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Saúde - 03/12/2015 - 06h30

Capital de MS está em epidemia de dengue, diz Secretaria de Saúde

Informação foi repassada pelo secretário-adjunto nesta quarta-feira (2). Foram notificados 881 casos em novembro e 7.209 no acumulado do ano.




Por G1 com informações da TV Morena / Redação Pantanal News

Mosquitos Aedes aegypti, transmissor da dengue. doença, vetor, inseto, transmissores, contágio. -HN- (Foto: Fabio Motta/Estadão Conteúdo)Mosquitos Aedes aegypti, transmissor da dengue (Foto: Fabio Motta/Estadão Conteúdo)

Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul, está em situação epidemia de dengue, segundo informou o secretário-adjunto de saúde do município, médico Vitor Rocha, nesta quarta-feira (2). A última epidemia tinha sido em janeiro de 2013.

Rocha disse, em entrevista à TV Morena, que foram notificados 881 casos de dengue em novembro. No acumulado do ano, são 7.209 notificações, segundo dados da diretoria de vigilância em saúde.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que há epidemia quando um local registra ao menos 300 casos a cada 100 mil habitantes, equivalente a 0,003 casos por habitante. Com população de 853.622 moradores, segundo estimativa do IBGE, Campo Grande teve 3.819 casos confirmados, com média de 0,004 casos por habitante.

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) já foi informada sobre a situação e disse que a capital é a única cidade do estado com epidemia.

Conforme o secretário adjunto, a situação não surpreende o município e as ações de combate continuam as mesmas. Na terça-feira (1º), o secretário municipal de saúde, Ivandro Fonseca,alertou para o risco de epidemia de dengue em Campo Grande, mas a previsão era para 2016. Segundo ele, haviam sido notificados 58 novos casos na capital sul-mato-grossense entre 30 de novembro e 1º de dezembro.

O G1 entrou em contato nesta manhã com o secretário de saúde, Ivandro Fonseca, mas as ligações não foram atendidas. A reportagem também solicitou informações à assessoria de imprensa da prefeitura e foi informada de que representantes da Secretaria Municipal de Saúde Pública (Sesau) estão em reunião nesta manhã.

Na capital sul-mato-grossense, oito bairros estão em alerta por causa da alta incidência da doença: Nova Campo Grande, Monte Castelo, Coronel Antonino, Vila Margarida, Jardim dos Estados, Tijuca, Aero Rancho e Jardim Batistão.

Mortes
O último boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), no dia 19 de novembro, confirmou a 14ª morte por dengue. A vítima é um homem de 33 anos, morador de Miranda, cidade no oeste do estado. Ele foi transferido para Campo Grande, mas morreu no dia 13 de outubro.

Já foram confirmados três óbitos em Dourados, dois em Campo Grande e outros dois em Sonora. Corumbá, Itaporã, Juti, Maracaju, Paranhos e Três Lagoas confirmaram uma morte em cada município.

Cuidados
Além das ações do poder público, a população também pode e deve colaborar para evitar a proliferação do mosquito. Não deixar água acumulada é o principal cuidado, já que é onde a fêmea bota os ovos. Cada vez, um mosquito deposita cerca de 40 ovos.

Esse cuidado é tomado pela aposentada Petronilha Munhoz. Mesmo assim, ela está pela terceira vez com dengue. “Eu cuido da minha casa, mas ele aparece. Ontem vi três daqueles mosquitinhos pintadinhos dentro do banheiro, mas de onde saiu eu não sei”, contou.

Transmissor
O aedes aegypti é o transmissor da dengue e de diversas outras doenças. Nesse período de temperaturas altas, a reprodução do mosquito é acelerada. “As temperaturas não mais altas, esse tempo tende a diminuir, então a quantidade de insetos que são lançados no ambiente é muito maior”, explicou Alessandra Gutierrez de Oliveira, doutora em Biologia Parasitária.

Segundo a especialista, a proximidade desses insetos com a população humana faz com que eles fiquem cada vez mais infectados.

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