possamos ter a possibilidade de trabalhar o mercado que estamos trazendo aqui. Nesta Feira teremos operadores e jornalistas de 15 paã­ses e nós temos que no ano que vem voltar a estes paã­ses e fazer o trabalho comercial para poder fortalecer o mercado lá fora. E esta mesma ação tem que ser feita no Brasil. Não podemos esquecer do mercado interno, que precisa ser trabalhado. Além disso, temos que trabalhar também o sul-mato-grossense, que precisa conhecer Mato Grosso do Sul e a Feira é uma possibilidade para isso. Conhecendo Mato Grosso do Sul, o sul-mato-grossense vai amar o Estado e falar bem dele, o que ajudará na divulgação, inclusive, de que este Estado é o melhor lugar para se viver e para visitar.

 

 

Quanto a FNRH (Ficha Nacional de Registro de Hóspede) está surtindo o efeito desejado e quais os ã­ndices que ela pode oferecer? A FNRH está passando por reformulações que estamos implementando, porque da forma como está agora não atende nossas expectativas por ser uma ficha de papel que o hóspede preenche quando chega num hotel e leva um mês ou dois para chegar aqui para a gente. Quando chega, estas informações já estão defasadas, porque precisamos de informações mais pontuais. Nós começamos há uns dois atrás a trabalhar um programa que nos permitirá termos a ficha on line. O hóspede chega no hotel se cadastra e quando o hotel der “enterâ no computador o cadastro cai automaticamente na Fundação de Turismo, bem como na Delegacia de Proteção ao Turista. Como não conseguimos implementar no ano passado, este ano o Ministério do Turismo escolheu Mato Grosso do Sul como primeiro Estado a ser escolhido para fazer o teste já com um programa semelhante que foi criado para tornar esta ficha on line. Aã­ sim, teremos informações mais precisas e que nos permitirá gerar novas informações, ou seja, como o turista gasta, como ele veio, quem ele trouxe, onde ele ficou, o que ele mais gostou, o que ele sugere, se gostaria de voltar de novo ou não. Nos dará a possibilidade até de dimensionar qual que é o mercado que fornece mais turistas para nós, e aã­ passamos a direcionar nosso marketing para aquele alvo. Ajudará no investimento do marketing.

 

 

O Trem do Pantanal tem previsão de retorno aos trilhos? O Trem do Pantanal a gente está com expectativa muito grande. O governo do Estado conseguiu capitanear dois investidores, um belga e um brasileiro, que estão fazendo uma junção de investimentos e demonstraram muito interesse. Já vieram, realizaram todo o estudo de viabilidade, já apontaram a viabilidade econômica de operação do trem e estamos também num processo em que o governador André Puccinelli conversou com a concessionária para que esses investidores possam operar o trem andando em média de 30 quilômetros por hora. Menos que isso é inviável. Houve uma reunião e a concessionária se comprometeu a melhorar a malha ferroviária nos trechos Campo Grande-Aquidauana e Aquidauana-Miranda. Acreditamos que em 2008 nós já estaremos, provavelmente, com o trem chegando até Miranda. Nos dias 28, 29 e 30 deste mês estaremos recepcionando novamente estes investidores, que serão representados por quatro executivos do grupo belga e dois do grupo brasileiro para uma reunião com o governador e, posteriormente, irão até Corumbá para ver o Trem, que está pronto, todo climatizado e adesivado e querem aproveitar para testá-lo em operação.

 

 

Por falar em Trem do Pantanal, como está a infra-estrutura de transporte para os turistas e quais as condições dos nossos aeroportos? Nós temos hoje os aeroportos de Campo Grande e Corumbá funcionando com vôos regulares, sendo que Corumbá é só de segunda ã  sexta-feira e não temos vôos nos fins de semana e isso é uma dificuldade que nós temos. Bonito saiu agora a licença e o governador já autorizou a obra de construção do terminal de passageiros. Acreditamos que até o fim do primeiro semestre do ano que vem já estaremos com o aeroporto de Bonito funcionando 100%. Opera hoje com vôos fretados e não com vôos regulares, mas existe já um encaminhamento com algumas companhias aéreas para termos os vôos nos fins de semana em Corumbá, que merece, por ter um fluxo considerável. E pela avaliação que fizemos detectamos ser possã­vel os vôos nos fins de semana em Corumbá. A outra é trabalhar o aeroporto de Bonito com vôos diários, até para viabilizar o Centro de Convenções que lá foi inaugurado. ㉠um investimento privado, mas de extrema importância para Mato Grosso do Sul e Bonito e que nós precisamos agora de ter essas linhas regulares acontecendo para que possamos realizar mais eventos e mais turistas, até para que a sazionalidade seja menor.

