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Artigos - 27/11/2015 - 06h40

Expedição Centenária R-R – 2ª Fase (I Parte)




Fotos: Divulgação










Por Hiram Reis e Silva (*)

 Hiram Reis e Silva, Bagé, RS, 26 de novembro de 2015. 

É muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias,
mesmo expondo-se à derrota, do que formar fila com os pobres de espírito,
que nem gozam muito, nem sofrem muito,
porque vivem nessa penumbra cinzenta que não conhece vitória nem derrota.
(Theodore Roosevelt)
  

Expedição Centenária Roosevelt-Rondon

– 1ª Fase (Descida do Rio Roosevelt) –  

De 22 de outubro a 13.11.2014 descemos o magnífico Rio Roosevelt, antigo Rio da Dúvida, em uma jornada de pura emoção, aprendizado e camaradagem, com uma breve e inesperada interrupção, provocada pelos índios Cinta-larga, de dois dias entre a 1ª e 2ª etapa, totalizando 23 dias. Eu planejara meticulosamente a navegação pelo Rio Roosevelt, preparara os mapas com esmero, georeferenciara os pontos de controle e estimara suas distâncias, ampliara, sempre que possível, os locais de travessia mais críticos tentando determinar a melhor opção de transposição que, na descida, eu, como precursor, ia ratificar ou não. O terreno e a vazão é que iriam definir se a rota que eu planejara era realmente a melhor. Como se diz na gíria “era minha praia”, mais de três décadas navegando por diversos caudais nas mais longínquas plagas desta “terra brasilis” davam-me a segurança necessária para saber que cumpriria a missão com sucesso na transposição dos temidos Saltos e Cachoeiras do Rio Roosevelt.  

Planejamento da Expedição Centenária Roosevelt-Rondon

– 2ª Fase (Cáceres, MT a Vilhena, RO) –  

Entre as duas fases da Expedição Centenária (outubro de 2014 e outubro de 2015) eu executara a Circunavegação da Lagoa Mirim, a Descida do Amazonas II (Santarém, PA a Macapá, AP), a Circunavegação da Laguna dos Patos e a Descida dos Rios Aquidauana e Miranda no Pantanal sul-mato-grossense. O planejamento e a execução destas jornadas não permitiram que eu dedicasse à 2ª Fase da Expedição Centenária a atenção necessária e toda a programação foi realizado pelo Coronel Ivan Carlos Gindri Angonese e Dr. Marc Meyers. Desta feita, pela primeira vez, desde que iniciara minhas jornadas em 2008, eu ia apenas executar o que fora idealizado pelos meus parceiros.  

A generosidade não está em dar aquilo que tenho a mais,
mas em dar aquilo de que vós precisais mais do que eu. (Gibran Khalil Gibran)
  

Embora essa fosse mais uma oportunidade de homenagear Rondon, relutei muito em participar desta empreitada, pois não se tratava absolutamente de canoagem. Meu neto Arthur estava por nascer, tinha dois interessantes compromissos náuticos na Laguna dos Patos e pretendia lançar o livro “Descendo o Rio Negro” na Feira do livro de Porto Alegre. Um fator, porém, foi determinante para deixar tudo isso para trás – um compromisso moral assumido com o amigo e empresário Pedro Meyers, irmão do Dr. Marc.  

Link: http://www.roraimaemfoco.com/artigo-uma-familia-de-mecenas-hiram-reis-e-silva/  

Aeroporto Internacional Marechal Rondon – Cuiabá, MT  

Partimos de Porto Alegre, RS, eu e o Coronel Angonese com destino a Cuiabá, MT, no dia 20.10.2015, onde encontramos, no final da manhã, o Dr. Marc e jornalista Cacá de Souza no Aeroporto Internacional Marechal Rondon.  

Até quando os ímpios, Senhor, até quando os ímpios saltarão de prazer?
Até quando proferirão, e falarão coisas duras, e se gloriarão todos os que praticam a iniquidade? (Salmos 94:3-4 – Bíblia Sagrada)
  

O Cacá está tentando produzir um documentário a respeito de nossas jornadas, em homenagem ao Marechal da Paz, através da Lei Rouanet. Infelizmente, neste país Tupiniquim, onde a fronteira que deveria nortear os bons costumes, o bom senso e a cultura foi totalmente ultrapassada e corrompida, onde a dignidade e a honra servem de escárnio e as criaturas estão dia-a-dia prostituindo-se e se perdendo na iniquidade, parece ser mais fácil conseguir apoio, propaganda e incentivos para viabilizar montagens cênicas degradantes como a peça “Macaquinhos” apresentada na 17ª Mostra SESC Cariri de Culturas, em Juazeiro do Norte, CE, em que oito atores, completamente nus, apontam mutuamente para seus ânus como querendo indicar aos espectadores de onde saiu a inspiração para a tal apresentação.  

