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Artigos - 10/04/2015 - 06h10

Prainha, PA – Almeirim, PA






Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição - Almeirim



Prédio da Prefeitura Velha de Almeirim



Cachoeira Panãma - Rio Paru



Rio Aramum
Por Hiram Reis e Silva (*)

Acordamos cedo, o Cb Mário tinha aportado a Delta à frente do Destacamento da PM, logo que subi a bordo o caiaque foi baixado, coloquei minha lanterna de cabeça, embarquei no Cabo Horn e parti, às 05h45, em jejum, antes do alvorecer, sem aguardar o barco de apoio ultimar seus preparativos. Não havia tempo a perder eu tinha uma longa jornada de 113 km pela frente. 

10.03.2015 (terça-feira) – Prainha, PA – Almeirim, PA 

Somente depois de remar por mais de meia hora fui alcançado pelo pessoal de apoio. As Paisagens e cenas domésticas que se sucediam tinham um gosto amargo de saudade, um acre sabor de quero mais. As dificuldades a serem superadas foram muito grandes, não as encontradas ao longo dos quase 11.000 km percorridos sob Sol escaldante e chuvas torrenciais, banzeiros traiçoeiros, picadas de insetos excruciantes e dores musculares lancinantes mas as criadas por alguns chefes militares que não foram capazes de aquilatar a seriedade e grandiosidade de nosso projeto. 

Em Almeirim as informações a respeito das pinturas rupestres eram por demais vagas e localizadas no longínquo Paru de Leste, afluente do Paru de Oeste que por sua vez é afluente do Paru, tínhamos consciência disto graças aos relatos da arqueóloga Edithe Pereira no seu livro Arte Rupestre na Amazônia, editado pelo Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG). Porém, uma coisa era certa, íamos passar sob a Linha de Transmissão Tucuruí-Macapá-Manaus e avistar as duas maiores torres de alta tensão do mundo as torres 238 e 241 ambas com 295 m de altura. A previsão inicial era de que as mesmas tivessem a altura da torre Eiffel, em Paris, atualmente com 325 metros (considerando a altura das antenas de rádio). 

Eu havia programado apenas duas paradas para descanso, a segunda delas, por volta das 15h30, foi nas cercanias da Ilha Jurupari. Era uma parada providencial, a chuva torrencial vinda de Leste encobria quase que totalmente as duas magníficas torres. Recuperei-me embarcado na Delta que aguardava estacionada a passagem da terrível borrasca. Às 15h45, depois de ter enfrentado uma jornada de dez horas de navegação parti para percorrer os derradeiros 29 km que me separavam de Almeirim. 

Extasiado eu admirava aquelas belas obras da engenharia moderna. O “Linhão” atravessa o Rio Amazonas da margem direita (Meridional) para a esquerda (Setentrional) em dois lances, um de 1,6 km que vai da margem direita do Amazonas até a torre 238 ancorada na praia Setentrional da Ilha Jurupari (hoje alagada pela cheia), e o outro, de 2,2 km, que vai da torre 238 até a torre 241, construída na Serra da Velha Pobre, margem esquerda do Rio Amazonas, permitindo integrar toda Calha Norte ao Sistema Interligado Nacional (SIN). No platô, que sustenta a torre 241, foi construído um muro de contenção de concreto de 17 m de altura e a plataforma monumental que sustenta a torre 238 possui 390 estacas com tubulações de metal, concreto e ferro cujas fundações atingiram os 30 m de profundidade. 

Quando nos aproximamos da Foz do Rio Paru, determinei que a equipe de apoio fosse à frente para que o Coronel Teixeira estabelecesse os devidos contatos com a polícia militar e, através dessa, com a Prefeitura de Almeirim. Acompanhei, à distância, a movimentação da Delta ao longo da costa de Almeirim até identificar o local onde ela aportou. Aproei diretamente para lá onde cheguei exatamente às 17h45, depois de remar 113 km, durante 12 horas, com duas paradas que totalizaram 40 minutos. A maré baixa facilitou a progressão neste meu último lance, desde a Ilha do Jurupari, e consegui manter uma média de 14,5 km/h. 

