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Turismo - 09/06/2015 - 06h02

Ministro participa de seminário sobre turismo no Rio Grande do Norte

Mais de 50 atividades estão ligadas ao setor, que gera mais de três milhões de empregos




Por Assessoria / Redação Pantanal News

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Em discurso durante a 23ª edição do seminário Motores do Desenvolvimento do Rio Grande do Norte, em Natal, nesta segunda-feira (8), o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, ressaltou que o setor é uma atividade econômica capaz de desenvolver o a região e enfrentar a crise econômica nacional como alternativa rápida para gerar emprego e renda.

O ministro definiu o turismo como um setor complexo e competitivo, que envolve 52 atividades. “Estamos falando de taxistas, donos de pequenas pousadas e grandes resorts, garçons, agentes de viagem, pilotos de avião, entre tantos outros. Sendo assim, não podemos deixar de incluir o turismo nas discussões sobre economia, no que diz respeito à retomada do crescimento do estado e do país”, disse.

O ministro disse que o setor contribui com 9,6% do produto interno bruto, gera mais de três milhões de empregos e hoje representa o 5º principal item da balança de exportações brasileira, atrás apenas de minério de ferro, soja, petróleo e açúcar. No Rio Grande do Norte, o peso do turismo é ainda maior: é o setor que mais emprega e a segunda maior fonte de receita do estado.

O seminário também discutiu a perspectiva de Natal sediar um centro de conexões do grupo formado pelas companhias áreas TAM e LAN, em uma disputa que envolve Fortaleza e Recife. “A vitória do Rio Grande do Norte é uma questão de justiça com o aeroporto Aluízio Alves, construído para cumprir com a finalidade de ser um centro de conexões domésticas e internacionais”, afirmou. “Fico feliz ao ver que os organizadores desse evento já se deram conta disso”.

Henrique Alves disse que, na condição de ministro do Turismo, esteve com a presidente Dilma e falou para ela sobre a importância desse hub para o Nordeste. Alves disse afirmou que teve o reforço de Cláudia Sender, presidente da TAM, e de Marco Antônio Bologna, presidente do Conselho da TAM, na audiência, para reforçar o pleito.

Metas

O ministro afirmou, ainda, que não basta o Brasil ser o primeiro em recursos naturais no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial e não materializar essa posição em negócios. “Aqui mesmo temos um exemplo evidente: a via costeira sofre com a dificuldade de construção de novos empreendimentos, mas a burocracia impede que a área se desenvolva.”

Henrique Alves está empenhado na criação de Zonas de Interesse Turístico, áreas determinadas pela União, estados e municípios que oferecem condições propícias para o investidor. “Estamos falando de benefícios econômicos, tributários e facilidades no processo de licenciamento. Seria um grande passo para conseguirmos atrair investidores para áreas protegidas que hoje não podem ser exploradas de maneira sustentável.”

O México é um exemplo de como medidas como essa podem transformar o cenário e impulsionar a economia: há 40 anos, a região que abriga Cancun era abandonada, não havia qualquer expectativa. Hoje, no entanto, responde por 70% da economia do turismo mexicano.

Além de facilitar os licenciamentos e investimentos, o ministro deseja facilitar o acesso ao crédito. No mês passado, o Ministério do Turismo flexibilizou as regras para o acesso aos recursos do Fundo Geral do Turismo, que disponibilizam R$ 170 milhões.

Outro tema que preocupa o ministro é a falta de conectividade aérea. O crescimento do interior do Brasil tem apresentado desempenho superior às áreas urbanas. Isso acontece pela falta de acesso de parte da população aos aeroportos. Hoje, só temos cerca de 100 aeroportos em cidades do interior operando voos. São mais de 40 milhões de pessoas a mais de 100 km de distância desses aeroportos. “Então, se a missão do Ministério do Turismo é incentivar e facilitar as viagens, nada mais correto do que apoiarmos o programa de aviação regional do governo federal”.

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