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Agronegócios - 10/05/2016 - 10h16

Estiagem derruba projeções de safrinha recorde de milho em MS

Conab e Aprosoja/MS apontam que estiagem afetou a produtividade. Conab estima: 8,155 mi de t, e para Aprosoja/MS: 7,517 mi de t.




Por Anderson Viegas do G1 MS / Redação Pantanal News

Estado deverá colher um volume menor de milho safrinha neste ciclo em razão da estiagem (Foto: Divulgação/Aprosoja/MS)Estado deverá colher um volume menor de milho safrinha neste ciclo em razão da estiagem (Foto: Divulgação/Aprosoja/MS)

A estiagem prolongada registrada em abril deste ano em Mato Grosso do Sul derrubou todas as projeções de uma safrinha recorde de milho. Após um período de aproximadamente 30 dias sem um volume expressivo de chuvas no estado, tanto a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), quanto a Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja/MS) reviram para baixo suas estimativas para a segunda safra do cereal nas lavouras sul-mato-grossenses.

A Conab, por exemplo, que no levantamento de abril apontava que a produção poderia chegar a 9,538 milhões de toneladas, para uma área cultivada de 1,615 milhão de hectares, com produtividade média de 5.906 quilos por hectare (98,4 sacas por hectare), reviu todos os seus números, com exceção da extensão das lavouras.

A nova estimativa divulgada nesta terça-feira (10) é de um produtividade de 5.050 quilos por hectare (84,1 sacas por hectare) e uma produção total de 8,155 milhões de toneladas, ou seja, 14,5% menor que o previsto anteriormente. Com esse volume, o estado deve colher nesta safrinha uma quantidade de milho 10,5% menor que as 9,108 milhões de toneladas da temporada anterior.

O levantamento da Conab atribui diretamente essa retração a estiagem. “Observou-se neste levantamento uma redução na expectativa de produtividade para esta safra, tendo em vista as condições climáticas desfavoráveis ocorridas até fins de abril, quando completou-se 30 dias de estiagem, acompanhadas por elevadas temperaturas na maior parte das regiões produtoras. Esta condição propiciou o surgimento de pragas como as lagartas-do-cartucho, percevejos barriga-verde e marrons”, destacaram os técnicos da autarquia federal.

Redução expressiva
Para a Aprosoja/MS, o prejuízo provocado pela falta de chuvas também deve ser expressivo. No dia 26 de abril a entidade divulgou um relatório do Sistema de Informação Geográfica (Siga) que indicava que a produção da safrinha no estado seria de 8,560 milhões de toneladas, com produtividade média de 82 sacas por hectare, para uma área cultivada de 1,740 milhão de hectares.

Já na nova projeção divulgada também nesta terça-feira (10), essa estimativa é rebaixada para 7,517 milhões de toneladas, 12,19% menor que a anterior, com a produtividade média despencado para 72 sacas por hectare. Se confirmada, essa projeção, indica, de acordo com os números da Aprosoja, uma queda de 18% na produção do grão quando comparado com a safrinha passada.

Segundo o presidente da Aprosoja/MS, Christiano Bortolotto, não há sinalização de recuperação e tudo indica que as tendências de queda nas projeções da produção se manterão nas próximas semanas.“A segunda safra do ciclo passado foi excepcional, perfeita em relação ao clima, o que gerou excelente resultado de produção, muito acima do comumente registrado. Por outro lado, agora não verificamos condições climáticas tão favoráveis”, analisa.

A Aprosoja/MS projeta que a colheita do milho safrinha em Mato Grosso do Sul deve ser iniciada na primeira quinzena de junho.

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