A média geral da jornada, de 10 km/h, foi provocada pela ação das marés que a partir de Prainha freavam nitidamente minha progressão. O Rio Amazonas percorre uma planície onde o desnível desde Tabatinga a Manaus mantém uma média de 4 cm/km, de Manaus a Óbidos em torno dos 2 cm/km, passando a partir de Óbidos, para 2 cm a cada 3 km. Até agora a influência da maré cheia refletia-se tão somente na velocidade da correnteza do Rio-mar que diminuía sensivelmente quando a maré começava a subir e chegava a neutralizá-la quase que totalmente no seu pico. 

A Polícia Militar entrou em contato com o Secretário Municipal de Educação Cultura e Desportos de Almeirim, Sr. Wardson Mendes Pereira, que nos franqueou um Hotel próximo à Praça Central e ao prédio da antiga Prefeitura Municipal além de agendar um horário para nos encontrarmos com a Srª Ana Riccelly Fonseca Águila (anaricelly@hotmail.com) do Departamento de Cultura instalado no prédio da Prefeitura Velha. 

11.03.2015 (quarta-feira) – Almeirim, PA 

Na manhã seguinte, fomos até o prédio da antiga Prefeitura, onde funciona a biblioteca e o Departamento de Cultura, encontrar a Srª Ana Riccelly. Durante a manhã, a Ana discorreu sobre diversos eventos promovidos pela Prefeitura de Almeirim sendo que um deles despertou, em especial, nossa atenção – a Feira de Arte e Cultura de Almeirim (FEARCA). No período de 22 a 24 de agosto do ano passado, aconteceram apresentações de diversas bandas nacionais, artistas locais e um Rali (Rally ou Rallye) de Motocross. A Ana agendou uma visita à residência da família Castro no período da tarde. 

Família Castro

 

 (Ray Neves) 

Dão, dão, dão, zum, zum, zum

Família Castro vem descendo o Rio Paru [...]

 

Tinha procissão e meia lua,

Uma no Rio outra na rua e o povo a caminhar

Barco enfeitado e o Santo navegando

Nosso povo acompanhando o padroeiro do lugar.

 

Ainda moleque ficava meio assustado

Com medo tanto gado e as promessas a pagar,

Hoje acabou a tradição e a leiloada,

mas o forró continua, pois, os Castros vêm tocar. 

Acompanhados pela Ana Riccelly fomos recebidos gentilmente pelos Castro. Depois de conversarmos durante um longo tempo a Professora Orcina Castro nos apresentou alguns vídeos muito interessantes que mostravam os famosos irmãos apresentando-se em uma série de eventos culturais. 

Nascemos fazendo isso, o Gambá foi passado de geração em geração e a partir da década de 80, passamos a nos apresentar em público, antes disso nos apresentávamos somente durante as festividades. (Orcina Castro) 

A centenária Família Castro residia à margem direita do Rio Paru, em Almerim e promovia em julho a festividade de São Benedito. Os Castros mantiveram viva a tradição através de sua maior expressão folclórica, o Gambá, uma dança de origem africana cujo nome, segundo a Professora Orcina, foi inspirado no seu instrumento musical mais importante o tambor, cujo som lembra o chiado do animal.  

Instrumentos 

São usados três tipos de instrumentos musicais – os tambores, os raspadores e os milheiros. Os tambores são, geralmente, manufaturados com troncos ocos de cuiarana (buchenavia grandis). Numa das extremidades do tronco é colocado um couro de animal selvagem ou de boi. O tambor maior é chamado de “tamboro grande”, o médio de “tamboro” e o menor de “tamborine”. O raspador é um reco-reco artesanal feito de bambu com talhos transversais que se toca raspando com um pauzinho (cuba cheirosa). O milheiro ou xeque-xeque também feito de bambu em que se colocam no seu interior grãos de milho. 

Ritmos 

O Gambá apresenta diversos ritmos como a Marandangueira, a Desfeiteira, o Xote, a Valsa, o Puladinho, o Samba, etc. A Marandangueira é inspirada na briga entre uma pomba e um gavião. Os casais dançam separados formando um círculo, executando coreografias variadas. O cavalheiro é quem comanda os passos e a evolução e a música pára quando o gavião captura a pomba. 

Outro ritmo interessante é a Desfeiteira onde a dança é interrompida por diversas vezes para que os pares declamem versos. Aqueles que não conseguirem declamar são vaiados por todos e, por esta desfeita, pagam uma prenda, ficando assim “desfeiteado”. 

