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Economia - 14/12/2016 - 16h40

Prefeituras do RJ cortam e reduzem festas de fim de ano

De redução de festas de Réveillon a cancelamento de eventos natalinos, a crise financeira fluminense afetou os festejos na Região Metropolitana.




Por Carlos Brito, G1 Rio / Redação Pantanal News

Réveillon na Orla de Copacabana: este ano, festa terá apenas um palco (Foto: Reprodução/TV Globo)

Réveillon na Orla de Copacabana: este ano, festa terá apenas um palco (Foto: Reprodução/TV Globo)

Os efeitos da crise financeira que atingiu o estado e as cidades do Rio de Janeiro também poderão ser vistos com facilidade nas festas de fim de ano - ou melhor, na ausência ou diminuição desses festejos. Um dos eventos de virada de ano mais famosos do mundo, o réveillon na Praia de Copacabana terá apenas um palco para shows. Para se ter uma ideia da diminuição da verba dedicada ao espetáculo, na festa de 2015, eram três. Ano passado, dois. Os fogos, no entanto, estão garantidos.

A própria Riotur, empresa municipal de turismo responsável pela organização do evento, teve que estender, de 30 de setembro para 8 de dezembro, o prazo para que possíveis patrocinadores apresentassem propostas de participação.

Já em em São Gonçalo, o Natal será mais escuro. A segunda cidade mais populosa do estado - pouco mais de 1 milhão de habitantes segundo o último censo do IBGE - não verá sua principal atração ser realizada este ano. O evento 'Luzes de Natal' - que instalava iluminação especial natalina em bairros do município - não vai acontecer este ano. O motivo? Queda de arrecadação. Segundo informações da prefeitura, as fontes diretas do caixa municipal - impostos como IPTU e ISS - tiveram queda de 80%, o que inviabilizou a realização do evento.

A situação já vinha piorando nos últimos anos. Em 2014, o 'Luzes de Natal' instalou iluminação especial em cinco bairros. No ano passado, esse número caiu para três locais. Este ano, não haverá em nenhum. Com o dinheiro que tem disponível, o executivo municipal pretende apenas concluir algumas obras e pagar salários atrasados - até o fechamento deste texto, o referente ao mês de novembro ainda não havia sido depositado.

Logo ao lado de São Gonçalo, a cidade de Niterói também faz contenções. A festa de Réveillon será redimensionada - para menor. Por conta da redução de despesas e grande queda de arrecadação no município, dos shows aos palcos na Praia de Icaraí, tudo terá de ser reduzido. "Devido à crise dramática no Estado e no País, com reflexos em Niterói, a cidade precisou fazer vários ajustes para economizar o máximo possível sem interferir na qualidade da festa", disse o presidente da Niterói Empresa de Lazer e Turismo, José Haddad. Mesmo com a contenção de gastos, o Réveillon da cidade contará com a apresentação da banda Capital Inicial.

Na Baixada Fluminense, a situação não é diferente: por meio da assessoria de imprensa, a Prefeitura de Nova Iguaçu informou que não haverá nenhum evento festivo - tanto no Natal quanto no Réveillon. O motivo é a crise financeira. Segundo funcionários do município, os salários não são depositados desde setembro. Diante dessa situação, a realização das festas de fim de ano não foram sequer consideradas.

O mesmo ocorre em Duque de Caxias - cidade que, graças aos royalties recebidos da Petrobras por conta da refinaria instalada no município, sempre foi a mais rica da região. Em nota oficial, apesar da tradicional queima de fogos na Praça do Pacificador, no Centro da cidade, a prefeitura informou que a cidade não possui tradição na realização de festas natalinas e de virada de ano. No entanto, funcionários do município disseram ao G1 que o motivo da falta de eventos é mesmo a falta de verbas por conta da crise.

 

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