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Artigos - 02/01/2016 - 06h20

Expedição Centenária R-R – 2ª Fase (XV Parte)




Fotos: Divulgação

Mané e Ari -Trilha da Linha Telegráfica



Isolante usado na Linha Telegráfica



Cel Angonese



Cel Hiram
Por Hiram Reis e Silva (*)

Hiram Reis e Silva, Bagé, RS, 1° de janeiro de 2016. 

 

Quando os seres humanos estão se transformando, este processo é normalmente chamado de “rito de passagem”, um cerimonial que permite às pessoas passarem de uma fase da vida à outra ‒ tal como o que se dá, com o recém-nascido, batizando-o e transformando-o em membro da tribo; são os ritos de passagem que transformam os jovens em homens ou as moças em mulheres ou, ainda, os mortos em habitantes do outro mundo. (HUXLEY) 

 

Campos de Júlio ao Acampamento 03 (11.11.2015) 

 

Fizemos contato, em Comodoro, MT, com a Srª Adriani Aparecida Vicentini – Coordenadora Técnica da FUNAI, que fez questão de nos acompanhar até a Aldeia Nova Mutum (13°31’50,1”S / 59°46’41,2”O) onde fomos recebidos pelo Jair – Cacique Geral dos Nambikwara, o Mané Manduca – Presidente da Associação Haiyo e o simpático e leal Ari Wakalitesu (ex-Cacique da Aldeia Três Jacus). 

 

Wakalitesu (povo do jacaré): o antropólogo francês Claude Lévi-Strauss realizou duas expedições ao Centro-Oeste brasileiro. Na 2° Expedição (1938-1939) ele contatou, em Utiariti, pela primeira vez, um grupo Nambikwara – conhecido como Wakalitesu, um povo cujos costumes simples muito impressionaram Lévi-Strauss. (Hiram Reis) 

O Angonese vinha tentando há quase dois meses exaustivamente, sem sucesso, contato com o tal do Mané Manduca e na reunião, no Centro Comunitário da Aldeia Nova Mutum, a Coordenadora da FUNAI Adriani admoestou o Mané afirmando que aguardava, também, há mais de um mês, uma resposta dele. Depois de exaustivas tratativas ficou acordado que o Dr. Marc Meyers pagaria R$4.000,00 a título de pedágio ao Cacique Geral, aos Caciques das Aldeias Camararé e Kithãulu cujas terras teríamos de cruzar e mais R$1.000,00 para os guias Mané Manduca e Ari Wakalitesu.  Aguardamos os guias pegarem as suas mochilas e, embarcados na viatura Marruá, do 2° Batalhão de Fronteira (2° B Fron), de Cáceres, MT, seguimos destino à Aldeia Camararé, comandada pelo Cacique Eládio, em cujas terras daríamos início à nossa jornada a pé pela trilha da Linha Telegráfica. 

 

Chegamos por volta das três horas da tarde ao Acampamento 03 (AC03 – 13°08’14,0”S / 58°25’24,0”O) e, enquanto, nossos amigos Sargento Matheus YURI Vicente Cândido (chefe da viatura) e o Soldado Paulo ÉDER Pereira Dias (motorista e cozinheiro) preparavam a refeição, o Dr. Marc Meyers e o Coronel Angonese seguiram rumo Este na trilha da Linha Telegráfica e eu, simultaneamente, caminhei rumo Oeste, o mesmo caminho que seguiríamos a partir de amanhã. Aproveitei para limpar os primeiros 800 m do cerrado que, nos arredores, era ralo e permitia uma progressão bastante fácil. Fomos dormir cedo, embora a previsão fosse de que o percurso a pé pudesse ser vencido em apenas um dia (mais ou menos 24 km), esta cronologia, logicamente, estava totalmente condicionada às condições do terreno e da vegetação ao longo da Linha Telegráfica. 

