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Cidades - 23/01/2016 - 06h25

MS tem 31 cidades em emergência; Aquidauana decreta após cheia do rio

Rio atingiu 9,34 metros no dia 14 e deixou 137 pessoas desalojadas. Cheia foi provocada por excesso de chuva em toda a região.




Por Anderson Viegas do G1 MS / Redação Pantanal News

Cheia do rio Aquidauana deixou várias famílias desabrigadas no município, segundo a Defesa Civil (Foto: Reprodução/TV Morena)No pico da cheia, rio Aquidauana deixou várias famílias desabrigadas (Foto: Reprodução/TV Morena)

Aquidauana, a 131 quilômetros de Campo Grande, decretou nesta sexta-feira (22) situação de emergência em razão da cheia do rio de mesmo nome, ocasionada pelo excesso de chuvas, que provocou o alagamento de casas, desalojando 137 pessoas, além de outros danos. A publicação foi feita no Diário Oficial do município.

Com Aquidauana, sobe para 31 o número de municípios de Mato Grosso do Sul que declararam emergência após serem afetados pelo excesso de chuva que atingiu várias regiões do estado entre o fim de 2015 e o início de 2016.

MAPA DAS CIDADES EM EMERGÊNCIA POR CAUSA DAS CHUVAS EM MS

Os outros municípios que estão na mesma situação são Jateí, Miranda, Dois Irmãos do Buriti, Ivinhema, Guia Lopes da Laguna, Batayporã, Vicentina, Taquarussu, Tacuru, Naviraí, Itaquiraí, Aral Moreira, Coronel Sapucaia, Amambai, Iguatemi, Sete Quedas, Paranhos, Caarapó, Juti, Novo Horizonte do Sul, Japorã, Eldorado, Deodápolis, Mundo Novo, Bela Vista, Laguna Carapã, Fátima do Sul, Caracol, Jardim e Campo Grande.

Desse total, foram homologados pelo governo federal os decretos de Amambai, Aral Moreira, Caarapó, Coronel Sapucaia, Eldorado, Iguatemi, Itaquiraí, Japorã, Juti, Naviraí, Novo Horizonte do Sul, Paranhos, Sete Quedas, Tacuru, Bela Vista, Laguna Carapã, Deodápolis e Mundo Novo.

Enchente
Em Aquidauana, o decreto da prefeitura aponta que a situação de emergência ocorreu principalmente em razão da cheia no rio, que teve seu pico no dia 14 de janeiro, quando atingiu a marca de 9,34 metros acima do nível normal, o que provocou a inundação dos quarteirões situados abaixo desde nível em vários pontos área urbana da cidade, trazendo consequências também para a área rural do município.

De acordo com o meteorologista da Uniderp, Natálio Abraão, do dia 1º de janeiro até o dia 14 de janeiro choveu em Aquidauana 233,8 milímetros, um volume 25,69% acima da média histórica de todo o mês para a cidade, que é de 186 milímetros.

Famílias estão abrigadas em escolas municipais (Foto: Rodrigo Grando/ TV Morena)Famílias desalojadas foram abrigadas em escolas
do município (Foto: Rodrigo Grando/ TV Morena)

Com esse grande volume de chuvas no município e na região da cabeceira do rio, ocorreu a enchente, que deixou 137 famílias desalojadas. Algumas foram para a casa de amigos e familiares, outras se mudaram e as que não tinham para onde ir foram abrigadas em escolas como a Rotary Clube e a Cândido Mariano, onde receberam alimentação e assistência social e médica por parte da prefeitura.

Com o recuo no nível do rio que vem ocorrendo desde domingo (17), a Defesa Civil de Aquidauana fez uma vistoria nas áreas que estavam alagadas e as famílias que tiveram que sair de casa foram autorizadas a retornarem para seus imóveis. Antes, entretanto, a prefeitura fez uma dedetização nas residências.

No decreto da situação de emergência, a prefeitura aponta que o nível das águas do rio pode voltar a subir se ocorrerem novas chuvas torrenciais e que entre outras implicações isso poderia provocar o surto de algumas doenças.

Com a decretação, entre outras medidas ficam autorizadas no município a convocação de voluntários para reforçar o trabalho de assistência as vítimas e ficam autorizados os agentes da Defesa Civil municipal a entrarem em qualquer imóvel, a qualquer hora do dia para prestar socorro ou determinar a evacuação destes locais, além das aquisições de produtos e serviços para atendimento exclusivo a situação ficarem dispensados do processo de licitação.

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