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Artigos - 24/04/2017 - 09h53

Dr. Francisco Cavalcante Mangabeira – Parte V




Fotos: Divulgação




Por Hiram Reis e Silva*

 Hiram Reis e Silva, Bagé, RS, 24 de abril de 2017. 

O ‒ “Hostiário” ‒ correspondia, pois, à profética anunciação que dele proclamou Múcio Teixeira. Com especialidade na juventude das escolas superiores da Bahia. É bem dito que o berço do gênio, como o de Hércules, é cercado de serpentes [Charles Nodier]. Se, de fato, fadas tutelaram o nascimento do poeta, augurando-lhe uma venturosa travessia na vida da arte, é certo também que serpentes lhe acompanha­ram os passos, por toda a parte.

A proclamação ruidosa que Múcio Teixeira lançou ‒ poeta iluminado com a previsão de profeta ‒ real­mente fez anunciar o advento do artista, porque o poeta já estava por si mesmo armado de cavaleiro, de ponto em branco (elegante).

Mas, prejudicou-lhe a simpatia para outros muitos, que se apaixonaram com as exterioridades bizarras da estranha criação artística.

A estreia de Francisco Mangabeira fundamentou a divisão dos moços contemporâneos em duas correntes, não para que se lhe desse competidor, mas para que se lhe distribuíssem simpatias maiores e menores... Foi, entretanto, mais numerosa a corrente das simpatias. E o poeta, na verdade, ficou para sempre popularizado nas academias de seu tempo.

Dona Leonor

(Mangabeira, 1900)

 

Da guerra o monstro estertora (agoniza)

Sob os pés do anjo da paz,
Que lembra Nossa Senhora
esmagando Satanás.

 

Partiu o poeta entre os primeiros acadêmicos, de vários anos do curso médico, para os hospitais de sangue, nas circunvizinhanças de Canudos, onde, acastelado, entre defesas naturais, Antonio Maciel, sob o vulgo apavorante de Antonio Conselheiro, fez resistência, durante perto de um ano, aos soldados da República. Na mesma turma de destemidos, seguiu com o rumo do poeta, o seu irmão Carlos Mangabeira. A partida ocorreu na tarde de 27.07.1897, por volta das duas horas, embarcados todos em um carro de primeira classe, tirado pela locomotiva número 18, que, as sete horas da noite do mesmo dia, se deteve na estação da cidade de Alagoinhas, no Norte da Bahia. E essa partida foi uma das cenas mais tocantes a que já assistimos.

Francisco Mangabeira recebia, a todos os instantes, impressões desconhecidas, mas que fundo sulcavam a sua retentiva (memória), afim de, mais tarde, servirem de germens ao seu livro ‒ “Tragédia Épica” ‒ que, não sendo criado com as originalidades com que o fora o ‒ “Hostiário” ‒ contudo mereceu críticas mais fortes, a começar por mal entendida impropriedade de seu título, e a terminar por inexpressivas condenações de imagens e de metro.

Por toda parte daquele trajeto, em demanda de Canudos, Mangabeira colheu inspirações, cada vez mais poderosas para o seu estro, e mais legítimas para a sua poesia.

Toda a viagem foi tormentosa: um verdadeiro viático (penitência) de surpresas a de aborreci­mentos, não obstante o entusiasmo febril da moci­dade. Em Alagoinhas, foram os abnegados moços homenageados com um banquete. Naquele burburi­nho de ruidosas festas, Francisco manteve a secura de suas linhas fisionômicas, aprofundado, mais do que nunca, porque sempre estivera mergulhado em infinita tristura (tristeza), em cismas, que não o abandonaram jamais. Depois do baile ‒ minuto de alegria naquele século incomensurável de saudades ‒ às quatro horas da madrugada, precipitando-se a desenvolução (desenvolvimento) da viagem que produzia fadigas, embarcavam-se todos e pros­seguiam na marcha, conduzidos pela máquina de número 28, às cinco horas e meia da manhã, indo esbarrar, as 9 horas em Serrinha, onde foi servido um almoço, e de onde repartiram as 10 horas.

As povoações sertanejas recebiam os moços com os alentos de ovações profusas, e todos eles, no aceso dos entusiasmos, vivavam (davam vivas, aclama­vam), por toda a parte, a República, a repelirem a falsa acusação de monarquista com que maldiziam, então, a Bahia. Um escritor expôs assim a primeira decepção daquela mocidade abnegada, ocorrida com a sua chegada a cidade de Queimadas, onde se detiveram às 2 horas da tarde daquele mesmo dia:

Aí já principiamos a sentir pela família o que martiriza o coração e acabrunha o espírito ‒ a saudade; aí já principiamos a sofrer os horrores da guerra e as decepções do homem grosseiro. Era um representante do Exército Nacional quem assim procedia, muito diversamente dos seus ilustres colegas. Era o sr. Comandante da Praça, Major Nemésio de Sá, que, com a grosseria que lhe é característica, dizia, ao cientificarmos-lhe que éramos os acadêmicos de medicina:

‒        Pois bem! Isto aqui é Queimadas! Os senhores procurem seus cômodos. Eu não tenho nenhum, nem posso dar nada!

