zap
   

especiais

seções

colunistas

blogs

enquete

Na sua opinião, o Pantanal já sente os efeitos do desmatamento?
Sim
Não
Não sei
Ver resultados

tempo

newsletter

receba nosso newsletters
   
Rádio Independente

expediente

Pantanal News ®
A notícia com velocidade, transparência e honestidade.

Diretora-Geral
Tereza Cristina Vaz
direcao@pantanalnews.com.br

Editor
Armando de Amorim Anache
armando@pantanalnews.com.br
jornalismo@pantanalnews.com.br

Webmaster
Jameson K. D. d'Amorim
webmaster@pantanalnews.com.br

Redação, administração e publicidade:
Aquidauana:
Rua 15 de Agosto, 98 B
Bairro Alto - CEP 79200-000,
Aquidauana, MS
Telefone/Fax (67) 3241-3788
redacao@pantanalnews.com.br

Escritório:
Corumbá:
Rua De Lamare, 1276 - Centro
CEP 79330-040, Corumbá, MS
Telefone: (67) 9235-0615
comercial@pantanalnews.com.br
pantanalnews4@terra.com.br

 
Agronegócios - 08/11/2016 - 08h38

Pesquisa desenvolve primeiro queijo pró-biótico de leite de cabra do Brasil




Queijo fabricado com leite de cabra do tipo boursin com microrganismos de efeito benéfico, chamados pró-bióticos, chegará ao consumidor fluminense no próximo ano. Trata-se do primeiro produto desse tipo no País. Foram realizadas análises sensoriais do alimento com clientes de uma rede de supermercados que o aprovaram. O queijo foi desenvolvido por pesquisadores da Embrapa Agroindústria de Alimentos (RJ) e da Embrapa Caprinos e Ovinos (CE) que apostaram em produtos derivados de leite de cabra com pró-bióticos cuja demanda tem sido crescente nos últimos anos. O queijo boursin é conhecido na França como um triplo-creme, de sabor sutil e consistência cremosa. O queijo pró-biótico de leite caprino é um produto de coagulação mista elaborado com coalho para queijo e bactérias do tipo Bifidobacterium animalis e Lactobacillus acidophilus. Por ser produzido com leite de cabra e não ser adicionado de creme, ele possui um percentual menor de gordura e lactose e níveis elevados de proteína e aminoácidos essenciais. O maior desafio tecnológico da equipe de pesquisa foi manter elevada a quantidade das bactérias pró-bióticas até o momento do consumo. "Os queijos são considerados bons veículos para bactérias pró-bióticas por apresentarem menor acidez e maior teor de proteínas, o que contribui para manter as bactérias adicionadas. Fizemos testes com os queijos caprinos, que indicaram a sobrevivência das bactérias benéficas à saúde nas concentrações preconizadas internacionalmente. O produto atende às exigências para produtos pró-bióticos", afirma a pesquisadora Karina Olbrich da Embrapa Agroindústria de Alimentos, que há mais de uma década se dedica ao desenvolvimento de produtos lácteos caprinos. Teste com consumidores A avaliação de aceitação do queijo cremoso do tipo boursin com pró-bióticos foi realizada com duzentos consumidores em dois supermercados do Rio de Janeiro. O produto foi bem aceito, recebendo uma nota média maior que sete em uma escala hedônica de nove pontos. Dentre as características sensoriais apreciadas, destacaram-se a cor branca, a textura macia e o gosto ligeiramente ácido. Já o odor e sabor característico de leite de cabra foram os aspectos menos desejados. "A falta de tradição de consumo de queijos caprinos no Brasil resulta em resistência dos potenciais consumidores ao sabor típico do produto. Vale pontuar que é justamente esse sabor diferenciado que é apreciado e valorizado pelos consumidores de países como França, Espanha e Portugal", destaca a pesquisadora Rosires Deliza da Embrapa Agroindústria de Alimentos. Por ser uma opção mais saudável, o queijo pró-biótico agradou ao farmacêutico Antônio Machado Neto, que testou o novo queijo caprino: "a tecnologia da Embrapa agregada ao produto eleva a outro padrão de qualidade, e traz garantia de segurança para o consumidor", declara. A advogada Patrícia Gardel afirma que, apesar de o produto não fazer parte da seu hábito alimentar, aprova o lançamento: "Esse queijo é mais leve, menos gorduroso e mais saudável. Consumo queijo várias vezes ao dia, mas nunca pensei em consumir queijo de leite de cabra. É mais uma opção de consumo, que eu levaria mesmo com um preço maior pelos potenciais benefícios à saúde", expõe empolgada. Já o empresário João Daniel Dias considera que o queijo boursin de leite de cabra não é um alimento do dia a dia: "Eu consumiria se tivesse alguma questão de restrição alimentar, como alergia à lactose, por exemplo; porque o custo desse produto deve ser mais alto que os outros [similares] do