 

Acampamento 03 ao Acampamento 04 (12.11.2015)

 

Aqui, uma lixeira, de tronco gretado e largas folhas ásperas; ali, um açoita-cavalo, de flores alvas e cheirosas; mais adiante uma maria-preta, o pau-terra, a sicupira, de ramas bem dicotomizadas, ou ainda o vinhático do cerrado, com o caule escuro e tortuoso. (CRULS) 

 

O amigo Ari Wakalitesu guiaria nossos guerreiros do 2° B Fron, na viatura Marruá, enquanto o Mané Manduca seguiria, por terra, conosco. Durante o café o Coronel Angonese alertou a todos sobre a necessidade de levarmos material para acamparmos e, na mochila, água e ração. Infelizmente eu tinha dado meu cantil reserva para o “Boi” – Chefe da Comitiva Santo Antônio e levei apenas um cantil com um litro de capacidade. Partimos antes das sete horas e a marcha corria célere durante os primeiros 2,5 quilômetros quando, então, a vegetação começou progressivamente a obstaculizar nossa progressão. O Mané ia, à frente, abrindo o caminho a facão, quando necessário, e, em uma dessas oportunidades, um fino cipó enganchou no gargalo da garrafa PET (Politereftalato de etileno) que ele carregava na mochila e eu imediatamente liberei-o da trepadeira. Encontramos, pelo caminho, grandes extensões de cabo de aço galvanizado e enormes isolantes de cerâmica, alguns ainda conectados à linha. 

 

Todavia, margeando os grandes Rios, ou adornando os mananciais, a mata, por toda parte, cresce e domina; conforta com sua sombra e seus frutos; espanta com suas formas. (ROQUETTE-PINTO) 

 

Aos poucos a altitude foi diminuindo e a vegetação, em consequência, foi se alterando e o cerrado progressivamente deu lugar às matas que se estendiam ao longo das canhadas mais úmidas. No terceiro quilômetro (12°53’26,5”S / 59°28’51,0”O) a Linha “derivou” à esquerda num ângulo de aproximadamente 30°, onde o cerrado dava lugar, definitivamente, à uma mata e passamos, a uns 150 m após a “deriva”, por um pequeno afluente do Rio Camararé atravessando-o graças a um tronco caído – a título de pinguela natural. 

 

A Linha fazia nova “deriva” à direita de aproximadamente 20° graus (12°54’00,7”S / 59°30’14,1”O) a 2,7 km da anterior e 800 m depois da deriva chegamos ao Rio Camararé, um Rio de águas cristalinas, que permitiu saciássemos nossa sede e tomássemos um revigorante banho. Os restos de uma velha ponte (12°54’04,7”S / 59°30’40,8”O) edificada pela Comissão Construtora de Linhas Telegráficas lá estavam assim como o cabo galvanizado que atravessava o Rio e que utilizamos para nossa transposição. 

 

Infelizmente o Coronel Angonese não tinha georeferenciado os pontos de deriva, talvez considerando que a trilha fosse facilmente visível durante grande parte da marcha. Como tivemos de usar a bússola e o GPS entre os pontos amarrados a mais de 20 km um do outro e entre eles existiam duas derivas chegamos, ao longo de todo o trajeto, a nos afastar algumas centenas de metros da Linha Telegráfica. 

 

Depois desta parada, extremamente revitalizante, continuamos nossa marcha com a sede castigando-nos sem trégua. Lembrei-me de pedir socorro a São Pedro, Padroeiro do Rio Grande do Sul e Guardião das chuvas e, logo em seguida, nuvens carregadas formaram-se sobre nossas cabeças, rapidamente estendemos a lona para coletar água, saciando a sede e abastecendo nossos cantis. 

 

Acampamos (AC04 – 12°54’16,5”S / 59°32’02,4”O) antes das dezessete horas, depois de percorrermos 9 km em 11 horas. Montamos nossas barracas e tentei comer a farofa com carne preparada pelo Soldado Eder, mas, como estava muito salgada e eu bastante cansado resolvi dormir imediatamente. Meus parceiros foram incomodados por formigas cortadeiras que abriram enormes buracos nas suas barracas. 

 

Relato Pretérito Rio Camararé 

 

Major Amílcar Botelho de Magalhães (1941) 

 

A Expedição, depois de cair no “Doze de Outubro”, desceu este curso d’água e verificou que, 1.800 metros a jusante, entra ele no Rio Camararé, pela margem esquerda no trecho em que este último mede aproximadamente 120 metros de largura e corre exatamente de Oeste para Leste. Percorridos os 45 quilômetros, 600 metros de distância entre o ponto de afluência do “Doze de Outubro” e sua Foz, o Camararé lança-se no Juruena, pela margem esquerda, depois de atravessar uma faixa de terreno onde o Tenente Júlio observou a existência de capoeiras, provavelmente advindas das queimadas com que os indígenas aí destruíram as primitivas matas opulentas, para plantar suas roças... tal como condenavelmente praticam até hoje os civilizados no Brasil inteiro. (MAGALHÃES, 1941) 

Acampamento 04 à Acampamento 05 (13.11.2015) 

 

Partimos cedo, o calor era intenso, a altitude do terreno novamente aumentara e grande parte do trecho voltara a ser de cerrado muito fechado. Mané Manduca, nosso “guia” nativo, que desde ontem necessitou ser orientado por mim e pelo meu GPS, entregara definitivamente os pontos e quem ia à frente como guia e abrindo caminho era o Coronel Angonese. 