Incrível! Por esta fúnebre recepção imaginem os leitores o que estava reservado para nós. Não fosse a briosa oficialidade do 24° Batalhão de Infantaria, e teríamos de passar toda a sorte de misérias, ao sabor do sr. Comandante da Praça. Foram eles que nos deram o alimento preciso para a nossa subsis­tência e nos dispensaram tantas finezas, que nos fizeram hipotecar-lhes a nossa gratidão. Logo que chegamos a Queimadas, depois de receber-nos des­sa maneira o sr. Comandante da Praça, procurá­vamos os meios de que podíamos lançar mão, quando se nos apresenta o simpático e ilustre Alferes José L. Sodré Pereira, do 16° de Infantaria, a oferecer-nos a sua casa, que, “embora pequena, poderia comportar todos aqueles que, desinteressa­damente, marchavam pressurosos em defesa do torrão pátrio e que também eram seus colegas”. Alguns ficaram com o Sodré e outros com os demais oficiais do 24°, que, além das muitas amabilidades que nos dispensaram, disseram ‒ “serem todos companheiros de luta”. Eis porque não passamos aí privações idênticas às de Canudos.

Tais foram as primeiras provações, com as quais teve de transigir o espírito sereno de Francisco Mangabeira, para preparar-se em êxtases de artista, com que, mais tarde, orientou a sua bizarra ‒ “Tragédia Épica”.

Mangabeira não foi dos primeiros que partiram de Queimadas, o que não obstou, entretanto, que fosse ele um dos poucos que atingiram o Arraial de Canudos, do que dão testemunho as suas produções dali datadas, e que constituem o seu livro referido, quase todo ali escrito, e todo inspirado nas amarguras daquela épica passagem de sua curta existência.

Aquela peregrinação piedosa do poeta, dando-lhe experiência para mais tarde escrever o seu poema épico, como o escreveu, sob a forma de uma tragédia de transes dolorosos, teve o seu batismo de sangue, quando, acompanhando a brigada que partira do Rio comandada pelo general Miguel M. Girard, e que passava perto do Rancho do Vigário, sob o comando do Major Henrique de Magalhães, a 15 de Agosto, ali sofreu um primeiro ataque da jagunçada, sobre o qual foi que o poeta escreveu o poemeto ‒ “O Batismo de Sangue” e Martins Horcades uma forte impressão realista.

É deste escritor a narrativa seguinte:

No caminho, perto do Rancho do Vigário, teve ela de sustentar forte tiroteio com os jagunços que se achavam ocultos no mato, falecendo, nesta ocasião, os distintos Alferes Arnaud e Tranquillino. Com ela chegaram também os nossos colegas Bomfim de Andrade, Cordeiro Junior, Adriano Fontoura, Francisco Mangabeira, Carlos Mangabeira, Eduardo Cox e Virgílio Braga, muitos dos quais a pé e fatigados da viagem que fizeram desde o lugar do tiroteio, onde perderam quase tudo quanto traziam, devido à confusão que havia feito o gado, esparramado, talvez propositalmente, pelos vaquei­ros que, no dia 1° de outubro, foram encontrados dentro de Canudos.

O poeta, porém, disse o primeiro encontro com o infortúnio da guerra, deste modo eloquentíssimo:

O Batismo de Sangue

(Mangabeira, 1900)

 

Ei-los em meio à estrada... Exaustos e cansados

Atravessam os montes,

Vingam os alcantis, transpõem os valados,

Sob a chama do sol que doira os horizontes.

Quem de longe vê essa estranha mole humana

Viajando no deserto,

Pensa que está fitando alguma caravana

Em busca de um tesouro, há pouco descoberto.

As lanças, a espelhar, centelham sobre os ombros

Dos soldados robustos

Que vão, calmos, pisando os lúgubres escombros

Do incêndio que torrou os míseros arbustos.

Tontos, os animais escondem-se, escutando

O brado das cornetas,

Que soam rudemente, as aves espantando

E espavorindo até as mansas borboletas.

E os soldados lá vão, cheios de atrevimento,

Pelos caminhos broncos,

E dormem afinal, exaustos, ao relento,

Deitados pelo chão, nas pedras e nos troncos.

