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Saúde - 08/01/2016 - 06h15

Saúde diz que vai visitar 100% das residências do país até 31 de janeiro

Plano nacional vai monitorar as casas mais quatro vezes até julho de 2016. Segundo o secretário do Estado, 80% dos focos estão nas residências.




Por Juliene Katayama do G1 MS / Redação Pantanal News

Marcelo Castro e Azambuja entregaram uniforme a agente de Saúde (Foto: Juliene Katayama/G1 MS)Marcelo Castro e Azambuja entregaram uniforme a agente de Saúde (Foto: Juliene Katayama/G1 MS)

O secretário de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, Antônio Carlos Nardi, anunciou que todas as residências brasileiras serão visitadas pelos agentes até o dia 31 de janeiro de 2016. A ação faz parte do Plano Nacional de Enfrentamento aos Aedes aegypti e à Microcefalia assinado nesta quinta-feira (7) em Mato Grosso do Sul.

“A visita epidemiológica e sanitária será feita em 100% das residências do país até o dia 31 de janeiro”, afirmou o secretário. O monitoramento será feito mais quatro vezes até o mês de julho.

O ministro da Saúde, Marcelo Castro, destacou que o principal foco da campanha é combater o mosquito Aedes aegypti, responsável por transmitir a dengue, chikungunya e zika vírus. No estado, foram registrados 27.989 casos de dengue em 2015 que provocaram 15 mortes pela doença. Além disso, tiveram três casos de microcefalia ligados ao zika vírus.

“Esse mosquito é o inimigo número 1 da sociedade. Temos de dar as mãos e não deixar que esse pequenino nos vença”, enfatizou Castro.

O secretário do Estado de Saúde, Nelson Tavares, afirmou que os 5,5 mil agentes farão as visitas aos domicílios sul-mato-grossenses e transmitirão as informações em tempo real através de tablets e smartphone. Num primeiro momento, o projeto piloto será desenvolvido em seis municípios: São Gabriel do Oeste, Maracaju, Bataguassu, Bonito, Costa Rica e Taquarussu.

“A informação vai para a sala de situação. No mapa do estado terão pontos vermelhos que vai viabilizar o bloqueio, por uma equipe a parte”, pontuou Tavares.

Cerca de 260 tablets foram disponibilizados pela Receita Federal. Os demais serão comprados pelo governo do estado que deve lançar o edital em breve. Segundo o secretário de Saúde, devem ser gastos cerca de R$ 30 milhões de recurso próprio do governo.

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) afirmou que vai melhorar o complemento repassado aos agentes de Saúde para incentivar a produtividade. “Repassamos R$ 128 de complemento por agente e vamos passar para R$ 300 neste ano”, disse.

Lei
O governador aproveitou a ocasião para sancionar a lei que que permite a entrada compulsória dos agentes de saúde em imóveis fechados para o trabalho de combate aos focos de mosquito como o Aedes aegypti foi aprovado na sessão do dia 17 de dezembro na Assembleia Legislativa.

Segundo o deputado estadual Ângelo Guerreiro (PSDB), atualmente o poder público necessita de autorização judicial para entrar em imóveis fechados. Conforme a proposta, o proprietário terá 24 horas após a comunicação para apresentar defesa. Se não for aceita ou apresentada, a entrada será acompanhada de um guarda municipal ou policial militar.

Assinaturas
Além do lançamento dos programas de combate ao Aedes aegypti, foram assinados o termo aditivo, a portaria para licitação e termo de interesse para conclusão do Hospital do Trauma, em 
Campo Grande, que iniciou há mais de duas décadas.

Tavares afirmou que faltam cerca de R$ 8 milhões para a conclusão do hospital. Do total, cerca de R$ 3 milhões serão repassados pela prefeitura da capital, R$ 2 milhões pelo governo do estado e R$ 2 milhões pelo governo federal.

“Não é mais uma retomada, o hospital vai ser entregue esse ano funcionando”, disse o secretário.

Também foi assinada a formalização para a entrega do acelerador linear e a ordem de serviço do térreo e subsolo do Hospital do Câncer. O governo do estado vai repassar R$ 1,2 milhão. O ministro garantiu que o equipamento será enviado para o estado ainda neste ano. 

Reconhecimento
Durante o evento, o ministro Marcelo Castro disse que “a primeira prioridade do Ministério é onde está desorganizado e a segunda prioridade é onde está bem organizado”. “Mato Grosso do Sul se encaixa na segunda prioridade e, por isso, vai receber o Coap que é muito difícil”, pontuou.

Coap é o Contrato Organizativa de Ações Públicas de Saúde que é dado àqueles que seguem os critérios da Saúde. De acordo com o ministro, em 2011, das 438 regiões de saúde, só 26 têm o Coap.

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