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Internacional - 11/09/2017 - 14h23

Distantes, moradores de MS vivem angústia com parentes nos EUA




Por Paulo Nonato de Souza do Campo Grande News / Redação Pantanal News

 O Irma deixou um rastro de destruição e quatro mortos nos Estados Unidos e 10 em Cuba (Foto: Carlos Barria/Reuters)

O Irma deixou um rastro de destruição e quatro mortos nos Estados Unidos e 10 em Cuba (Foto: Carlos Barria/Reuters)

Tensão, nervosismo e muita preocupação. Assim foi o final de semana de familiares de campo-grandenses que vivem na região por onde passou o furacão Irma, no sul do Estado da Flórida, nos Estados Unidos, deixando um saldo de quatro mortos em solo americano e 10 em Cuba, além de destruição e mais de 5,8 milhões de pessoas sem luz.

Adriane dos Reis disse que acompanhou por relatos de vídeos o drama da irmã Joselina dos Reis, há 10 anos nos Estados Unidos e atualmente morando em Plantation, distante 36 km de Boca Raton, na região de Miami, justamente no caminho do Irma.

Até pela falta de experiência em furacão, por ser um fenômeno fora da realidade brasileira, a tensão pelo desconhecido só faz aumentar. Segundo ela, todos da família em Campo Grande ficaram muito preocupados com o que poderia acontecer com Joselina.

“Ficamos todos muito tensos. Ela ligava direto, várias vezes ao dia, para contar como estava lá, e ontem inclusive ligou para dizer que iria ficar sem energia elétrica. Ela me mandava vídeos relatando sobre o furacão. Foi tudo muito difícil”, disse Adriane.

Sônia Alice Cerri da Silva, que tem dois filhos – João Anderson da Silva, há dois anos, e Cleber Roberto da Silva (há 18 anos), além de quatro netos e noras, morando em Boca Raton, distante 75 km de Miami, contou ao Campo Grande News que se valeu do celular para se manter bem informada.

O campo-grandense João Anderson, de verde, e seu vizinho americano Mark, nos preparativos antes da chegada do furacão (Foto: Arquivo Pessoal)O campo-grandense João Anderson, de verde, e seu vizinho americano Mark, nos preparativos antes da chegada do furacão (Foto: Arquivo Pessoal)

“Fiquei o tempo todo no celular, e nessas horas não basta trocar mensagens de whatsapp, a gente quer é ouvir a voz. A tensão só aumentou quando o meu filho João Anderson avisou que só estava com 30% de carga no telefone dele, a qualquer momento ficaria sem energia elétrica e não teria como recarregar”, comentou Sônia Alice Cerri da Silva.

Após passar pelo Caribe e Cuba, o furacão Irma atingiu o sul da Flórida entre a noite de sábado, 9, e a manhã de domingo, 10, mas a expectativa e a preocupação já tomava conta de moradores, turistas e familiares havia mais de uma semana.

“Agora estamos melhor, mais aliviados, mas esses últimos dias foram de muita tensão e preocupação. Fiquei o tempotodo no celular, tentando a todo momento saber se estavam bem, se estavam em algum lugar humanamente seguro, o que é difícil quando se trata de fenômeno da natureza”, disse Sônia.

 
Cleber Roberto da Silva, à direita de camisa preta, com toda a família, e amigos mineiros, cariocas e um americano foram se refugiar do furacão em Nashville, no TennesseeCleber Roberto da Silva, à direita de camisa preta, com toda a família, e amigos mineiros, cariocas e um americano foram se refugiar do furacão em Nashville, no Tennessee

Dos seus dois filhos, apenas João Anderson optou por permanecer em Boca Raton e se confinar em casa. Cleber Roberto da Silva preferiu pegar a estrada com a esposa e os três filhos, cruzou os estados da Georgia, Alabama e da Carolina do Sul, e foi parar em Nashville, no Tennessee, distante 1.401 km rota do furacão. Ele viajou de carro com toda a família e ainda teve que levar água e comida.

“Quem optou por ficar teve que se trancar em casa ou nos abrigos. Tivemos toque de recolher a partir do meio dia de sábado e ninguém podia mais se locomover. Antes da chegada do furacão a gente se preparou para que não faltasse nada, então armazenamos água e comida. Água não faltou, mas ficamos sem energia elétrica. O furacão chegou, entrou noite adentro, e por volta de meia noite não chovia mais, só ventava muito forte, mas agora já está bem tranquilo”, contou João Anderson.

O Irma chegou a ser um furacão de categoria 5, a mais alta da escala Saffir-Simpson, foi reduzido no início da tarde de ontem à categoria 3 com ventos de 195 km/h, e às 17 horas (horário de Mato Grosso do Sul) para a categoria 2, e nesta segunda-feira, o furação perdeu força e se transformou em tempestade tropical, segundo o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos.

“Graças a Deus agora está tudo bem. Agora vamos começar a pegar a estrada de volta, só que no momento tem muita tempestade, chuva e vento forte, mas a gente vai tentar ir. Provavelmente muitas estradas vão estar fechadas porque o governo fecha para poder retirar os destroços, tem muita árvore caída nas estradas, e a informação que a gente teve agora é de que está tudo fechado e ninguém pode entrar no estado da Flórida”, relatou Cleber Roberto da Silva nesta manhã de segunda-feira.

A casa de João Anderson da Silva protegida com tapumes para suportar a força do vento do furaçãoA casa de João Anderson da Silva protegida com tapumes para suportar a força do vento do furação

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