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Saúde - 19/01/2017 - 09h01

MS tem primeiro caso de febre chikungunya confirmado em 2017

Estado teve 22 casos em 2016 quando foram notificadas 464 suspeitas. Quatro bairros de Campo Grande correm risco de infestação do aedes.




Por Juliene Katayama do G1 MS / Redação Pantanal News

Mato Grosso do Sul registrou o primeiro caso de febre chikungunya em 2017, segundo o boletim epidemiológico da Secretaria do Estado de Saúde (SES), divulgado nesta quarta-feira (18). A confirmação foi em Campo Grande e há um caso suspeito em Bonito, no sul do estado.

Segundo a assessoria da SES, a paciente é uma mulher de 27 anos que foi diagnosticada no dia 2 de janeiro. Conforme informações, ela já recebeu alta. O outro caso ainda aguarda o resultado de confirmação.

A doença é transmitida pelo mosquito aedes aegypti, o mesmo da dengue e o vírus da zika. Conforme a planilha simplificada da dengue, foram 148 notificações este ano. Ainda não houve confirmação e nem mortes.

Campo Grande
Quatro bairros de Campo Grande estão com índice de infestação do mosquito aedes aegypti acima do recomendado pelo Ministério da Saúde, que determina que seja abaixo de 1% para ser satisfatório. Estão em situação de risco, acima de 4%, os bairros Chácara Cachoeira e Noroste, com 6,7%, e Moreninha e Cidade Morena, com 4,4%.

Entre os bairros com menores índices estão Santa Fé, Autonomista, Caiçara e Taveirópolis. Em 2016, foram registrados 28 mil casos de dengue em Campo Grande. Na primeira semana de 2017 já são 21 casos confirmados, mas a dengue não é a única preocupação, já que o mosquito Aedes aegypti também transmite outras doenças como a zika, que tem 10 casos notificados, e a chikungunya, com dois casos suspeitos.

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