 

O palmito do inajá (Maximiliana maripa) pareceu-me mais nutritivo que outro qualquer, pela sua riqueza em substância amilácea. (ROQUETTE-PINTO) 

 

Ao alvorecer, ao longo do caminho, eu sugava avidamente as gotículas do orvalho condensado nas folhas mais lisas dos arbustos e dividia com meus parceiros a parte mais clara e tenra das folhas espinhosas em forma de calha e o pedúnculo dos Ananás (Abacaxi do cerrado – Ananás comosus var. bracteatus) que encontrava. Infelizmente o Ananás prefere áreas ensolaradas, e encontrei apenas dois no dia de hoje. Pedi para o Coronel Angonese cortar uma pequena palmeira conhecida como Inajá (Maximiliana regia) e extrair o seu macio cilindro branco formado pelos embriões foliares conhecido como palmito. 

 

O Mané, neste dia, marchava, sistematicamente, à retaguarda provavelmente para beber escondido a água de sua garrafa PET. No final da manhã, mentiu afirmando não ter levado nenhum recipiente d’água e começou a consumir a parca água que nós três carregávamos como precioso tesouro. Bebíamos parcimoniosamente apenas para umedecer a língua e a garganta enquanto o Mané sorvia egoisticamente grandes goles d’água de nossos cantis, o resultado disso foi que minha água terminou logo cedo. Em uma das paradas o vil nativo solicitou-me, mais uma vez, um trago e informei-lhe que o cantil estava vazio, mesmo assim, achando que eu mentia pegou meu cantil para verificar pensando, talvez, ser eu um tratante e cínico como ele. 

 

O calor e a falta de alimento e água minavam nossas resistências e em uma das últimas paradas informei ao Coronel Angonese e ao Dr. Marc que eles podiam seguir em frente que eu e o Manduca logo os alcançaríamos. A parada foi reparadora, parti e, logo em seguida, encontrei meus extenuados parceiros deitados. As nuvens pesadas pressagiavam chuva e armamos nossa lona rapidamente, infelizmente, choveu apenas no entorno e nenhuma gota foi coletada. Seguimos nossa fatigante jornada e mais adiante, a 8 km do acampamento, o Coronel Angonese sugeriu que “desovássemos” nossas tralhas para continuarmos nossa rota mais aliviados. Deixei minha mochila, georeferenciei o local da “desova” (12°54’43,0”S / 59°36’24,7”O) e levei apenas o cantil e o GPS. 

 

Depois de caminharmos por mais de uma hora derivamos para a esquerda, abandonando a trilha da Linha Telegráfica, rumo a um terreno mais baixo e consequentemente com maior probabilidade de se encontrar água. Chegamos, por volta das dezoito horas a um pequeno e abençoado curso d’água. Tínhamos percorrido 10 km desde o acampamento anterior (AC05). Depois de matarmos a sede montamos acampamento, o Dr. Marc, à noite, me cedeu uma ração à base de cereais que foi muito bem vinda e tonificante. Como a noite estava muito fria, passei a noite toda alimentando a fogueira e, cada vez que as chamas clareavam o entorno e crepitavam, um curioso Macaco rabo-de-fogo resmungava e resolvia passar, novamente, pelas árvores sob as quais acampáramos derrubando gravetos e folhas sobre a lona. 

 

Macaco rabo-de-fogo (Zogue-zogue-rabo-de-fogo): Callicebus miltoni é o nome da nova espécie de macaco descoberta na Amazônia na região do arco do desmatamento. Popularmente chamado de zogue-zogue-rabo-de-fogo por causa da cor avermelhada da cauda (...). O nome foi dado em homenagem ao veterinário Milton Thiago de Mello, 99 anos. (Erika Suzuki –Secretaria de Comunicação da Universidade de Brasília)

Acampamento 05 à Aldeia Kithaulu (14.11.2015) 

Acordamos cedo e quando fui abastecer meu cantil fui atacado por um enxame de pequenas vespas. Contei apenas no braço direito 52 picadas, felizmente não havia inchaço e a dor se resumia a uma sensação de queimação como a do pium. O Coronel Angonese resolveu recuperar o material deixado no local da desova, tínhamos planejado que o material seria resgatado pela equipe de apoio, mas isso geraria uma perda de tempo de mais de três horas. Logo que o Angonese e o Manduca voltaram, iniciamos nossa marcha e insisti com o Dr. Marc deixasse a critério do nosso “Jungle” (Angonese) aonde e quanto tempo deveríamos parar tendo em vista que ele já tinha se deslocado até o local da desova enquanto nós ficáramos descansando no AC05. 