A Professora Orcina Castro, visivelmente emocionada, confidenciou-nos que a bela tradição cultural dos Castros estava condenada a desaparecer já que as novas gerações não pretendiam dar continuidade ao legado de seus antepassados. 

Depois da visita retornamos ao Hotel. A Ricelli, a nosso pedido, já havia agendado com o Ricardo Costa Netto (ricardoc.netto@hotmail.com), para que na manhã de quinta-feira, fizéssemos uma visita à Cachoeira do Panãma no Rio Paru. 

12.03.2015 (quinta-feira) – Almeirim, PA – Visita à Cachoeira do Panãma, Rio Paru 

Chegamos, por volta das 07h00, na rampa que fica a jusante do hidroporto de Almeirim onde tínhamos combinado com o Ricardo, nosso guia e piloteiro, a tempo de assistirmos a um alvorecer fantástico. A Ana chegou logo em seguida e juntos aguardamos o Ricardo ultimar os preparativos para a visita à Cachoeira do Panamá. Às 07h45, partimos rumo ao Paru. Na Boca do Paru, na sua margem esquerda, foi instalada, em 2003, a Serraria Almeirim Industrial Ltda sobre um sítio arqueológico importante. A delimitação realizada pela empresa é contestada por diversas pessoas com as quais tivemos contato que afirmam que, certamente, grande parte do acervo arqueológico já foi totalmente dilapidada. 

Montanhas 

A orientação geral deste belo Rio de águas claras até a Cachoeira Panãma é NNO. As curiosas elevações que predominam na margem Setentrional do Amazonas, e que ora nos encantam, não despertaram a atenção apenas dos navegadores hodiernos mas de todos que pelustraram pela majestosa Bacia do Rio-mar desde o seu descobrimento. Comentou Domingos Soares Ferreira Penna nas suas Resenhas, publicadas em 1869: 

As montanhas, porém, alteram e mudam essa fisionomia; são elas que por sua elevação, por seu contato ou aproximação às margens, por seu aspecto variado, vem atenuar e mesmo extinguir a monotonia fatigante e aflitiva que se sente, quando se viaja pelo Amazonas ao longo dessa planície interminável e de uma igualdade desesperadora. Nas margens ou mui próximo às margens do Rio, elas começam a aparecer, do lado da Guiana, a Este da Foz do Parú, desaparecem em vários pontos, tomam proporções majestosas em Monte-Alegre e suas imediações e vão mostrar-se de novo junto a Óbidos, mas já reduzidas a simples colinas. As da margem direita são muito inferiores em número e altura; as principais aparecem na junção do Curuá com o Una, avançando até as imediações de Santarém, de onde lançam para a Foz do Tapajós uma colina, e desaparecem acompanhando de longe o curso deste Rio no rumo SSO. (PENNA) 

Rio Paru

 

Rio da Guiana brasileira: nasce na Serra da Velha, e dirigindo-se para o Sul, rega a freguezia do Desterro e a Vila d'Almeirim, e vai desaguar no Amazonas, entre os confluentes dos Rios Urubuquára e Jari. Nas margens deste Rio, que foi antigamente chamado Genipapo, fez o Governador Bento Maciel as bárbaras excursões com que adquirio o apelido de verdugo dos índios. Os Rios que desaguam no Paru são quase todos auríferos, e suas margens, que são ótimas para o cultivo do tabaco, abundam em salsaparrilha. (SAINT-ADOLPH)

 

O Rio Paru nasce, com o nome de Paru do Leste, na serra de Tumucumaque, fronteira do Brasil com o Suriname, nas proximidades do Pico Ricardo Franco (585 m) e à nascente do Rio Cuminá que fica mais a Oeste. O Paru atravessa o Município de Almeirim em toda a sua extensão seguindo uma rota geral SSE, até desaguar na margem esquerda do Rio Amazonas. 

O Paru é um belo Rio de águas claras em cujas margens se verifica um relativamente denso povoamento baseado fundamentalmente na criação de gado nelore e bubalino. Neste período de “inverno amazônico” observamos várias moradias desabitadas. 

Depois de três horas de viagem, e 115 km de deslocamento, sendo 6 deles pelo Amazonas até a Foz do Paru, aportamos em uma praia, no meio do Rio cercada pela Cachoeira Panãma que estende suas quedas longamente à margem direita, embora as quedas mais importantes e mais bonitas fiquem na margem esquerda e no centro do Rio Paru. 