mercado", apontou. Primeiro queijo de cabra pró-biótico nacional A equipe da área de Transferência de Tecnologia realizou um levantamento de agroindústrias do Estado do Rio de Janeiro, que já trabalhasse com produtos derivados de leite de cabra. Foi, então, selecionado o Capril Rancho Grande da cidade de Nova Friburgo, região serrana do Rio de Janeiro, por apresentar as melhores condições para a validação tecnológica industrial. "A vantagem da Capril Rancho Grande é que mantém um capril próprio e já fabrica produtos lácteos caprinos, como queijos e iogurtes. Eles estão preparados para atuar em um nicho de mercado com demanda crescente, e que sente pouco impacto da crise econômica", avalia André Dutra, analista da área de Transferência de Tecnologia da Embrapa Agroindústria de Alimentos, responsável pelo contrato de cooperação técnica entre as instituições. Há 20 anos no mercado, a Capril Rancho Grande possui linha extensa com mais de 20 produtos derivados de leite de cabra. "Observamos que a aceitação de produtos de leite caprino aumentou nos últimos anos, as pessoas hoje estão mais dispostas a prová-los", conta a proprietária da empresa Patrícia Tiedman. A empresária iniciou o negócio no sítio da família para atender uma necessidade alimentar de sua filha, intolerante ao leite de vaca. Hoje, percebendo a formação de um polo de caprinocultura na região e a expansão da busca dos consumidores por alimentos saudáveis e funcionais, a empresa lança novos produtos todos os anos. Os mais recentes lançamentos são exatamente novos tipos de queijo de leite de cabra: molezon, chevrotin, meia cura e colonial. "O do tipo boursin desenvolvido pela Embrapa ficou muito saboroso e pouco ácido, apesar da adição das bactérias pró-bióticas. Será o nosso próximo lançamento, no ano que vem", conta animada. Realmente um sinal de que a crise econômica passa longe desse mercado. Pesquisa com lácteos pró-bióticos O queijo caprino boursin é somente um dos produtos derivados do leite de cabra com características pró-bióticas elaborados a partir de tecnologias da Embrapa. No portfólio da Empresa estão diferentes tipos de queijos e bebidas lácteas adicionadas de bactérias pró-bióticas. Entre eles estão o queijo Minas Frescal pró-biótico, queijo do tipo coalho adicionado de lactobacilos, leite caprino pró-biótico fermentado com suco de uva, e bebida láctea pró-biótica à base de polpas de goiaba ou graviola. De acordo com o pesquisador Antônio Egito, da Embrapa Caprinos e Ovinos (CE), o leite e os demais produtos lácteos têm impacto na saúde humana. "Além de o leite proporcionar benefícios fisiológicos, como o fornecimento de vitaminas, minerais e nutrientes essenciais, diversos outros benefícios, como a prevenção de infecções gastrointestinais e hipertensão, têm sido atribuídos à ingestão regular de derivados lácteos contendo microrganismos pró-bióticos vivos. Deve-se salientar que esse efeito se restringe à promoção de saúde, não à cura de doenças", explica o pesquisador. Uma nova perspectiva buscada pela Embrapa é identificar e testar bactérias nativas do leite caprino, para o desenvolvimento de novos queijos e outros produtos regionais. "A prospecção de novas bactérias pró-bióticas, de origem caprina, para uso na produção de queijos de leite de cabra, poderá apresentar a vantagem da adaptação natural das bactérias ao leite dessa espécie", destaca Egito. De acordo com o pesquisador, essa perspectiva pode garantir, inclusive, redução de custos na fabricação de novos produtos, pois, atualmente, os fermentos existentes no mercado brasileiro são provenientes de cepas bacterianas isoladas no exterior e comercializados por multinacionais, sujeitos a taxas para importação e comercialização em território nacional. Segundo Egito, o uso desses fermentos importados chega a descaracterizar produtos como o queijo do tipo coalho. "Busca-se, no momento, uma tecnologia social, que incentive a produção de queijos regionais em queijarias artesanais e pequenas agroindústrias, principalmente para queijos tradicionais como o coalho", ressalta ele. Na Embrapa Caprinos e Ovinos, a equipe de pesquisa da área de Ciência e Tecnologia de Alimentos, em parceria com outras Unidades, como a Embrapa Agroindústria de Alimentos e Embrapa Agroindústria Tropical (CE), já possui banco com exemplares de microrganismos para testes e uma futura aplicação em produtos. No caso das bactérias nativas, uma pesquisa em andamento avalia a viabilidade de espécies de lactobacilos para a produção de fermentos regionais.