De noite o acampamento, à luz que se bifurca

Em réstias infinitas

Das barracas, parece uma cidade turca

Feita de palanquins, bazares e mesquitas.

Também pode lembrar por causa das ramagens

Que o escondem, na floresta,

Uma taba feliz de indômitos selvagens,

Acesa, celebrando uma pomposa festa.

Divertem-se e, por fim, quando a corneta soa,

Todos vão à procura

Da barraca, onde o pranto oculto corre à toa

Abrandando a saudade imensa que os tortura.

O acampamento fica ermo e silencioso...

Só se percebe pelas

Barracas escorrer um fluido luminoso,

Que é a piedade da lua e a mágoa das estrelas.

Antes do sol raiar, quando no céu ainda

Fulge a lua prateada

Entre os astros, bem como uma princesa linda,

A corneta já diz o toque de alvorada.

Todos despertam logo... Arreiam-se os cavalos

Impacientes e brutos.

E, sem haver tremor de terra nem abalos,

O acampamento cai em dois ou três minutos.

Viajar de madrugada! Eis a maior delícia

Que a existência entesoura:

A mata canta e cheira, o vento é uma carícia,

E no céu muito azul, a aurora muito loura...

Depois desponta um sol esplêndido, sem tréguas,

Incendiando tudo...

E eles têm que fazer uma porção de léguas

Por este ínvio sertão esbraseado e mudo!

A fome e a sede já os desanimam; vê-se

A ampla língua pendente

Da boca de cada um, babando; e assim parece

Que são como os dragões das lendas do Oriente.

Os soldados, ao ver que o dúlcido (doce) consolo

Para os seus males tarda,

Desesperam, e alguns caem no ardente solo,

Não podendo aguentar o peso da espingarda.

A canícula atroz incendiou os galhos

Das árvores despidas,

Que se quedam de pé como a pedir orvalho

Que as tornem, como sempre, enormes e floridas.

A viagem finda... Eis quando inumeráveis balas

Pérfidas e certeiras

Fazem nos batalhões claros enormes; alas

E mais alas de heróis tombam no chão inteiras...

Ninguém sabe o inimigo, em que lugar se oculta...

E dos bosques em meio

À peleja cruel e pavorosa avulta,

E é cada vez maior o horrível tiroteio.

Quando os soldados vão descarregando fogo,

Reparam que o adversário

Nada sofreu e, sim, as árvores que logo

Se despenham, fazendo um ruído extraordinário.

A luta aumenta: o solo é um Rio ensanguentado

Onde bóiam os mortos...

Como é triste morrer exangue e abandonado,

Sem carinhos! Sem luz! Sem beijos! Sem confortos!

Luzidos batalhões rolam sem vida; os moços

Oficiais feridos

Com as espadas nas mãos revolvem-se nos fossos,

E morrem aclamando os bravos destemidos.

A tropa, sitiada, avança e não recua

Porque ainda lhe resta

Um bando de leões... E, quando surge a lua,

Acampam, afinal, no meio da floresta.

E aí, vendo que a morte arrebatou metade

Dos companheiros, calma,

Eles choram por fim... mas choram de saudade,

Que a saudade é um luar que temos dentro da alma.

Foi assim que Francisco Mangabeira teve a experiên­cia inicial dos horrores da luta fratricida, sob cuja inspiração direta escreveu o seu brilhante poema, em cujas estrofes mais se cantam as virtudes heroi­cas dos vencidos, do que as façanhas canibalescas dos vencedores...

Do seu esforço nesse labor insano, informa o mais vivo testemunho de um seu colega de denodo (valor), Martins Horcades, em seu já referido livro:

Não me demorei, porém, aí, porque, no dia 23, visto não se ter quase o que fazer, fui a Canudos, e pedi ao Dr. Curió, para me desligar da Brigada, afim de ir servir no hospital, pois havia bastante serviço e os colegas que lá estavam viviam bastante fatigados pelas inúmeras e consecutivas noites, que perdiam. Imediatamente foi dado em detalhe do dia o meu desligamento, pelo que eu aí fiquei, morando, então, com os distintos e bons colegas João Pondé e Pedro Albernaz. O hospital tinha muitos doentes e feridos e o serviço estava dividido em quartos, que princi­piavam às 6 horas da manhã e iam até ao outro dia, ficando quem estivesse de quarto obrigado a estar à testa de todo o serviço, quer de noite, quer de dia. Felizmente aí o coleguismo foi extraordinário e a toda prova, tal o critério de Ernesto Teixeira, Francisco Mangabeira, Josefino de Castro, Epaminon­das Gouveia e Joaquim Xavier. Só havia três médicos militares no hospital e nove acadêmicos.