 

Após a segunda parada encontramos nosso caro amigo Ari Wakalitesu que nos guiou até aonde nos aguardava a equipe de apoio. Nossos caros parceiros preocupados com nossa demora tinham, por mais de uma vez, tentado, sem sucesso, nos encontrar. Chegando ao acampamento, por volta das 12h50, resolvi tomar um banho e o Sargento Yuri me conduziu na viatura Marruá até um córrego próximo. Depois do almoço partimos para a Aldeia Kithaulu e no trajeto passamos por uma ponte de madeira sobre o Rio Nambikwara (às 16h50), um belo e encachoeirado Rio de águas translúcidas. 

 

Relato Pretérito Rio Nambikwara 

Angyone Costa (1934) 

Em 1908 recomeça a expedição. Rondon atravessa o Juruena, penetra o território dos Nambiquaras e dos Tapanaiunas, corta o Juína, o Camararé, avançando sempre na direção NNO Descobre dois rios incógnitos, até então, na carta geográfica, a que dá os nomes de rio Nambiquara, e rio 12 de outubro. Novamente é perseguido pelos índios. (COSTA) 

A Marruá ultrapassou obstáculos de todos os tipos justificando sua adoção pelo Exército Brasileiro. Fomos bem recebidos na Aldeia Kithaulu e nos instalamos na varanda de um Posto de Saúde abandonado. 

 

Filmetes da II Parte (Cavalgada) 

 

Expedição Centenária R-R – II Parte ‒ Fase I (Tapirapoã / Kamai)

https://youtu.be/rECpPlEurDI 

 

Expedição Centenária R-R – II Parte ‒ Fase II (Kamai / Utiariti)

https://youtu.be/wxA1AJchYFM 

 

Expedição Centenária R-R – II Parte ‒ Fase III (Utiariti / Fz S. Miguel)

https://youtu.be/UVy9A316bu0 

 

Fontes: 

COSTA, Angyone. Introdução à Arqueologia Brasileira - Etnografia e História ‒ Brasil ‒ Rio de Janeiro ‒ Companhia Editora Nacional, 1934. 

 

CRULS, Gastão Luís. A Amazônia que eu vi – Brasil – São Paulo – Companhia Editora Nacional, 1938. 

 

HUXLEY, Francis. Selvagens amáveis ‒ Um Antropologista Entre os Índios Urubus do Brasil ‒ Brasil ‒ Rio de Janeiro ‒ Companhia Editora Nacional, 1963. 

 

MAGALHÃES, Major Amílcar Botelho de. Pelos Sertões do Brasil ‒ Brasil ‒ Rio de Janeiro ‒ Editora Brasiliana, 1941. 

 

ROQUETTE-PINTO, Edgard. Rondônia ‒ Brasil ‒ Rio de Janeiro ‒ Companhia Editora Nacional, 1938.

(*) Hiram Reis e Silva é Canoeiro, Coronel de Engenharia, Analista de Sistemas, Professor, Palestrante, Historiador, Escritor e Colunista;

Integrante do 4° Grupamento de Engenharia do Comando Militar do Sul (CMS)

Ex-Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA);

Ex-Pesquisador do Departamento de Educação e Cultura do Exército (DECEx);

Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS);

Presidente do Instituto dos Docentes do Magistério Militar – RS (IDMM - RS);

Sócio Correspondente da Academia de Letras do Estado de Rondônia (ACLER)

Membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil – RS (AHIMTB – RS);

Membro do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS);

Colaborador Emérito da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG).

Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional (LDN).

E-mail: hiramrsilva@gmail.com;

Blog: desafiandooriomar.blogspot.com.br

 

Os artigos publicados com assinatura não representam a opinião do Portal Pantanal News. Sua publicação tem o objetivo de estimular o debate dos problemas do Pantanal do Mato Grosso do Sul e de Mato Grosso, do Brasil e do mundo, garantindo um espaço democrático para a livre exposição de correntes diferentes de pensamentos, idéias e opiniões. 

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