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Internacional - 17/09/2015 - 09h00

Terremoto no Chile: brasileiros no país relatam correria após tremor

Forte terremoto ocorreu nesta quarta-feira (16) ao norte de Santiago. Brasileiros disseram que chilenos ficaram apavorados com o tremor.




Por Isabela Marinho, Isabela Leite e Karina Trevizan do G1, em São Paulo / Redação Pantanal News

O terremoto que atingiu o Chile nesta quarta-feira (16) assustou pessoas em diversas cidades pelo país. O G1 ouviu relatos de brasileiros que estão no país. Veja abaixo:

Geisa de Souza Silva, de MS
A professora de história Geisa de Souza Silva, de Campo Grande, está no Chile em uma viagem de turismo e conta que ficou muito assustada com o tremor. Visitando o país pela primeira vez, ela conta que nunca havia presenciado um terremoto.

"Nós chegamos de um passeio e entramos no hotel. Quando fomos pegar o elevador, começou o tremor. Aí os funcionários chamaram para a gente retornar, sair do hotel. Foi aquela correria, aquele susto", conta ela.

Marta Celestino, de PE

Marta e o filho, Thiago, são de Recife e vivem na cidade de Rancagua, no Chile (Foto: Arquivo Pessoal)Marta e o filho, Thiago, são de Recife e vivem na cidade de Rancagua, no Chile (Foto: Arquivo Pessoal)

A brasileira Marta Celestino, que vive no país há quase 6 anos, conta que a principal preocupação era que se repetissem os danos causados pelo tremor de 2010, quando um terremoto de 8,8 de magnitude deixou cerca de 800 mortos.

Marta é de Recife e vive na cidade de Rancagua, a 100 quilômetros de Santiago, com o filho e o companheiro. “Fica bem distante do Norte, mas o tremor foi forte. Eu tinha voltado do supermercado, quando cheguei senti minhas pernas tremendo. Quando olhei pra cima, vi o lustre balançando e corremos para a porta. Foi muito forte, tremia tudo, a casa toda, o carro na garagem”, relata ela, que filmou uma réplica do tremor em sua casa.

“Durou dois minutos mais ou menos o primeiro tremor. Em 2010, logo que cheguei no Chile, teve aquele grande terremoto. Foi de madrugada, eu perguntava para os chilenos se era terremoto, eles só diziam ‘vai passar, vai passar’. Foi um horror, não parou de tremer. Aquele foi mais forte”, compara.

Sobre o tremor desta quarta, ela diz que, ao contrário de 2010, se apavorou. “No primeiro eu não fiquei muito apavorada porque os chilenos diziam que não era terremoto. No de agora me apavorei. “Não a ponto de sair pela rua dando escândalo, mas de qualquer maneira entrei em pânico.”

Marta conta que algumas ruas de seu bairro, especialmente as mais próximas a uma rodovia, estão sem água e sem energia. “A minha casa não. Mas, em 2010, ficamos 3 dias sem agua e energia. Agora tem, mas estou carregando o celular porque nunca se sabe.”

Carolina Camisasca e Luis Paulo Camisasca, do RS

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Luis Paulo Camicasca e Carolina Costa Camicasca (Foto: Arquivo Pessoal/ Carolina Camicasca)Luis Paulo Camisasca e Carolina Costa Camicasca moram em Santiago há 3 meses (Foto: Arquivo Pessoal)

A gaúcha Carolina Camisasca está morando há 3 meses no bairro da Providência, em Santiago. Ela e o marido, Luis Paulo Camisasca, presenciaram o terremoto.

Carolina estava no apartamento onde mora, no terceiro andar do prédio quando sentiu o tremor. "Eu senti tudo balançar, abri a porta de casa e estavam todos os vizinhos com a porta aberta apavorados. Eu não sabia o que fazer e acompanhei os outros. Todo mundo começou a descer pelas escadas e eu desci também. Fiquei com muito medo, principalmente quando vi a reação dos vizinhos", contou a dentista ao G1.

