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O Estado do Pantanal - 31/07/2015 - 10h47

Planta típica do Pantanal de MS vira perfume de empresa francesa

Empresa descobriu que pode usar camalote ou aguapé para perfume. Fibras da planta são usadas por artesãs da região para produtos diversos.




Reprodução/TV Morena

Planta típica do Pantanal de MS vira perfume de empresa francesa
Por G1 MS com informações da TV Morena / Redação Pantanal News

O aguapé, uma planta aquática muito comum no Pantanal de Mato Grosso do Sul virou matéria-prima para um perfume, fabricado por uma empresa da França.

Essa planta típica de regiões alagadas já era muito usada em trabalhos artesanais na região de Corumbá, a 415 km de Campo Grande.

A empresa francesa descobriu que a folha do camalote serve para fazer perfumes e deu o nome de Aguapé ao perfume. A planta foi conhecida por meio de uma associação de mulheres artesãs de Ladário, que trabalha com a fibra do camalote, e ganhou uma linha de cosméticos além do perfume.

Eliza Vasques, presidente da associações Mulheres de Fibra, diz que o trabalho foi descoberto pela empresa estrangeira depois de uma reportagem exibida na Rede Globo.

" A gente ocupa a fibra do camalote, mas a folha a gente deixava na beira do rio secando, então eles [da empresa] ligaram para a gente e pedindo se a gente poderia vender para eles a folha do camalote. A fibra a gente usa para fazer bolsa, fruteira, suporte para panela, porta-joia, brincos e colares o que a gente imaginar", explicou.

As artesãs garantem que se preocupam com a preservação ambiental, mesmo usando recursos naturais. "A gente pega a fibra, não tira toda da raiz, a gente tira o necessário e vota a raiz na água, porque eles retornam para o rio, onde brotam novamente", explicou.

Outros recursos da natureza típicos de Mato Grosso do Sul também são usados por uma artística plástica, que transforma frutos do cerrado em matéria-prima.

As pesquisas com bocaiúva, pequi, pitanga, erva-mate são feitas há três anos, tudo protocolado pela Anvisa para ter solo. Silvio Balduino, consultor do Sebrae, orienta que é possível identificar a oportunidade de negócio com produtos típicos da região. Segundo ele, tem gente produzindo sorvetes, bolos e doces com frutos do cerrado.

Outro exemplo é no sul do estado, onde um banco de sementes crioulas busca promover a agroecologia e sustentabilidade de comunidades rurais. Em Juti, município a 302 km de Campo Grande, as sementes viraram moeda de troca entre os agricultores. Inclusive, uma feira é voltada para estas sementes, que não são tão comuns na região.

Todos esses exemplos de produtos feitos a partir de matérias-primas da natureza se enquadram no mercado de biotecnologia. Interessados no ramo podem fazer curso de biotecnologia, que existe na Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) desde 2009 e já formou três turmas.

O objetivo do curso é formar profissionais que possam desenvolver produtos ou serviços a partir de moléculas ou célular de microorganismo, plantas ou animais e esses produtos serem aplicados em diversas áreas. Como pode ser aplicada em diversos ramos, o mercado da biotecnologia está em expansão, segundo a Claudia Daniani, coordenadora do curso.

Folha do camalote, típico do Pantanal de Mato Grosso do Sul (Foto: Reprodução/ TV Morena)Folha do camalote, típico do Pantanal de Mato Grosso do Sul (Foto: Reprodução/ TV Morena)

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