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Olimpíadas 2008 - 14/08/2008 - 09h09

Brasil faz festa em Pequim com o bronze de Cielo na natação




Por Redação Pantanal News/COB (Comitê Olímpico Brasileiro)

O nadador Cesar Ciello acrescentou o verde e o amarelo à paisagem azul e branca do Cubo D'Água, o imponente parque aquático dos Jogos Olímpicos Pequim 2008. No melhor estilo Fernando Scherer em Atlanta-96, ele caiu na água na mesma raia 8 e arrancou para a medalha de bronze, recolocando a natação brasileira no pódio olímpico, após passar em branco em Atenas-2004. E a prova, os 100m livre, nem é a sua preferida, o que aumenta a esperança do torcedor para os 50m livre, cujas finais serão disputadas neste sábado, 16 de agosto.

A última medalha conquistada pelo Brasil na natação havia sido em Sydney-2000, quando o revezamento 4x100m livre garantiu o bronze. No individual, os últimos nadadores brasileiros a experimentar a glória olímpica foram justamente Scherer, o "Xuxa", bronze nos 50m livre, e Gustavo Borges, prata nos 200m livre e bronze nos 100m livre, nos Jogos de Atlanta.

"É muito bom colocar a natação do Brasil de novo no pódio. O Ricardo até comentou comigo: 'raia 8, final olímpica, não sei não, acho que já vi esse filme'. E foi o que aconteceu", explicou o nadador, comentando sobre a conversa que teve antes da prova com o supervisor técnico da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos, Ricardo de Moura.

Do término da prova até a comemoração pela conquista da medalha, Cielo viveu instantes de angústia. Quando olhou para o placar, verificou que seu nome aparecia na quarta colocação. Aí, pensou que havia se repetido o que ocorrera no Mundial de Melbourne, no ano passado, quando perdeu a medalha de bronze nos mesmos 100m livre por apenas um centésimo de segundo. "Fiquei muito frustrado daquela vez e cheguei a acreditar que isso havia ocorrido novamente aqui nos Jogos Olímpicos. Mas, logo depois, reparei que ao lado do meu nome aparecia o número três. Só então comemorei", explicou.

A medalha aumentou a confiança de Cielo para sua melhor prova: os 50m livre. E pelo que fez nas eliminatórias da prova mais rápida da natação, nesta quinta-feira à tarde, a esperança do nadador tem razão de ser. Ele bateu o recorde olímpico em sua série eliminatória, embora tenha sido superado pelo francês Amaury Leveaux na bateria seguinte.

Cielo cravou 21s47, 44 centésimos abaixo da marca estabelecida pelo russo Alexander Popov em Barcelona 92, enquanto o francês foi um centesimo mais rápido. O desempenho do brasileiro na prova, no entanto, comprova sua condição de favorito à medalha. "A prova dos 50m livre é assim mesmo. Um centésimo faz a alegria e a desgraça de muita gente", resignou-se o brasileiro. Nicholas Santos também se classificou para as semifinais dos 50m livre, com o quarto melhor tempo de sua bateria (a mesma de Cielo) e 11º no geral: 22s00. "Na semifinal, o tempo abaixo dos vinte e dois segundos sai", prometeu.

Outra esperança de medalha da natação brasileira em Pequim 2008, Thiago Pereira também fez o dever de casa nesta quinta-feira (14). Nas semifinais, ele cumpriu o objetivo de baixar o tempo que havia conseguido nas eliminatórias e conquistou a classificação para a final dos 200m medley, sua prova preferida, com a terceira melhor marca do dia.

"Estou me concentrando no meu tempo. Meu objetivo é baixar o meu recorde sul-americano, conquistado no Pan do Rio, no ano passado. Se conseguir, vou estar na briga por medalha", prevê o brasileiro, cuja melhor marca é 1min57s76. Thiago acredita ainda haver espaço para diminuir seu tempo na prova: "Dei uma segurada no nado livre, pois percebi que dava para classificar", explicou.

Kaio Márcio, por seu lado, passou às semifinais dos 100m borboleta, com o 16º melhor tempo da fase classificatória. "A prova foi boa, mas errei na virada. De repente, ainda estava com a cabeça nos 200 m", admitiu Kaio, falando sobre a a prova em que ficou em sétimo lugar em Pequim: "Meu objetivo agora é passar para a final e depois ver o que vai acontecer. Meu melhor tempo é do que esse que fiz aqui".

O boxe do Brasil também está próximo de retornar a seus melhores dias. O meio-pesado (até 81kg) Washington Luís da Silva venceu sua segunda luta em Pequim-2008, diante de Bastie Samir, de Gana, e agora só precisa superar o irlandês Kenny Egan, na próxima terça-feira, 19 de agosto, para assegurar, pelo menos, a medalha de bronze. Na modalidade, não há disputa do terceiro lugar. Assim, quem chega à semifinal já garante uma medalha.

Washington pode fazer história em Pequim. A única medalha olímpica do boxe brasileiro foi conquistada na Cidade do México, em 1968, com o peso-mosca Servilio de Oliveira. Seria a volta do Brasil ao pódio depois de 40 anos. Exausto e com o supercílio aberto, o paulista de Diadema creditou seu sucesso na competição à força que seu filho, nascido há seis dias, vem lhe dando e à torcida chinesa. "Lutei aqui no Mundial de 2006 e eles já demonstraram um carinho especial por mim. Cheguei a pensar em meu filho em dois momentos na luta. Ele é uma alegria enorme. Chego a me emocionar quando penso nele", revelou.

No vôlei de praia, Renata e Talita mantiveram a invencibilidade em Pequim 2008, ao derrotarem as gregas Karantasiou e Arvaniti por 2 a 0. Com três vitórias e apenas um set perdido, as brasileiras confirmaram o primeiro lugar do Grupo F e a possibilidade de enfrentar uma dupla que não figura na lista de candidatas à medalha.

Já Márcio e Fábio Luiz venceram os russos Barsuk e Kolodinskiy por 2 a 0 e conquistaram a vaga para as oitavas-de-final na segunda colocação do grupo D, atrás dos austríacos Doppler e Gartmayer, que derrotaram os brasileiros. "Quando as coisas estão difíceis é que a gente mais se supera", disse Fábio, destaque do jogo.

A partir da próxima fase, os jogos são eliminatórios e tanto Márcio quanto Fábio mostram estar tranqüilos para administrar a pressão. "Agora é que realmente começa. Perdemos quando podíamos perder", disse Fábio. "Em Jogos Olímpicos, o bicho-papão são os próprios Jogos. Se você consegue não se assustar, passa a ser você o bicho-papão", completou Márcio.

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