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Meio ambiente - 12/11/2015 - 06h30

Dia do Pantanal:Ação conjunta vai recuperar rios e nascentes

Inciativa pioneira no Brasil une ONGs, setor público e privado na proteção da natureza




Fotos: Divulgação







Por Assessoria / Redação Pantanal News

12 de novembro é do Dia do Pantanal. E temos o que comemorar. O WWF-Brasil, juntocom o governo do estado de Mato Grosso e mais de 50 entidades parceiras, trabalham juntosnuma iniciativa que tem por objetivo proteger e recuperar as águas das Cabeceiras do Pantanal–  onde  nascem  as  águas  responsável  por  alimentar  80%  da  planície  inundada,  peloabastecimento de mais de três milhões de pessoas e pela manutenção da rica biodiversidadelocal: mais de 4 mil espécies de animais e plantas registrados.

O  Pacto  em  Defesa  das  Cabeceiras  do  Pantanal,  como  é  conhecida  a  aliança  vairecuperar  700  quilômetros  de  rios  (Paraguai,  Jaurú,  Sepotuba  e  Cabaçal)  e  mais  de  70nascentes localizadas em 25 municípios de Mato Grosso. O trabalho de reflorestamento damata ciliar – vegetação nativa existente nas margens dos rios, cursos d’água e nascentes e quefunciona como filtro de proteção das águas – abrange uma área de mais de 23 mil hectares.Para atender a demanda, a previsão é de que sejam criados novos negócios e empresas, comode produção de insumos, de execução de serviços e de qualificação profissional e mais de milempregos e renda para as comunidades locais.Serão necessários  mais  de 15 viveiros  de mudas para  fazer  o replantio.  "Abrem-seoportunidades  de  venda  de  sementes,  ferramentas,  mão-de-obra  para  o  reflorestamento,retirada de entulho e instalação de cercas para a proteção das nascentes. Ou seja, toda umacadeia  produtiva  será  gerada  e  incentivada  por  meio  da  conservação  ambiental”,  diz  oespecialista em conservação do WWF-Brasil, Ângelo Lima.  A ideia do Pacto surgiu em 2012, quando um estudo - realizado pelo WWF-Brasil, emparceria  com o  HSBC,  a  organização  não-governamental  The  Nature  Conservancy  (TNC),  oCentro  de  Pesquisas  do  Pantanal,  o  Conselho  Nacional  de  Desenvolvimento  Científico  eTecnológico (CNPQ) e a Carterpillar - mostrou que a área das Cabeceiras do Pantanal estava emalto risco ecológico, requerendo ações urgentes.

No último dia 8 de junho, além do WWF-Brasil, o governo de Mato Grosso, todos osprefeitos dos 25 municípios e diversas entidades parceiras da sociedade civil formalizaram aaliança e assinaram a adesão ao Pacto em Defesa das Cabeceiras do Pantanal, e portanto, secomprometeram a trabalhar na recuperação dos recursos hídricos da região.Carlos Nomoto, secretário-geral do WWF-Brasil, reforça a importância da Organizaçãona conservação do Pantanal, “o reino das águas”: nossa missão é trabalhar por um planetaonde as pessoas vivam em harmonia com o meio ambiente e o Pacto mostra o potencial deuma ação quando é produzida em conjunto por toda a sociedade.Cada entidade que adere ao Pacto se compromete voluntariamente a implementar emsua  localidade  pelo  menos  três  ações  que  preservem  as  nascentes  e  os  rios,  como  porexemplo:  a  recuperação de áreas  degradadas,  a  adequação ambiental  de estradas rurais  eestaduais até 2020, a melhoria do saneamento básico, a implantação de biofossas nas zonasrurais e melhoria da gestão de resíduos sólidos e da gestão de recursos hídricos, a promoçãode  atividades  culturais  e  educativas  sobre  a  importância  da  proteção  das  águas  (rios  enascentes)  e  do  reflorestamento. 

Primeiros resultados             

Até  o  momento,  a  parceria  entre  as  diversas  entidades  do  Pacto  possibilitou  algumasconquistas, como por exemplo a instalação de 40 biofossas na zona rural, evitando que dejetoshumanos cheguem aos rios e melhorando a qualidade de vida dos produtores que passam ater saneamento básico e um biofertilizante para regar árvores frutíferas.

Outro resultado positivo é que os municípios de Tangará da Serra e Mirassol d’Oeste foramselecionados pela  Agência  Nacional  de  Águas (ANA) para  receber  recursos  financeiros  queserão destinados à implantação de projetos de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), pormeio do Programa Produtor  de Água. Assim, em breve,  os produtores dos dois  municípiosserão remunerados financeiramente pela proteção das nascentes e dos recursos hídricos locais,pela conservação das matas ciliares e pela implementação de boas práticas agropecuárias e domanejo do uso do solo.Adesão A região das Cabeceiras do Pantanal abrange 25 municípios do Mato Grosso, sendo eles: AltoParaguai, Araputanga, Arenápolis, Barra do Bugres, Cáceres, Curvelândia, Denise, Diamantino,Figueirópolis  D´Oeste,  Glória  D´Oeste,  Indiavaí,  Jauru,  Lambari  D’Oeste,  Mirassol  D’Oeste,Nortelândia,  Nova  Marilândia,  Nova  Olímpia,  Porto  Esperidião,  Porto  Estrela,  Reserva  doCabaçal, Rio Branco, Santo Afonso, São José dos Quatro Marcos, Salto do Céu e Tangará daSerra.Saiba mais: Vídeo chama a atenção para a preservação das águas do Pantanal: http://bit.ly/1V0ulLr

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