Cuiabá, MT  

Servi no 9ª Batalhão de Engenharia de Construção, sediado em Cuiabá, MT, no período de 1978 a 1979 trabalhando, como Chefe da Equipe de Terraplenagem, diuturnamente (das 05h30 às 22h00), sete dias por semana, nas BR-364 e 070. Trinta e seis anos haviam passado desde que daqui eu partira para exercer a função de instrutor na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN).  

A Capital e o Estado do Mato Grosso desenvolveram-se por demais, graças ao agronegócio implantado com muito trabalho e competência pelos arrojados migrantes vindos, na sua maioria, do chamado Cone Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul). O entorno das estradas antes formado apenas por intermináveis e áridos cerrados está agora dominado por enormes plantações que se estendem por todo o horizonte. O Estado do Mato Grosso é hoje o maior produtor brasileiro de soja e algodão em pluma, segundo maior produtor de arroz, quinto produtor de cana-de-açúcar e sétimo de milho.

 

À tarde fomos com o Cacá de Souza até à FUNAI onde contatamos o simpático servidor da autarquia Sr. Carlos Márcio Vieira Barros. O Carlos Márcio discorreu, na oportunidade, sobre sua experiência de vida com os Nambikwara no início de sua carreira na Fundação e nos garantiu que tomaria as devidas providencias para viabilizar nosso acesso às Terras Indígenas Paresi e Nambikwara.  

Cáceres, MT  

No dia seguinte, (21.10.2015 – quarta-feira), seguimos destino a Cáceres, MT. A BR-070, agora asfaltada, fazia-me lembrar de um jovem e aguerrido 1° Tenente de Engenharia, Chefe da Equipe de Terraplenagem, enfrentando obstinadamente o terreno e os elementos com um único objetivo – construir uma estrada dentro dos mais altos padrões técnicos, no prazo mais curto possível e dentro do orçamento previsto. Naquele ano concluímos o Plano de Trabalho quase dois meses antes do prazo. Em Cáceres, estabelecemos contato com o Comandante do 2° Batalhão de Fronteira (2° B Fron), Tenente-Coronel Renato Braga Pires, que autorizou nossa hospedagem no Hotel de Transito da Guarnição e onde ultimamos algumas providências administrativas.  

Ainda não tínhamos a confirmação do apoio do Exército Brasileiro (EB) à Expedição e como eu não conseguisse falar diretamente com meu Amigo e Irmão maçom o General-de-Exército Antônio Hamilton Martins MOURÃO, Comandante do Comando Militar do Sul (CMS), falei com o Coronel James BOLFONI da Cunha, um de seus assessores, que garantiu que iria retransmitir meu recado ao General MOURÃO que, na oportunidade, estava empenhado em manobras no Estado de Santa Catarina. Mandei ainda uma série de mensagens para o celular do General MOURÃO preocupado que estava com a pequena e frágil camionete que o Dr. Marc alugara para nos apoiar na missão. A tralha de rancho e acampamento era enorme, precisávamos levar na carroceria 300 litros d’água para as mulas e para nós e, além disso, teríamos pela frente péssimas estradas a percorrer.  

Na quinta-feira (22.10.2015) o Angonese contatou o Sr. Ramos (chefe da Comitiva Santo Antônio) para confirmar a data e local onde deveriam ser descarregadas as mulas e tomamos outras providências administrativas.  

À tarde, véspera de nossa partida, estávamos fazendo compras no supermercado quando recebi uma ligação do Chefe do Estado-maior do Comando Militar do Oeste (CMO), General-de-Brigada DENIS Taveira Martins, informando que o Comandante Militar do Oeste General-de-Exército PAULO HUMBERTO Cesar de Oliveira, atendendo solicitação do Gen MOURÃO, tinha autorizado que o 2° B Fron nos apoiasse com dois militares e uma viatura Agrale Marruá AM21 – VTNE 3/4 ton destinada ao transporte de tropa e/ou carga de até 750 Kg. Solicitei imediatamente que a Rosângela remetesse ao General DENIS uma cópia do projeto que o Angonese encaminhara ao Departamento de Educação e Cultura do Exército (DECEx) com o objetivo de fornecer subsídios à Ordem de Serviço que seria encaminhada à 13ª Brigada de Infantaria Motorizada (13ª Bda Inf Mtz), de Cuiabá, MT, que a repassaria, por sua vez, ao 2° B Fron de Cáceres, MT.  