A minutos e a sobranceiro do Arraial de Canudos, jamais a serenidade de ânimo do poeta desapareceu. Ninguém se lhe avantajou na coragem e no afoita­mento. Mas, só ele teve alma para sobreviver, no culto da beleza, àqueles horrores da carnificina de irmãos mal compreendidos em seus ideais de fana­tismo e, por isso mesmo, finalmente assassinados pela civilização... Nesse mesmo hospital, permane­cendo até à destruição de Canudos, foi Mangabeira o assistente do bravo Major Henrique Severiano, até lhe fechar os olhos de sacrificado com um ferimento no estômago, por bala Mannlicher, no assalto final, verificado em 1° de outubro de 1897. (DINIZ)

Mannlicher: fuzil 8 mm projetado pelo austríaco Ferdinand Ritter Vonn Mannlicher. Arma robusta e precisa com alta cadência de fogo. Pesava: 3,80 kg, com um comprimento total de 1.272 mm, compri­mento do cano de 765 mm e um carregador com capacidade para 5 cartuchos. (Hiram Reis) 

DINIZ: Foi dali que o poeta viu a chacina dos vencidos, a que alude em sua – Carta do soldado – com que se iluminaram, como adiante entrará em apreço, as páginas de Tragédia Épica:

Dona Leonor

(Mangabeira, 1900)

 

Da guerra o monstro estertora

Sob os pés do Anjo da Paz,

Que lembra Nossa Senhora

Esmagando Satanaz...

De referência à ação de Francisco Mangabeira em Canudos, depôs Múcio Teixeira:

Tornou-se notável a sua coragem em mais de uma ação, conduzindo nos braços os feridos e os moribundos, que ia levantar do ponto onde caiam, atravessando imperturbável o campo de batalha. Disseram-me os meus velhos amigos Carlos Telles e Dantas Barretto, generais a quem o recomendei, que era assombroso o sangue frio com que o juvenil poeta atravessava as linhas onde era mais nutrido o fogo da fuzilaria; e que, enquanto os soldados se resguardavam nas trincheiras, o poeta nem se lembrava de que tinha o peito exposto às balas, de tão preocupado com a intenção de minorar as dores dos feridos.

Acanhado na roda dos homens, tímido no grupo das mulheres, esquivando-se ao rumor das festas, falando pouco, sempre pensativo e melancólico, com um critério, que lhe desmentia o verdor dos anos, era de uma incomparável audácia nos momentos de perigo e de inexcedível atrevimento nos rasgos da inspiração; dando do seu fogo sagrado um vivo reflexo nas páginas dos seus livros, e da sua bravura exemplos como este: achando-se o seu irmão Carlos, que servia como farmacêutico na ambulância por trás da trincheira negra, onde era maior o perigo, abandonou o seu posto no hospital de sangue e atravessou a linha inimiga até chegar ao ponto a que se destinava.

E nesse estuar (efervescer) de coragem, não se deixou perturbar jamais pelo medo comum e que tantas desvantagens trouxe ao êxito pronto das lutas... O mais belo, pois, do segundo poema de Francisco Mangabeira, colheu ele, como as impres¬sões lídimas (legítimas) de uma chapa de fotografia, no estranho da luta fratricida, durante a qual, se viu o homem rude ter coragem de vir arrebatar à unha a boca de fogo, que destroçava os seus domínios e o exímio caçador, do cimo de uma árvore esguia, der¬rubar numerosos soldados, sem a perca de um tiro, apreendeu também que a força tem um domínio so¬bre a natureza, em virtude da qual só os mais fortes vencem e sempre os menos aptos sucumbem...

Fontes:

 

DINIZ, Almachio. Francisco Mangabeira – Brasil – Rio de Janeiro – Tipografia da Escola Profissional, 1929.

 

MANGABEIRA, Francisco. Ultimas Poesias (Obra Póstuma) – Brasil – Salvador – Oficinas dos dois Mundos, 1906.

(*) Hiram Reis e Silva é Canoeiro, Coronel de Engenharia, Analista de Sistemas, Professor, Palestrante, Historiador, Escritor e Colunista;

Membro do 4° Grupamento de Engenharia do Comando Militar do Sul (CMS)

Ex-Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA);

Ex-Pesquisador do Departamento de Educação e Cultura do Exército (DECEx);

Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS);

Presidente do Instituto dos Docentes do Magistério Militar – RS (IDMM - RS);

Sócio Correspondente da Academia de Letras do Estado de Rondônia (ACLER)

Membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil – RS (AHIMTB – RS);

Membro do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS);

Colaborador Emérito da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG).

Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional (LDN).

E-mail: hiramrsilva@gmail.com;

Blog: desafiandooriomar.blogspot.com.br

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