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Meio ambiente - 05/05/2017 - 06h08

Rota das Monções: passeio em MS para conhecer exploração dos índios e do ouro no século XVII

Além disso, turista pode desfrutar da natureza e conhecer a vida e a cultura da comunidade ribeirinha.




Por Juliene Katayama do G1 MS / Redação Pantanal News

O rio Coxim é um rio histórico que foi massivamente utilizado nos séculos XVII e XVIII pelos escoteiros brasileiros para escravizar índios nativos, explorar ouro e, mais tarde, diamantes, no extremo oeste do Brasil. Esse movimento histórico, conhecido como “Caminho dos Historiadores”, pode ser recordado com a Rota das Monções.

O passeio faz parte de um pacote de passeio de dois dias e uma noite, basicamente em excursão fluvial em barco de alumínio aberto na vazante dos rios Coxim e Jauru, chegando ao rio Taquari no final.

Para passar a noite, a hospedagem é na Aldeia dos Diamantes, onde o grupo pode desfrutar de antigas práticas do trabalho cotidiano ainda relacionadas com a Velha Monção, além de se alimentar e dormir com os moradores locais.

 
Cachoeira das Palmeiras, um dos locais em Coxim (Foto: Prefeitura de Coxim/Divulgação) Cachoeira das Palmeiras, um dos locais em Coxim (Foto: Prefeitura de Coxim/Divulgação)

Cachoeira das Palmeiras, um dos locais em Coxim (Foto: Prefeitura de Coxim/Divulgação)

Segundo o gerente Municipal de Turismo Ariel Albrecht, o passeio é mais procurado por estrangeiros do que por brasileiros. "Recebemos grupos de todas as partes do mundo, mas mais europeus", afirmou.

O australiano Peter Manson, 55 anos, mora em Coxim há 12 anos, mas só fez o passeio quando a irmã e o cunhado vieram visitar há alguns anos. “Eu, minha irmã e meu cunhado gostamos muito. A sensação de andar de barco em um rio isolado, sem muito sinal de vida. Vimos uns pássaros que é difícil de ver”, contou o tradutor.

azendas e aldeias estabelecidas na região norte do estado e deu à luz as cidades e as localidades rurais dos dias atuais, como a cidade de Coxim.

 
Passeio inclui a parte história dos moçoeiros (Foto: Prefeitura de Coxim/Divulgação) Passeio inclui a parte história dos moçoeiros (Foto: Prefeitura de Coxim/Divulgação)

Passeio inclui a parte história dos moçoeiros (Foto: Prefeitura de Coxim/Divulgação)

Além da parte histórica, durante o percurso até a aldeia são feitas paradas para os turistas tomarem banho de rio e de cachoeira. As tão famosas minas de diamantes que levaram muitas pessoas para a região ficam perto do rio Jauru e o grupo vai caminhando para contemplar o trabalho dos mineiros.

“Paisagem muito interessante, descemos pelo rio Coxim, tem bastante paredão. Depois dormimos em Jauru. Vimos os garimpeiros, o vilarejo e descemos o rio Jauru, que tem bastante formação rochosa”, disse o australiano.

Segundo a Fundação de Turismo de Coxim, os animais mais vistos no caminho são a cegonha, arara, tucano, peixe, macaco, papagaio, periquito, águas marinhas, abutre e um pouco outros. Os animais vistos ocasionalmente são jaguatirica, a lontra, o tapirus e a arara-azul-grande.

O passeio é feito com grupo de até seis pessoas e começa às 7h do primeiro dia e termina às 19h do segundo dia. O valor é de R$ 1.550 por pessoa.

 
Vila dos Diamantes onde os turistas ficam hospedados (Foto: Prefeitura de Coxim/Divulgação) Vila dos Diamantes onde os turistas ficam hospedados (Foto: Prefeitura de Coxim/Divulgação)

Vila dos Diamantes onde os turistas ficam hospedados (Foto: Prefeitura de Coxim/Divulgação)

Vila dos Diamantes

Os visitantes podem experimentar por mais tempo a dura vida cotidiana de uma aldeia isolada como Jauru, também chamada de Vila dos Diamantes. Há um programa de três dias e duas noites na comunidade rural tradicional de mineiros, pescadores e pequenos pecuaristas.

A vila apareceu pela primeira vez na década de 1870, logo após o fim da Guerra do Paraguai, quando o governo brasileiro concedeu uma concessão mineira no rio Jauru a uma empresa britânica, que faliu muito rapidamente.

Hospedar-se lá permite ao visitante praticar algumas atividades diárias e, talvez, encontrar o próprio diamante ou safira azul. O turista sente-se isolado do resto do mundo, vivendo entre mineiros, pescadores e fazendeiros por alguns dias.

Uma noite é reservada para um happy hour local em um dos poucos "pubs" da aldeia. E uma manhã para observação de animais como a arara-azul-gigante. Se for período de aula, há visita à escola rural local onde as crianças desenvolvem uma percepção diferente do mundo fora da aldeia.

Para viver essa experiência por três dias e duas noites o custo por pessoa é de R$ 950. Para o grupo de seis pessoas o valor é de R$ 2.300.

Serviço
Os interessados nos passeios podem obter mais informações no Centro de Atendimento ao Turista, localizado na rua Antônio Albuquerque, 100 - Centro de Coxim ou pelo telefone (67) 3291-1143 ou 99959-6678.

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