Partimos na tarde da sexta-feira (23.10.2015) depois de garantir que a viatura Marruá nos encontraria no caminho, lá pela terça-feira, já que o Dr. Marc não queria perder mais nenhum dia de viagem.  

É muito complicado partir para jornadas dessa magnitude com o cronograma rígido, engessado, por isso mesmo, tenho preferido realizar minhas Expedições sozinho sem interferências externas que possam comprometer o bom andamento do Projeto ou de minhas pesquisas. As informações surgem à medida que progredimos no terreno e alguns desses novos fatos podem merecer uma atenção especial, determinando que direcionemos nossas pesquisas sobre eles, se assim não o fizermos não estaremos realizando uma pesquisa, mas um mero turismo. Tenho necessidade, como naturalista, de tentar conhecer o desconhecido, de procurar desvendar mistérios, de descobrir segredos e de ampliar aquilo que foi reportado sem a profundidade adequada.  

Relatos Pretéritos – Cáceres, MT  

Rondon (1914)  

A 5 de janeiro (1914) tínhamos deixado o pantanal. O aspecto da região mudara – pequenas colinas aqui e ali, vegetação densa, interrompida por clareiras com ranchos de palha. À noitinha, chegávamos a São Luís de Cáceres – a última cidade que encontraríamos antes de atingir as do Amazonas – pitoresca cidade com suas casas brancas e azuis, de gelosias ou rótulas, herdadas dos antepassados árabes, através dos portugueses. Terminava aí a primeira etapa da viagem, a mais fácil, a bordo de navios pequenos mas confortáveis: boa mesa, noites agradáveis em redes penduradas no tombadilho, sem mosquitos. (VIVEIROS)

Gelosia (do italiano) ou rótula (do latim): também conhecidas como venezianas, consta de uma treliça de madeiras cruzadas no vão de uma janela que protegem o interior da edificação da luz e do calor e permitem que se observe a parte externa sem ser visto. (Hiram Reis)

Roosevelt (1914)  

Ao fim da tarde de 5 (05.01.1914) chegamos à bonita e antiga cidadezinha de São Luiz de Cáceres na mais remota extremidade da região habitada do estado de Mato Grosso, a última cidade que veríamos antes de atingir as povoações do Amazonas.

Quando nos aproximávamos, passamos por grupos de lavadeiras pretas seminuas à beira d’água. Os moradores, com a banda de música local, estavam reunidos no sopé da íngreme ladeira da rua principal onde o vapor atracou. Grupos de mulheres e meninas, brancas e trigueiras, nos observavam da ribanceira baixa. Suas saias e blusas eram vermelhas, azuis, verdes, de todas as cores, enfim.

‘Sigg, que tinha seguido adiante com o grosso da bagagem, veio ao nosso encontro em um improvisado barco de gasolina formado por uma canoa a cuja popa o nosso motor “Evinrude” havia sido adaptado; estava ele proporcionando a várias pessoas de proeminência do lugar um passeio que as enchia de grande satisfação.

As ruas da pequena cidade não eram calçadas e tinham estreitos passeios de tijolos. As casas térreas eram caiadas de branco, ou de paredes azuis, cobertas de telhas vermelhas; as janelas, com persianas, vinham dos tempos coloniais; remontando através do Portugal cristão e mourisco, originaram-se de uma remota influência árabe. Lindas caras, algumas louras, outras morenas, miravam dessas janelas a rua. As mães de suas mães devem ter, por gerações sucessivas, assim mirado o exterior, de janelas idênticas, nos dias coloniais de antanho.

Mas ali mesmo em Cáceres o espírito do novo Brasil já ia penetrando; fora construído um belo edifício público para Grupo Escolar (Escola Estadual Esperidião Marques). Fomos apresentados ao Diretor, um homem esforçado que realiza excelente obra, um dos muitos professores trazidos nos últimos anos para Mato Grosso, de São Paulo, centro do novo movimento educacional que muitíssimo fará em benefício do Brasil.

