zap
   

especiais

seções

colunistas

blogs

enquete

Na sua opinião, o Pantanal já sente os efeitos do desmatamento?
Sim
Não
Não sei
Ver resultados

tempo

newsletter

receba nosso newsletters
   
Rádio Independente

expediente

Pantanal News ®
A notícia com velocidade, transparência e honestidade.

Diretora-Geral
Tereza Cristina Vaz
direcao@pantanalnews.com.br

Editor
Armando de Amorim Anache
armando@pantanalnews.com.br
jornalismo@pantanalnews.com.br

Webmaster
Jameson K. D. d'Amorim
webmaster@pantanalnews.com.br

Redação, administração e publicidade:
Aquidauana:
Rua 15 de Agosto, 98 B
Bairro Alto - CEP 79200-000,
Aquidauana, MS
Telefone/Fax (67) 3241-3788
redacao@pantanalnews.com.br

Escritório:
Corumbá:
Rua De Lamare, 1276 - Centro
CEP 79330-040, Corumbá, MS
Telefone: (67) 9235-0615
comercial@pantanalnews.com.br
pantanalnews4@terra.com.br

 
Agronegócios - 04/08/2017 - 10h34

Embrapa traça perfil produtivo da região pantaneira

Estudos investigam características econômicas e ambientais do Pantanal




Divulgação

Por Assessoria Embrapa / Redação Pantanal News

 A grande diversidade ambiental do bioma pantaneiro permitiu que a região passasse por diversos ciclos econômicos em sua história. Durante palestras, reuniões e visitas realizadas no estado de Mato Grosso em parceria com a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato) e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Estado de Mato Grosso (SENAR/MT), representantes da Embrapa Pantanal discutiram as características ambientais e econômicas do bioma com estudantes, técnicos e produtores rurais.

Localizado no centro-oeste, o Pantanal tem cerca de 140 mil km² em sua porção brasileira e 200 mil km ² de extensão total, segundo o pesquisador José Comastri Filho, da Embrapa Pantanal. Ele é dividido em 11 sub-regiões presentes em sete municípios de MT e 16 cidades do MS. Atualmente, sua produção agropecuária conta com a produção agrícola de subsistência na planície pantaneira, agricultura familiar e commodities do agronegócio na parte alta do bioma. A produção pesqueira chega a 2,5 mil toneladas de peixes anualmente. Já a bovina produz cerca de 3,9 milhões de cabeças na planície, com quase um milhão de bezerros e 234 mil bovinos adultos de descarte por ano.

Economia e história

“O ciclo econômico do ouro foi o primeiro na região. Depois, veio o da cana-de-açúcar, seguido pelo das charqueadas quando a produção de cana deixou de ser atrativa (em função do alto custo e da concorrência com a produção de açúcar de beterraba em países da Europa). A transformação das usinas em grandes fazendas iniciou o ciclo das charqueadas, aproveitando a grande quantidade de gado na região, e depois disso entramos no ciclo da pecuária, que remonta ao século 18 e continua até hoje”, conta o pesquisador.

Para Comastri, a venda de boi magro trouxe um grande potencial econômico ao Pantanal no passado. Os animais eram comercializados para recria e engorda nas pastagens do noroeste paulista e do triângulo mineiro. Hoje, os pecuaristas apostam na produção de bezerros e bezerras de qualidade, afirma, para atender às demandas do novo ciclo – investindo em melhores índices zootécnicos e na diversificação da atividade com o apoio de tecnologias desenvolvidas por instituições como a Embrapa. “Melhoramos a relação touro-vaca, que passou de um touro para dez vacas e chegou a um touro para até 30 vacas, dependendo da qualidade da pastagem, por exemplo”.

Profissionalização da pecuária

Técnicas como o uso da Inseminação artificial em tempo fixo – IATF (que programa a inseminação de vários animais em um mesmo período para otimizar o trabalho) tiveram grande impacto, segundo o pesquisador, no aumento das taxas de natalidade registradas pela Embrapa na região: os índices de vacas prenhas foram de 50% - 55% a 65% - 70%. O objetivo é elevar essas taxas a até 90%. “O uso da IATF tem vários adeptos. A tecnologia busca produzir animais de qualidade com a melhora dos índices de natalidade, favorecendo a vida útil dessas vacas”.

Comastri cita, ainda, outros recursos elaborados recomendados pela instituição que podem beneficiar a produção pecuária local, como a desmama precoce, o uso de genética melhorada e o fornecimento de pastagens – nativas ou cultivadas, dependendo de cada propriedade – de qualidade aos rebanhos. O suporte alimentar, de acordo com o pesquisador, é fundamental para permitir a expressão de uma boa genética no campo e as boas práticas de manejo são um fator importante, neste caso: evitar o desmatamento indiscriminado e ajustar a taxa de lotação das pastagens podem fazer toda a diferença na boa nutrição dos animais. “No geral, o Pantanal é um bioma que tem um índice de produtividade muito bom, muito alto”, finaliza.

Compartilhe


Deixe o seu comentário

Todos os campos obrigatórios. Seu e-mail não será publicado.

Nome:

E-mail:

Seu comentário:
Sistema antispam

Digite aqui o código acima para confirmar:


 

area
Comentários
 
Últimas notícias do canal
19/10/2017 - 10h41
Área semeada de soja em MS ultrapassa 814 mil hectares
19/10/2017 - 09h00
Hortaliças seguem mais baratas e frutas têm aumento de preço em setembro
17/10/2017 - 10h25
Conab assina oito novos contratos com agricultores familiares em MS
17/10/2017 - 10h24
Compostos extraídos da gravioleira têm potencial ação inseticida e antitumoral
11/10/2017 - 07h58
Produção de mudas, coleta de sementes e legislação ambiental são tema de curso em Aquidauana
 
Últimas notícias do site
23/10/2017 - 09h54
Prefeito de Corumbá representa o Brasil em seminário internacional do FONPLATA sobre hidrovia
23/10/2017 - 08h55
Semana em MS começa com 169 vagas em concursos públicos
23/10/2017 - 07h41
PMA e parceiros realizam Educação Ambiental para alunos em escolas ribeirinhas e indígenas
23/10/2017 - 07h40
Em oito dias, Mato Grosso do Sul registra queda de 55 mil raios
23/10/2017 - 07h02
Medidas anunciadas por Temer farão ressurgir o rio Taquari, diz Ruiter
 

88

Untitled Document
 ® 2009  

CPN - Central Pantaneira de Notícias
PantanalNEWS - Marca registrada 1998-2009
Todos os direitos reservados.