O marido de Carolina voltava do trabalho quando ocorreu o tremor mais forte - um pouco antes das 20h (horário de Brasília) e relatou ter visto vidraças de comércios quebrarem.

Moradores do bairro Providência, em Santiago, esperavam na rua as réplicas do tremor (Foto: Arquivo Pessoal/ Carolina Camicasca)Moradores do bairro Providência, em Santiago, esperavam na rua as réplicas do tremor (Foto: Arquivo Pessoal/ Carolina Camisasca)

O casal já havia presenciado dois terremotos desde que chegou ao Chile, há pouco mais de três meses. "Das outras vezes foi muito mais tranquilo, ninguém saiu correndo, nem se desesperou. Desta vez saiu todo mundo apavorado".

A brasileira disse ainda que duas horas após o maior tremor as ruas estavam vazias em seu bairro. "Saímos para jantar e estava tudo deserto. Estamos preocupados porque os vizinhos disseram que devem ter vários tremores durante a noite".

Carmen Franco, de SP
A brasileira Carmen Franco, de 58 anos, que chegou nesta quarta de São Paulo a Santiago para uma viagem de férias com a mãe e irmã, conta que estava em um supermercado ao lado do hotel em que está hospedada quando sentiu o tremor. "Primeiro pensei que fosse um metrô passando embaixo do mercado, mas aí os produtos começaram a tremer nas prateleiras e as pessoas começaram a ficar preocupadas e sair. O caixa levantou e saiu correndo. Fomos atrás", conta.

Ela diz que ao chegar ao hotel algumas pessoas estavam do lado de fora do prédio chorando. "Na hora deu medo porque você via que inclusive os funcionários do hotel estavam nervosos", conta. Apesar da ordem de ficar do lado de fora, ela conseguiu convencer um funcionário de acompanhá-la até o quarto de sua mãe, que tinha ficado no hotel descansando. Depois, desceram todos e, quando a situação se normalizou, trocaram seu quarto do oitavo para o primeiro andar.

"Na TV, ressaltam o alerta de tsunami e exibem imagens de carros de pessoas deixando as cidades do litoral", diz Carmen.

Silvia Pace, de Talagante, no Chile
Tia de uma brasileira, a dona de casa chilena Silvia Pace, que tem 72 anos e vive em Talagante, fica a 45 quilômetros ao sul de Santiago, também compara o indecente desta quarta com o de 2010. “O de hoje foi um temor que durou cerca de três minutos, mas não caíram casas, não houve tanto desastre porque foi longo, lento, e não como da outra vez que foi muito forte e caíam as coisas, os móveis”, diz ela.

Segundo Silvia, as ruas próximas não tiveram falta de luz e água, e os telefones e a internet funcionam normalmente. “No Norte me parece que há mais problemas, pelas notícias que estou vendo agora na televisão”.

Mariane Cândido, SP 
A advogada Mariane Cândido mora em Campinas, SP, e chegou na terça (15) em Santiago para passar as férias. Ela estava jantando em um restaurante no Centro. Como é a terceira vez que visita o país, ela achou que o tremor fosse passar logo.

"Eu estive aqui a primeira vez em 2012 e presenciei um terremoto. Por isso, quando começou a tremer hoje, eu fiquei sentada esperando passar. Dessa vez foi atípico e todo mundo deixou o restaurante. Ficamos na rua até passarem as réplicas", disse ela.

Ana Cristina Santiago, da BA
"A gente chegou aqui em Santiago, eu e meu namorado, na segunda-feira (14), para passar 10 dias de férias. Estava tudo bem, mas hoje, entre às 19h ou 20h, eu estava preparando um jantar, porque alugamos um apartamento aqui no bairro da Providencia, região central da cidade, quando começou tudo a tremer: prato, copo, lustres, cama", 
contou a jornalista Ana Cristina Santiago.

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