Bianca Sousa


Maíra Vergne


Adilson Nóbrega

Por Assessoria / Embrapa / Redação Pantanal News

Queijo fabricado com leite de cabra do tipo boursincom microrganismos de efeito benéfico, chamados pró-bióticos, chegará ao consumidor fluminense no próximo ano. Trata-se do primeiro produto desse tipo no País. Foram realizadas análises sensoriais do alimento com clientes de uma rede de supermercados que o aprovaram. O queijo foi desenvolvido por pesquisadores da Embrapa Agroindústria de Alimentos (RJ) e da Embrapa Caprinos e Ovinos (CE) que apostaram em produtos derivados de leite de cabra com pró-bióticos cuja demanda tem sido crescente nos últimos anos.

O queijo boursin é conhecido na França como um triplo-creme, de sabor sutil e consistência cremosa. O queijo pró-biótico de leite caprino é um produto de coagulação mista elaborado com coalho para queijo e bactérias do tipo Bifidobacterium animalis e Lactobacillus acidophilus. Por ser produzido com leite de cabra e não ser adicionado de creme, ele possui um percentual menor de gordura e lactose e níveis elevados de proteína e aminoácidos essenciais.

O maior desafio tecnológico da equipe de pesquisa foi manter elevada a quantidade das bactérias pró-bióticas até o momento do consumo. "Os queijos são considerados bons veículos para bactérias pró-bióticas por apresentarem menor acidez e maior teor de proteínas, o que contribui para manter as bactérias adicionadas. Fizemos testes com os queijos caprinos, que indicaram a sobrevivência das bactérias benéficas à saúde nas concentrações preconizadas internacionalmente. O produto atende às exigências para produtos pró-bióticos", afirma a pesquisadora Karina Olbrich da Embrapa Agroindústria de Alimentos, que há mais de uma década se dedica ao desenvolvimento de produtos lácteos caprinos.

