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Saúde - 26/10/2016 - 09h57

Casos de dengue no MS crescem 89% em relação ao ano passado

Casos de dengue quase duplicam de janeiro a outubro de 2016 em comparação ao mesmo período do ano passado. Imunização reduz em dois terços a chance de contrair dengue e em 93% os casos mais graves. Para estar protegida no verão, primeira dose deve ser ministrada agora.




Por Assessoria / Redação Pantanal News

O número de casos de dengue cresceu 89% em Mato Grosso do Sul este ano, com 91% dos municípios registrando alta incidência da doença, segundo dados do último boletim da Secretaria Estadual de Saúde. Até o início de outubro, foram 58.484 casos prováveis (confirmados + em investigação) com 19 óbitos confirmados. O número é alarmante, levando em consideração que o período de maior incidência da doença ainda não chegou.

As mortes se concentraram em Campo Grande (3), Dourados (3) e Ponta Porã (8). A Organização Mundial de Saúde (OMS) define como alta a incidência de dengue quando há mais de 300 casos para cada 100 mil habitantes. A incidência média do Estado, até o início de outubro, era de 2.260/100 mil hab.

Desenvolvida pela Sanofi Pasteur, a vacina reduz em dois terços a possibilidade de contrair a doença e em 93% os casos graves. Sua eficácia sobe para 82% em caso de pessoas que já tiveram a doença. Disponível desde junho em clínicas privadas de todo país, a imunização começou a ser feita também por redes públicas no Paraná, nos municípios de maior incidência da doença.

Ministrada em três doses com intervalo de seis meses, a vacina oferece proteção crescente desde a primeira dose. Indicada para a população de 9 a 45 anos, tornou-se parte da estratégia recomendada pela OMS para atingir a meta de reduzir pela metade as mortes por dengue e em 25% os casos de complicações pela doença nos países onde a doença é endêmica. Fruto de duas décadas de pesquisas e de estudos clínicos em 15 países, a vacina já obteve registro em onze países (México, Filipinas, Brasil, El Salvador, Costa Rica, Paraguai, Guatemala, Peru, Indonésia, Tailândia e Singapura) estando em análise em diversos outros. Nas Filipinas também foram feitas campanhas de vacinação na rede pública.

O Brasil é um dos países mais atingidos pela dengue: enfrenta epidemias desde 1986, tendo vivido o ápice da doença em 2015, com 1,6 milhão de casos. Este ano, até 9 de julho de 2016 foram registrados 1,4 milhão de casos no país, sendo 639 casos graves e mais de 400 óbitos.

Um estudo coordenado pelo Centro de Pesquisa Aggeu Magalhães-Fiocruz Pernambuco e Universidade de Pernambuco estimou que a dengue custou ao país entre setembro de 2012 e agosto de 2013 – antes do ápice da doença -- R$ 3,9 bilhões de reais (1,2 bilhão de dólares) entre custos médicos e custos indiretos (queda de produtividade e faltas ao trabalho e à escola).

Sobre a vacina

É a primeira vacina contra dengue aprovada no mundo, disponível agora no Brasil. Recebeu recomendação da Organização Mundial de Saúde para introdução em países endêmicos, como o Brasil, em 2016, além da indicação da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBim), Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e também da Sociedade Latino Americana de Infectologia Pediátrica (SLIPE).

A Dengvaxia é produzida pelo laboratório francês, Sanofi Pasteur, e é fruto de mais de 20 anos de pesquisa, desenvolvimento e inovação. A inovação científica foi comprovada por meio de 25 estudos clínicos realizados com mais de 40 mil participantes em 15 países, inclusive o Brasil. A vacina é uma recombinação genética tetravalente que protege contra os quatro tipos de dengue.

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