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Cultura - 07/09/2015 - 07h10

Ambiente do campo inspira Almir Sater na hora de criar suas músicas

Ele conta como é difícil conciliar o trabalho no campo com os shows. Almir Sater também revela a façanha de tocar uma boiada ao som da viola.




Por Globo Rural / José Hamilton Ribeiro de Maracaju, MS / Redação Pantanal News

 
 
 
 

A segunda parte da reportagem sobre o Almir Sater mostra a difícil tarefa em conciliar o trabalho no campo do fazendeiro com os shows do artista. Além disso, o curioso desafio de tocar uma boiada ao som da viola.

Almir tinha um show em Bonito e precisou viajar. A equipe de reportagem contou com a assistência de um vaqueiro-tratorista para vencer uma grota e um riacho até alcançar a invernada mais distante onde está ganhando peso uma bezerrada com cerca de 4 a 5 meses do desmame.

Fora alguns pretos que estão no lugar meio de contrabando, a bezerrada é de filhos de uma vacada Nelore que veio do Pantanal. Na vacada nelore foram colocados touros Senepol e touros Nelore. Os bezerros brancos são filhos de touro nelore e vaca nelore. Os coloridos são filhos de vaca nelore com boi Senepol. Por causa das pernas cumpridas, a bezerrada Nelore geralmente é mais alta. Mas o cruzado, em função do formato, logo mostra um acabamento melhor.

A vizinhança da fazenda do Almir é de produtores que fazem juntas agricultura e pecuária e que procura ter bons índices de desempenho nas duas atividades. Assim, ele está vendo com bons olhos a possibilidade de contar com outras opções de sangue bovino, além do Nelore, como conta Fábio Olegário, pecuarista e diretor do Sindicato Rural de Maracaju.

“Eu acredito que na nossa região, embora tenha uma base genética Nelore muito forte, o caminho vai ser o boi colorido, vamos dizer, o cruzamento. Aproveitar essa base forte genética que a gente tem Nelore e colocar o animal europeu pra gente ter uma heterose e um desempenho superior”, diz Olegário.

Com águas cristalinas e piraputangas aumentando em quantidade e tamanho no balneário municipal, Bonito esperava o show que reuniu os três grandes da música caipira: Renato Teixeira, Sérgio Reis e Almir Sater.

“Eu acho o Almir hoje um dos maiores músicos do planeta. É um gênio tocando aquele negócio lá. Tenho maior honra de ser parceiro dele porque por trás de todo grande violeiro existe um grande homem. Esse é o Almir”, Renato Teixeira.

“Como fazendeiro, Almir é muito dedicado e estudioso. Às vezes, eu pergunto alguma coisa pra ele e ele me dá aula. Falo: ‘deixa eu ficar quieto porque eu não sei nada disso’. Ele é bom”, diz Sérgio Reis.

Quando a noite chegou, foi som para valer na praça se cobriu de gente. Momento de emoção foi quando os três se reuniram no palco. O show terminou bem depois da meia-noite.

Artista muito requisitado, o Almir faz de 70 a 80 shows por ano. Dá uma base de 200 dias de viagem a cada ano. Sobram 165 dias pra ele tomar conta da família, com três filhos, para cuidar da parte artística, das composições e para acompanhar a criação de gado, as coisas da fazenda.

Almir diz, meio brincando, que em criações comuns usa-se berrante para chamar a boiada. Mas, como se trata de fazenda de violeiro, o instrumento de atração tem de ser a viola. Tocando Comitiva Esperança, procura por a vacada em movimento, seguindo-o. O rebanho se mexe. O som da música e do canto ocupa o espaço e faz o seu feitiço. Vai dando certo nem que seja preciso ajuda de um vaqueiro que seguem atrás. Com isso, o dia chega ao fim. Como está na temporada de ser mais artista do que fazendeiro, Almir volta pra sua viola que foi onde tudo começou.

Almir não é só artista e fazendeiro. Ele também participa de projetos sociais no estado natal Mato Grosso Sul. Ele estimula práticas de conscientização ambiental e de melhoria da qualidade de vida dos pantaneiros.

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