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Saúde - 14/06/2016 - 13h47

Campanha Junho Vermelho incentiva novos doadores

No Dia Internacional do Doador de Sangue, as luzes vermelhas iluminando prédios e monumentos públicos estão sensibilizando a consciência de pessoas para a importância de solidarizar-se com seus semelhantes nas questões de saúde




Por Assessoria / COLSAN – Associação Beneficente de Coleta de Sangue / Redação Pantanal News

A campanha Junho Vermelho realizada há dois anos pelo Movimento Eu dou Sangue pelo Brasil tem conquistado cada vez mais novos doadores pelo Brasil. Embora não haja oficialmente um número exato de pessoas que se juntaram ao grupo, há relatos de homens e mulheres que passaram a ir aos bancos de sangue sob influência dessa iniciativa. O Movimento, porém, já observou que neste período de inverno quando costumava cair o volume da coleta em 30%, depois dessa ação, os números não só voltaram ao normal, mas têm aumentado em mais 30%. Mesmo assim, em valores globais ainda o que é coletado é pouco. Hoje, o Dia Internacional do Doador de Sangue, deve incentivar muitos novos doadores, na opinião dos dirigentes da campanha.

A diretora administrativa de uma rede de cinemas, Beatriz Schimidt, foi uma das pessoas que ficaram estimuladas a procurar um banco de sangue com mais frequência. “Eu até doava eventualmente, mas fiquei muitos anos sem fazer isso. Quando vi a campanha em toda a cidade fiquei inspirada e retomei esse hábito”, conta ela.

O incentivo surgiu depois também que levou sua filha para um exame de sangue e a enfermeira brincou dizendo que tinha uma boa veia para aquele procedimento. “Naquela mesma semana eu fui com um amigo ao hospital e fizemos daquela ocasião um programa social. Esse tido de atitude pode até virar um programa de família se todos forem juntos”, sugere ela.

Na opinião de Beatriz, as pessoas precisam tirar da cabeça que a doação de sangue é complicada, porque na verdade é um procedimento simples, exige pouco tempo, no máximo meia hora e não doi.

Segundo a executiva, ela faz a doação apenas num hospital, geralmente na hora do almoço, porque não precisa marcar hora. Garante que volta a trabalhar no mesmo dia. Beatriz descreve que já se condicionou a ir a cada quatro meses ao hospital. “Doar sangue é tão simples e quase não produz reação. Passo o resto do dia muito bem. Talvez aqueles trabalhadores que façam esforço físico possam ter mais dificuldades, mas às vezes falta apenas um empenho a mais para as pessoas”, observa ela.

A publicitária Shirley Man foi outra brasileira que ficou animada a doar sangue. Ela tem uma amiga cujo familiar precisou certa vez de transfusão e então começou a fazê-lo naquele período. A partir da realização da Junho Vermelho passou a doar sangue geralmente a cada quatro meses. “Eu me programo quando vou ao médico no hospital ou quando levo um dos meus filhos. A gente passa pela consulta ou acompanha a consulta e depois vou ao banco de sangue”, conta.

Ela afirma que a sensação é muito boa porque cria a percepção de transmitir conforto e bem-estar ao próximo e de ter feito o bem. Shirley entende que mesmo por alguma razão se a pessoa não puder realizar a doação na hora do procedimento, por alguma razão médica, só a intenção já seria uma importante  atitude de solidariedade. “Ninguém gosta de agulha, mas para mim virou uma prática”, diz.

A coordenadora geral da campanha Junho Vermelho, Debi Aronis, lembra que o interesse tem crescido e mobilizado muitas pessoas. “As adesões à iniciativa têm vindo de todos os lados, sejam de grupos de amigos, grupos de trabalho de empresas e até de associações religiosas. Quem puder deve doar sangue pelo Brasil”, expõe ela.

Para alguns estudiosos, no entanto, o País não adquiriu ainda a cultura da doação de sangue, talvez porque, por sorte do destino, não tenha convivido com terremotos, furações, guerras e outras grandes tragédias como acontecem em vários países. No entanto, a prática da doação de sangue precisa ser incentivada sempre em razão das reservas desse líquido vital quase sempre ficarem com baixo volume durante o ano.  

PARA DOAR SANGUE VOCÊ DEVE:

·       Portar documento oficial de identidade com foto (RG, Carteira Profissional, Carteira de Habilitação);

·       Ter entre 16 e 69 anos de idade*, sendo que a primeira doação deve ter sido feita até 60 anos;

·       Pesar acima de 50 quilos;

·       Estar em boas condições de saúde;

·       Estar alimentado, porém tendo evitado refeições pesadas (gordurosas) nas 3 horas que antecedem a doação. 

OBS: Os doadores menores de 18 anos, acompanhados do responsável legal, devem levar o original e cópia simples de seu documento de identidade, cópia simples do documento de identidade do responsável legal e preencher a autorização para doação de sangue no momento da doação.

Quando acompanhado por um adulto, que não o responsável, deverá levar a autorização assinada pelo responsável legal, com firma reconhecida em cartório e a cópia do documento de ambos (doador e responsável legal).

O documento de autorização pode ser retirado no posto de coleta.

PARA DOAR SANGUE VOCÊ NÃO DEVE:

·       Ter risco acrescido para doenças transmissíveis pelo sangue (usuário de drogas injetáveis e inalatórias, prática de sexo não seguro e vários parceiros sexuais ou ser parceiro sexual de portadores de Aids ou Hepatite).

QUAL O INTERVALO ENTRE AS DOAÇÕES?

·       Homens podem doar a cada 2 meses, até no máximo 4 vezes no período de 12 meses;

·       Mulheres podem doar a cada 3 meses, até no máximo 3 vezes no período de 12 meses;

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