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Economia - 07/08/2015 - 10h20

Dólar recua ante o real, acima dos R$ 3,50

Mercado segue atento a turbulências políticas no Brasil e juros nos EUA. Na véspera, moeda norte-americana avançou 1,39%, cotada a R$ 3,5374.




Por G1 SP / Redação Pantanal News

O dólar opera em baixa nesta sexta-feira (7), mas acima do patamar de R$ 3,50, que foi rompido na véspera, em meio à contínua deterioração do cenário político e econômico brasileiro e após divulgação de dados fortes sobre emprego nos EUA, que fortaleceram a tese de que os juros subirão no mês que vem na maior economia do mundo.

Às 11h09, a moeda norte-americana recuava 0,55%, a R$ 3,5178 na venda, após subir nas últimas seis sessões, acumulando valorização de 6,25%. Veja a cotação.  

Por outro lado, o fato de o Banco Central ter aumentado sua intervenção no câmbio neste mês, após intenso avanço da moeda norte-americana, motivava algumas vendas de divisa.

"O mercado está sem referência. Operar com economia é fácil, é fazer conta. Não tem fórmula para operar com política", disse o operador de uma gestora de recursos internacional. "Como o mercado está em pânico, qualquer faísca é fogo", afirmou.

O noticiário político no Brasil, com operadores enxergando chances pequenas mas não desprezíveis de afastamento da presidente Dilma Rousseff antes do término de seu mandato, tem golpeado o ânimo no mercados locais.

A perspectiva de alta dos juros nos EUA também vem pressionando o câmbio, expectativa corroborada nesta manhã pelos dados de criação de vagas no mercado de trabalho norte-americano fora do setor agrícola. O emprego cresceu a um ritmo sólido em julho e a renda teve retomada após estagnação inesperada no mês anterior.

Juros mais altos nos EUA podem atrair para a maior economia do mundo recursos aplicados em países com o Brasil.

Véspera
Na véspera, o dólar avançou pela 6ª sessão seguida e subiu 1,39%, cotada a R$ 3,5374 - maior cotação desde 5 de março de 2003, quando fechou a R$ 3,555.

Na semana e no mês, o dólar acumula alta de 3,29%. No ano, há valorização de 33,05%. Nas seis altas consecutivas, o dólar subiu 6,25%.

A forte alta da véspera refletiu na cotação nas casas de câmbio na quinta-feira, que vendem o dólar turismo, valor que é sempre maior que o divulgado no câmbio comercial. 
Nas casas de câmbios pesquisadas pelo G1, o dólar chegou a R$ 3,97.

 

O movimento de alta do dólar se acentuou nos últimos dias devido ao acirramento da crise política no país, que está dificultando ainda mais a aprovação no Congresso de medidas de ajuste fiscal.

Intervenção do BC
Após o fechamento da véspera, o 
Banco Central anunciou aumento da oferta de swaps, contratos equivalentes a venda futura de dólares, sinalizando aumento da intervenção no mercado de câmbio, em meio a acentuada alta da moeda norte-americana ante o real.

Se mantiver as ofertas de até 11 mil contratos e vender sempre o lote total, a autoridade monetária rolará praticamente todos os swaps que vencem em setembro e correspondem a 10,027 bilhões de dólares. Até então, a sinalização era de que rolaria cerca de 60%.

O BC havia rolado parcialmente os últimos três lotes, em uma estratégia entendida por agentes financeiros como uma sinalização de que estava disposto a aceitar o dólar mais alto para estimular a economia via exportações, além de reduzir os gastos com os derivativos.

A decisão de aumentar a rolagem para setembro foi considerada acertada por vários operadores consultados pela Reuters, que julgam que a demanda por proteção cambial vinha crescendo nos últimos dias.

"Apesar do crescente custo do atual estoque de swaps, este pode não ser o momento adequado para reduzir o ritmo da rolagem, em nossa avaliação", escreveram estrategistas do banco BNP Paribas em nota a clientes.

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