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Meio ambiente - 13/08/2015 - 07h24

Geoparque de dinossauros em MS pode ser o 2º reconhecido no Brasil

Certificação depende da Rede Mundial de Geoparques da Unesco. Área no Ceará é a única homologada no Brasil.




Divulgação/SPU-MS

Rastros de dinossauros ficam à beira do Rio Nioaque
Por G1 MS / Redação Pantanal News

O Geopark Bodoquena Pantanal, que engloba 13 municípios de Mato Grosso do Sul, onde em um deles foram encontrados rastros de dinossauros, pode ser o segundo do Brasil a receber o aval da Rede Mundial de Geoparques da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco). O único do país homologado é é o Geopark Araripe, no Ceará, criado em 2006.

A área sul-mato-grossense vai se candidatar pela segunda vez para receber a homologação. Segundo o coordenador do geoparque, Afrânio Soriano, a candidatura será registrada em 2016 e o resultado só deve sair em 2017.

Soriano informou ao G1 que os documentos para o dossiê já estão sendo reunidos e serão apresentados à Rede que, em seguida, irá enviar técnicos para analisar a área. O selo de certificação permite que o Geopark seja incluído no mapa internacional da Rede e amplia a divulgação à nivel mundial.

A primeira tentativa de homologação foi em 2011. Caso fosse certificado na época, o Geopark Bodoquena Pantanal seria o maior do planeta em extensão territorial, segundo o diretor executivo do geoparque, Marcelo Augisto Turine.

Soriano analisa a primeira candidatura como sendo equivocada. "Foi um equívoco na época porque era só uma ideia. Agora estamos trabalhando e temos muito mais para reunir no dossiê. Geoparque está ligado ao conceito de patrimônio geológico e as pessoas precisam vivenciar esse valor geológico. Geoparque só existe por causa das pessoas. A gente quer o selo e vamos trabalhar por ele", destacou Soriano.

De acordo com Turine, embora sejam 13 cidades dentro do perímetro do geoparque, apenas seis serão incluídas no dossiê que requere o selo. Para as outras serão feitas novos dossiês posteriormente, uma vez que essa foi a recomendação da Rede.

Pegadas de dinossauros no geossítio de Nioaque estão entre os destaques do geoparque.  (Foto: (Foto: Geopark Bodoquena Pantanal/Arquivo))Pegadas de dinossauros no geossítio de Nioaque estão entre os destaques do geoparque (Foto: Geopark Bodoquena Pantanal/Arquivo)

Apoio
O projeto é mantido atualmente por pesquisas desenvolvidas por Soriano, formado em biologia e geologia, e recebe apoio da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado (Fundect) e da Secretaria de Estado de Cultura, Turismo, Empreendedorismo e Inovação (Sectei). Ele disse que o geopaque ainda precisa ser institucionalizado e, embora receba apoio do governo do estado, ainda faltam parceiros que financiem e invistam no projeto.

Projeto
O Geopark Bodoquena Pantanal foi criado pelo governo estadual em 2009 por meio de um decreto e é o único do país reconhecido oficialmente pelo estado onde está localizado, segundo Soriano.

Até o momento são 47 geossítios incluídos em um perímetro de 39 mil quilômetros quadrados, mas o número pode aumentar. Os sítios são protegidos e, mesmo em áreas privadas, não podem ser alterados, segundo o Geopark.

Entre os destinos abertos para visitação estão o Buraco das Araras, em Jardim; Grutas do Lago Azul e de São Miguel, em Bonito; e o fóssil da Corumbela, em Corumbá. Dos seis núcleos do geoparque distribuídos nos municípios dentro da área, apenas o núcleo de Nioaque funciona e a previsão é de que todos estejam em atividade até o final de 2016.

Cada núcleo é reponsável por integrar a comunidade onde estão localizados e ressaltar os valores geológicos, além de pesquisar as regiões a procura de novos sítios e proteger os que já existem. Eles também funcionam como centro de conhecimento da ciência nesses locais.

Veja todos os destinos no site

 

Gruta do Lago Azul pode receber no máximo 305 visitantes por dia  (Foto: Anderson Viegas/G1 MS)Gruta em Bonito abriga fósseis de preguiça gigante e tigre dentes-de-sabre (Foto: Anderson Viegas/G1 MS)

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