A paisagem é singular, as formações rochosas, a vegetação aquática de uma coloração extremamente intensa, troncos de árvores torneados com esmero pela mãe natureza, arbustos que se equilibram temerariamente sobre os abismos rochosos e a areia de uma alvura sem precedentes se encarregam de tornar o ermo cenário fantasticamente belo. 

As quedas apresentavam rochas cobertas por três tipos distintos de vegetação que emprestavam um belo tom esverdeado às águas revoltas. Uma destas espécies era muito interessante, com folhas de quase trinta centímetros semelhante em textura à vitória amazônica (antiga vitória régia) embora, ao contrário daquela, a face espinhenta seja a superior já que a inferior colada às rochas fica totalmente protegida de ataques. As bordas destas curiosas folhas possuía delicadas filigranas que resistiam estoicamente à violência das águas que as açoitavam. Voltamos para Almeirim totalmente satisfeitos com o esplêndido passeio pelo formoso Rio Paru e sua maravilhosa Cachoeira Panãma. 

13.03.2015 (sexta-feira) – Almeirim, PA – Visita ao Lago Branco 

De manhã embarcamos, novamente, na voadeira do Ricardo com destino ao Lago Branco. Novamente passamos pelas gigantescas torres 238 e 241 do Linhão Tucuruí-Macapá-Manaus e pela Serra da Velha Pobre. Entramos pelo estreito Rio Aramum, passando por belos Igapós, e margeando pequenas e interessantes comunidades antes de adentrarmos definitivamente no Lago Branco. As águas do Aramum foram mudando progressivamente de cor à medida que nos aproximávamos do Lago. A água é matizada pelo silte claro encontrado nas margens que circundam o Lago Branco. Na volta para Almeirim aportamos para almoçar na fazenda do Ricardo. Paramos na plataforma da torre 238 para poder ver de perto os detalhes da formidável obra de engenharia. A grandiosidade, a perfeição e a solidez do empreendimento são capazes de emocionar aos espíritos mais fleumáticos. Documentamos fartamente, através de fotografias, a portentosa construção. 

Foi mais um dia proveitoso na cidade de Almeirim de onde levaremos gratas lembranças dos amigos Ana, Ricardo e da família Castro além dos belos lugares que tivemos o prazer de visitar e desfrutar ainda que por breves momentos. Além disso é preciso, por dever de justiça, fazer referência a dois outros amigos a quem tivemos o privilégio e a honra de conhecer Manoel Freitas Correa e sua esposa Izaneide do Socorro Souza Correa. 

Fizemos todas as nossas refeições em Almeirim na Pizzaria La Saborosa e degustamos, a título de sobremesa, o sorvete servido da sorveteria Kerobizz também de propriedade do simpático casal de empresários Manoel e Izaneide.

A dupla antes de se radicar em Almeirim tentou, sem muito sucesso, outros empreendimentos em Belém. Em Almeirim iniciaram com outro tipo de negócio também sem alcançar êxito. Certa feita, tentaram experimentar um sorvete servido em uma das Praças da cidade e nenhum membro da família gostou do produto, o desafio estava lançado. Manoel fez um providencial curso de sorveteiro transformando seu produto no que eu considero o melhor de toda Região Norte. 

Tanto na Pizzaria como na Sorveteria, tem um corpo de funcionárias que não só sabem atender seus clientes com uma cortesia que não se verifica, normalmente, nestas plagas. Despedimo-nos dos amigos de Almeirim com uma saudade contida já que deveríamos estar de volta em aproximadamente uma semana.

(*) Hiram Reis e Silva é Canoeiro, Coronel de Engenharia, Analista de Sistemas, Professor, Palestrante, Historiador, Escritor e Colunista;

Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA);

Pesquisador do Departamento de Educação e Cultura do Exército (DECEx);

Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS);

Presidente do Instituto dos Docentes do Magistério Militar – RS (IDMM - RS);

Sócio Correspondente da Academia de Letras do Estado de Rondônia (ACLER)

Membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil – RS (AHIMTB – RS);

Membro do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS);

Colaborador Emérito da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG).

Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional (LDN).

E-mail: hiramrsilva@gmail.com;

 

Blog: desafiandooriomar.blogspot.com.br

 

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