Teste com consumidores

A avaliação de aceitação do queijo cremoso do tipo boursin com pró-bióticos foi realizada com duzentos consumidores em dois supermercados do Rio de Janeiro. O produto foi bem aceito, recebendo uma nota média maior que sete em uma escala hedônica de nove pontos. Dentre as características sensoriais apreciadas, destacaram-se a cor branca, a textura macia e o gosto ligeiramente ácido. Já o odor e sabor característico de leite de cabra foram os aspectos menos desejados. "A falta de tradição de consumo de queijos caprinos no Brasil resulta em resistência dos potenciais consumidores ao sabor típico do produto. Vale pontuar que é justamente esse sabor diferenciado que é apreciado e valorizado pelos consumidores de países como França, Espanha e Portugal", destaca a pesquisadora Rosires Deliza da Embrapa Agroindústria de Alimentos.

Por ser uma opção mais saudável, o queijo pró-biótico agradou ao farmacêutico Antônio Machado Neto, que testou o novo queijo caprino: "a tecnologia da Embrapa agregada ao produto eleva a outro padrão de qualidade, e traz garantia de segurança para o consumidor", declara. A advogada Patrícia Gardel afirma que, apesar de o produto não fazer parte da seu hábito alimentar, aprova o lançamento: "Esse queijo é mais leve, menos gorduroso e mais saudável. Consumo queijo várias vezes ao dia, mas nunca pensei em consumir queijo de leite de cabra. É mais uma opção de consumo, que eu levaria mesmo com um preço maior pelos potenciais benefícios à saúde", expõe empolgada. Já o empresário João Daniel Dias considera que o queijo boursin de leite de cabra não é um alimento do dia a dia: "Eu consumiria se tivesse alguma questão de restrição alimentar, como alergia à lactose, por exemplo; porque o custo desse produto deve ser mais alto que os outros [similares] do mercado", apontou.

Primeiro queijo de cabra pró-biótico nacional

A equipe da área de Transferência de Tecnologia realizou um levantamento de agroindústrias do Estado do Rio de Janeiro, que já trabalhasse com produtos derivados de leite de cabra. Foi, então, selecionado o Capril Rancho Grande da cidade de Nova Friburgo, região serrana do Rio de Janeiro, por apresentar as melhores condições para a validação tecnológica industrial. "A vantagem da Capril Rancho Grande é que mantém um capril próprio e já fabrica produtos lácteos caprinos, como queijos e iogurtes. Eles estão preparados para atuar em um nicho de mercado com demanda crescente, e que sente pouco impacto da crise econômica", avalia André Dutra, analista da área de Transferência de Tecnologia da Embrapa Agroindústria de Alimentos, responsável pelo contrato de cooperação técnica entre as instituições.

Há 20 anos no mercado, a Capril Rancho Grande possui linha extensa com mais de 20 produtos derivados de leite de cabra. "Observamos que a aceitação de produtos de leite caprino aumentou nos últimos anos, as pessoas hoje estão mais dispostas a prová-los", conta a proprietária da empresa Patrícia Tiedman.  A empresária iniciou o negócio no sítio da família para atender uma necessidade alimentar de sua filha, intolerante ao leite de vaca.

Hoje, percebendo a formação de um polo de caprinocultura na região e a expansão da busca dos consumidores por alimentos saudáveis e funcionais, a empresa lança novos produtos todos os anos. Os mais recentes lançamentos são exatamente novos tipos de queijo de leite de cabra: molezon, chevrotin, meia cura e colonial. "O do tipo boursin desenvolvido pela Embrapa ficou muito saboroso e pouco ácido, apesar da adição das bactérias pró-bióticas. Será o nosso próximo lançamento, no ano que vem", conta animada. Realmente um sinal de que a crise econômica passa longe desse mercado.

Pesquisa com lácteos pró-bióticos

O queijo caprino boursin é somente um dos produtos derivados do leite de cabra com características pró-bióticas elaborados a partir de tecnologias da Embrapa. No portfólio da Empresa estão diferentes tipos de queijos e bebidas lácteas adicionadas de bactérias pró-bióticas. Entre eles estão o 
queijo Minas Frescal pró-bióticoqueijo do tipo coalho adicionado de lactobacilosleite caprino pró-biótico fermentado com suco de uva, e bebida láctea pró-biótica à base de polpas de goiaba ou graviola.

