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Cidades - 18/01/2016 - 09h00

Obras por conta das chuvas devem custar de R$ 30 mi a R$ 40 mi em MS

Estimativa do governo do estado é somente para as ações emergenciais. Estado contratou emergencialmente empreiteiras para socorrer municípios.




Divulgação/Defesa Civil Estadual

Uma das pontes destruídas em Iguatemi
Por G1 MS com informações da TV Morena / Redação Pantanal News

As obras e serviços emergenciais em vários municípios, estradas e pontes, afetados pelo excesso de chuva que atinge Mato Grosso do Sul desde o fim de 2015 devem custar, segundo estimativa inicial feita pelo secretário estadual de Infraestrutura, Marcelo Miglioli, nesta segunda-feira (18), entre R$ 30 milhões e R$ 40 milhões.

Miglioli disse em entrevista ao Bom Dia MS, da TV Morena, que somente em contratações emergenciais de empreiteiras para atender os 28 municípios que decretaram situação de emergência no estado deverão ser investidos R$ 18 milhões.

“Já fizemos a contratação de dez empresas em caráter emergencial e essa semana deveremos contratar mais duas, em razão do aumento do número de cidades em emergência. Cada empresa dessa está atendendo no máximo três municípios e definindo as prioridades junto com a residência local da Agesul [Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos] e a prefeitura. Cada contrato desse foi fechado na ordem de R$ 1,5 milhão”, explicou o secretário.

Ele disse que apesar de ocorrer a mobilização das empresas para atender os municípios, que as obras e serviços ainda não começaram porque o excesso de chuva não permitiu. “Essa semana, se Deus ajudar, vamos ter condições de trabalho e todas [empresas] vão estar atuando simultaneamente. Dessa forma temos a intenção de atender de imediato os municípios”, afirmou.

Uma das empresas que será contratada nesta semana, conforme o secretário, deverá atender as demandas de três municípios do sudoeste do estado: Nioaque, Jardim e Guia Lopes da Laguna. “Estamos preparados para fazer uma ação coletiva onde é preciso. O que demandamos neste momento é que o tempo nos dê uma trégua”, reitera.

Além das empresas para o atendimento emergencial aos municípios, Miglioli, apontou que entre R$ 8 milhões e R$ 10 milhões devem ser investidos para controlar erosões que surgiram em Juti e Naviraí. Em Naviraí, por exemplo, uma cratera de 400 metros de extensão e cerca de 20 metros de profundidade, engoliu a rua José Soares Limeira no residencial Jardim Paraíso 4, no bairro Vila Alto.

O restante dos recursos previstos, conforme o secretário, devem ser investidos nas obras de reconstrução de pontes de madeira que foram destruídas ou danificadas por conta das chuvas e devem ser substituídas por estruturas de concreto. Em Iguatemi, por exemplo, das 54 pontes e galerias sobre rios e córregos na zona rural do município, 10 foram destruídas desde dezembro. Somente no assentamento Nossa Senhora Auxiliadora, três foram levadas pela força das águas do córrego Jaguarão, que transbordou.

O secretário afirmou que os recursos para essas ações emergenciais já foram disponibilizados pelo governo do estado. “É obvio que isso [obras emergenciais] vai dar um furo no planejamento de 2016, mas esse recurso já está locado. O estado trabalhou com austeridade no ano de 2015, então o problema do recurso para essas obras e serviços não existe. Vamos estudar a situação com calma e analisarmos o nosso planejamento quando sairmos dessa situação de emergência”, frisou.

Ponte de Guia Lopes da Laguna e outras obras novas
Em relação a ponte de concreto sobre o rio Santo Antônio, na rodovia MS-382, em Guia Lopes da Laguna, que desabou como se fosse um “dominó” no dia 2 de janeiro, menos de quatro anos depois de ter sido inaugurada e que demandou um investimento de R$ 1,3 milhão, o secretário disse que o governo do estado está executando duas ações em relação a este caso.

Primeiro, está elaborando um projeto para que seja construída uma nova ponte no local e vai fazer a contratação para a execução deste serviço em regime de emergência. Segundo está fazendo uma auditoria para descobrir as causas do desabamento. O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) e o próprio Miglioli já haviam apontado para a existência de três hipóteses para explicar o que aconteceu com a estrutura: falha no projeto ou na execução da obra ou ainda causas naturais.

Em relação a outras obras novas, algumas ainda nem inauguradas , como a MS-180, no trecho entre Iguatemi e Juti, que já apresentam problemas com o excesso de chuva, como uma grande erosão lateral que levou parte da pista no caso desta estrada, o secretário disse que o governo do estado está fazendo uma análise criteriosa da situação.

 

“Esse caso da MS-180, assim como da MS-295 e da MS-156, entre Eldorado e Amambai, temos que analisar se os problemas apareceram por conta co excesso de chuva, que provocou a elevação do lençol freático, se foi deficiência na execução do serviço ou ainda se foi ocasionado pelo excesso de tráfego, que foi desviado da BR-163 [com o início da cobrança do pedágio nesta rodovia]. Estamos contratando consultorias para entender o que aconteceu nestes casos, porque não posso simplesmente ir gastando o dinheiro público. Como gestor preciso ter responsabilidade. Ter agilidade na execução da recuperação, mas fazer esse serviço com responsabilidade”, concluiu.

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