 

 

O prefeito de Bonito, José Arthur Figueiredo, diz que o aeroporto na cidade beneficiará toda a região. A senhora concorda? Claro que sim. Porque quando o turista vai a Bonito, ele passa a ter a possibilidade de conhecer também Jardim, Bodoquena, vai até Bela Vista. Hoje já há operadores em Bonito que disponibilizam visitas a Bela Vista para fazer compras no Paraguai. ㉠um novo roteiro opcional. Então toda a região passa a ser beneficiada com o aeroporto.

 

 

Ainda na questão do transporte, os turistas que chegam a Campo Grande reclamam do námero reduzido de táxis no aeroporto. Como pode ser resolvido esse problema? Este é um problema que já está sendo resolvido. O ponto é uma concessão da Prefeitura de Campo Grande, que recentemente promoveu um reordenamento nos pontos de táxis da área central e destinou alguns táxis para reforçar o ponto do aeroporto. E a Prefeitura também está disposta a ampliar a concessão naquele ponto.

 

 

Qual a avaliação que a senhora faz hoje do turismo rural? O turismo rural faz parte de todo este contexto. Em Mato Grosso do Sul ele é diferente do turismo rural em outros Estados, porque não se limita a propriedades. Ele acontece no espaço rural, onde acontece o eco-turismo, turismo de aventura e de lazer. ㉠claro que grande parte acontece em propriedades rurais. Aqui, o turismo rural mistura as atividades corriqueiras de uma fazenda a outras atividades turã­sticas e isso é extrema importância. Campo Grande, por exemplo, tem feito um trabalho belã­ssimo com o turismo rural, sobretudo em pequenas propriedades em torno da cidade, o que vem fortalecendo e diversificando a economia e a renda desses proprietários.

 

 

O forte do turismo em Campo Grande é o turismo de eventos e negócios? Além disso, Campo Grande se caracteriza pelo turismo de eventos e negócios e que vem contribuindo de forma significativa com todo o Estado. Quem vem para eventos ou negócios em Campo Grande, acaba indo ao Pantanal, para Bonito e outras regiões turã­sticas. Só que o turismo rural também está em evolução. Aliás, as pequenas propriedades em torno da cidade estão se transformando em opção de lazer não só para o turista que vem para eventos e negócios, como para os próprios campo-grandenses.

 

 

Além de Corumbá e Bonito, quais outras cidades são opções turã­sticas no Estado e que tipo de trabalho está sendo desenvolvido para torná-las mais conhecidas? Estamos trabalhando com as nossas sete regiões turã­sticas: Campo Grande e região; região do Pantanal; Bonito-Serra da Bodoquena; Costa Leste que envolve Três Lagoas, Paranaã­ba, Aparecida do Taboado, água Clara etc; Caminhos da Fronteira que envolve Ponta Porã, Dourados etc; Nova Andradina e região e a Rota Norte. E para grande surpresa nossa, em função da Feira Internacional, todas elas estão muito bem cotadas. Na Rota Norte, por exemplo, fizemos uma visita técnica numa operadora para fazer a validação do roteiro e foram aprovados 11 roteiros turã­sticos nesta região e dentre eles um vai para a rodada internacional de negócios. Isso significa que na Rota Norte já temos um roteiro que pode ser operado internacionalmente. Esta semana estamos com a equipe indo para a Costa Leste analisando o roteiro deles em busca da validação para que possam ir para o salão de turismo. Além da Feira Internacional, estamos começando a focar as regiões e elaborando o planejamento estratégico do Estado para 2008-2020. A partir daã­ elaboramos alguns planos como o de marketing, da capacitação, comercialização, captação de investimento e captação de investidores. Estes planos todos serão por região turã­stica, respeitando as peculiaridades, potencialidades e caracterã­sticas de cada uma delas. Com isso vamos direcionar e ter uma polã­tica bem clara e bem definida para cada região.


Jorge Franco
Foto: Luciana Aguiar

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