De acordo com o pesquisador Antônio Egito, da Embrapa Caprinos e Ovinos (CE), o leite e os demais produtos lácteos têm impacto na saúde humana. "Além de o leite proporcionar benefícios fisiológicos, como o fornecimento de vitaminas, minerais e nutrientes essenciais, diversos outros benefícios, como a prevenção de infecções gastrointestinais e hipertensão, têm sido atribuídos à ingestão regular de derivados lácteos contendo microrganismos pró-bióticos vivos. Deve-se salientar que esse efeito se restringe à promoção de saúde, não à cura de doenças", explica o pesquisador.

Uma nova perspectiva buscada pela Embrapa é identificar e testar bactérias nativas do leite caprino, para o desenvolvimento de novos queijos e outros produtos regionais. "A prospecção de novas bactérias pró-bióticas, de origem caprina, para uso na produção de queijos de leite de cabra, poderá apresentar a vantagem da adaptação natural das bactérias ao leite dessa espécie", destaca Egito. De acordo com o pesquisador, essa perspectiva pode garantir, inclusive, redução de custos na fabricação de novos produtos, pois, atualmente, os fermentos existentes no mercado brasileiro são provenientes de cepas bacterianas isoladas no exterior e comercializados por multinacionais, sujeitos a taxas para importação e comercialização em território nacional. Segundo Egito, o uso desses fermentos importados chega a descaracterizar produtos como o queijo do tipo coalho.

 "Busca-se, no momento, uma tecnologia social, que incentive a produção de queijos regionais em queijarias artesanais e pequenas agroindústrias, principalmente para queijos tradicionais como o coalho", ressalta ele. Na Embrapa Caprinos e Ovinos, a equipe de pesquisa da área de Ciência e Tecnologia de Alimentos, em parceria com outras Unidades, como a Embrapa Agroindústria de Alimentos e Embrapa Agroindústria Tropical (CE), já possui banco com exemplares de microrganismos para testes e uma futura aplicação em produtos. No caso das bactérias nativas, uma pesquisa em andamento avalia a viabilidade de espécies de lactobacilos para a produção de fermentos regionais.

Compartilhe


Deixe o seu comentário

Todos os campos obrigatórios. Seu e-mail não será publicado.

Nome:

E-mail:

Seu comentário:
Sistema antispam

Digite aqui o código acima para confirmar:


 


Comentários
 
Últimas notícias do canal
19/10/2017 - 10h41
Área semeada de soja em MS ultrapassa 814 mil hectares
19/10/2017 - 09h00
Hortaliças seguem mais baratas e frutas têm aumento de preço em setembro
17/10/2017 - 10h25
Conab assina oito novos contratos com agricultores familiares em MS
17/10/2017 - 10h24
Compostos extraídos da gravioleira têm potencial ação inseticida e antitumoral
11/10/2017 - 07h58
Produção de mudas, coleta de sementes e legislação ambiental são tema de curso em Aquidauana
 
Últimas notícias do site
23/10/2017 - 09h54
Prefeito de Corumbá representa o Brasil em seminário internacional do FONPLATA sobre hidrovia
23/10/2017 - 08h55
Semana em MS começa com 169 vagas em concursos públicos
23/10/2017 - 07h41
PMA e parceiros realizam Educação Ambiental para alunos em escolas ribeirinhas e indígenas
23/10/2017 - 07h40
Em oito dias, Mato Grosso do Sul registra queda de 55 mil raios
23/10/2017 - 07h02
Medidas anunciadas por Temer farão ressurgir o rio Taquari, diz Ruiter
 

zap

88

Untitled Document
 ® 2009  

CPN - Central Pantaneira de Notícias
PantanalNEWS - Marca registrada 1998-2009
Todos os direitos reservados.