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Agronegócios - 12/01/2018 - 08h35

Projeção de aumento no consumo de soja deixa produtores otimistas




Por Ricardo Campos Jr. do Campo Grande News / Redação Pantanal News

Principal cliente de MS, China deve importar mais de 96 milhões de toneladas do grão.

Plantação de soja na cidade de Terenos (Foto: Marcos Ermínio)Plantação de soja na cidade de Terenos (Foto: Marcos Ermínio)

Projeções de aumento na importação de soja pela China e no consumo interno do grão deixam otimistas os produtores de Mato Grosso do Sul para a safra 2017/2018. O estado será o único no Brasil com aumento de produção este ano, devendo colher 8,7 milhões de toneladas segundo a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento).

Luiz Gama, analista de economia do Sistema Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de MS), afirma que o país asiático é o principal cliente do estado, sendo responsável por comprar 85% da soja sul-mato-grossense.

“Este ano a China deverá importar mais de 96 milhões de toneladas, pois ela está passando por uma transformação econômica. Houve aumento na renda das famílias daquele país. A soja e o milho compõem a ração principalmente de suínos, cujo rebanho por lá está maior”, explica.

O analista acrescenta que a oferta do grão no mundo também deverá ser maior, em razão do aumento de produção nos países produtores. Com a demanda aquecida, o preço deverá se manter no patamar atual, cerca de U$ 10 por bushel (27,215 kg).

Soja colhida em MS na safra passada; este ano a produção deve aumentar em Mato Grosso do Sul  segundo a Conab(Foto: Marcos Ermínio)Soja colhida em MS na safra passada; este ano a produção deve aumentar em Mato Grosso do Sul segundo a Conab(Foto: Marcos Ermínio)

Mercado – O aumento na mistura do biodiesel no Brasil também favorecerá o mercado da soja, já que o produto corresponde de 75% a 80% da matéria-prima usada na fabricação do combustível. “Será meio milhão de toneladas só para atender a essa demanda”, diz Gama.

O analista faz, contudo, um alerta para que os produtores possam otimizar os resultados. “A questão vai ser eles terem bastante atenção ao câmbio e aos custos da produção. Houve queda nos gastos com insumos por conta de uma redução nacional, mas aumento nas operações agrícolas”, afirma.

A composição dos preços vai depender do resultado de uma análise sobre a produção nos países que concorrem com o Brasil no mercado externo. Por enquanto, nos primeiros dez dias de janeiro a saca custava R$ 63,50. No decorrer desse período houve alta de 2% no valor médio.

Estimativa - De acordo com a Conab, a área plantada com soja em Mato Grosso do Sul é de 2.640,8 mil hectares, 4,7% superior ao da safra passada. A produtividade, no entanto, deve cair 3,1%, de 3,4 mil quilos por hectare para 2,29 quilos por hectare.

A lavoura de soja em Mato Grosso do Sul “se encontra nos estádios de desenvolvimento vegetativo e floração”, conforme nota a Conab. “Na microrregião de Iguatemi, ao sul do estado, onde a soja é plantada mais cedo em comparação às outras regiões produtoras, cerca de 33% das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo, 44% em floração e 23% em frutificação. Já na microrregião do Alto Taquari e Cassilândia, ao norte do estado, atualmente 55% estão em desenvolvimento vegetativo, 41% em floração e 4% em frutificação”, acrecenta. 

 

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