Grupo Escolar: criado pelo Decreto n° 297 de 17.01.1912.

O Padre Zahm foi passar a noite com os frades franciscanos franceses, que são excelentes companheiros. Eu dormi na confortável residência do Tenente Lyra, uma casa de verão com paredes grossas, portas largas e pátio aberto cercado por uma galeria. O Tenente Lyra ia acompanhar-nos; era um velho companheiro de explorações do Coronel Rondon.

Entramos em algumas lojas para fazer as últimas compras e à noitinha passeamos pelas ruas poeirentas e sob as árvores da praça; as mulheres e meninas sentavam-se em grupo às portas ou ficavam às janelas. Aqui e ali instrumentos de cordas soavam na escuridão. 

Venda do Livro Desafiando o Negro  

Caras amigas e Caros amigos  

# Nosso livro “Descendo o Negro” (850 páginas – 66 fotos e 05 mapas coloridos em papel couchê) está a venda por R$ 80,00:  

– Em Caxias do Sul, na “Livraria do Maneco”, Rua Marechal Floriano, 879 - Centro; 

 

– Em Porto Alegre, no Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA), Avenida José Bonifácio, 363 - Parque Farroupilha. Os livros serão comercializados na Associação dos Amigos do Casarão da Várzea – AACV ou na Barbearia do Tatu;  

– Em Bagé contatar a Rosângela através do telefone (053 9952 6452).  

# Pelo Correio cada livro custa R$ 100,00 (despesas de correio incluídas):  

– Neste caso a amiga ou o amigo deverá fazer contato pelo e-mail hiramrsilva@gmail.com informando que o depósito já foi realizado e o seu endereço residencial.  

– Conta Bancária de Hiram Reis e Silva
– Banco do Brasil (001) – Agência: 4848 - 8
– Conta Corrente: 117 889 - X (ou 117 889 - 0)
– CPF: 415 408 917 - 04
  

Comprem e divulguem, por favor, para suas amigas e amigos. Continuem nos apoiando, TFA.

Fotos do Livro Desafiando o Negro:  

https://www.facebook.com/DesafiandoORioMarRioNegro/  

Filmetes da Descida do Rio Negro:  

Descendo o Rio Negro 001, Amazonas, Brasil

https://www.youtube.com/watch?v=9OA10sj1kik  

Descendo o Rio Negro 002, Amazonas, Brasil

https://www.youtube.com/watch?v=oCeylqeDefU  

Descendo o Rio Negro 003, Brasil, Amazonas

https://www.youtube.com/watch?v=123koyjGbck  

Descendo o Rio Negro 004, Amazonas, Brasil

https://www.youtube.com/watch?v=m-aOuLvDR0M  

Descendo o Rio Negro 005, Amazonas, Brasil

https://www.youtube.com/watch?v=scUDBxnTdTY  

Descendo o Rio Negro 006, Amazonas, Brasil

https://www.youtube.com/watch?v=JRpWymV_PGY 

Fontes: 

ROOSEVELT, Theodore. Nas Selvas do Brasil ‒ Brasil ‒ São Paulo ‒ Livraria Itatiaia Editora Ltda ‒ Editora da Universidade de São Paulo, 1976.  

VIVEIROS, Esther de. Rondon Conta Sua Vida ‒ Brasil ‒ Rio de Janeiro ‒ Livraria São José, 1958.

(*) Hiram Reis e Silva é Canoeiro, Coronel de Engenharia, Analista de Sistemas, Professor, Palestrante, Historiador, Escritor e Colunista;

Ex-Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA);

Ex-Pesquisador do Departamento de Educação e Cultura do Exército (DECEx);

Assessor do Comando Militar do Sul (CMS);

Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS);

Presidente do Instituto dos Docentes do Magistério Militar – RS (IDMM - RS);

Sócio Correspondente da Academia de Letras do Estado de Rondônia (ACLER)

Membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil – RS (AHIMTB – RS);

Membro do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS);

Colaborador Emérito da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG).

Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional (LDN).

E-mail: hiramrsilva@gmail.com;

Blog: desafiandooriomar.blogspot.com.br 

 

Os artigos publicados com assinatura não representam a opinião do Portal Pantanal News. Sua publicação tem o objetivo de estimular o debate dos problemas do Pantanal do Mato Grosso do Sul e de Mato Grosso, do Brasil e do mundo, garantindo um espaço democrático para a livre exposição de correntes diferentes de pensamentos, idéias e opiniões. 

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