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Artigos - 12/02/2015 - 06h34

Sons da Mata – Quedas de Árvores e Arbustos




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Por Hiram Reis e Silva (*)

Notamos para logo uma circunstância que a uniformidade estrutural da região em grande parte explica: a constância do aspecto geral da floresta, que até as cercanias de Cataí não varia, dilatando-se por todo o desenvolvimento do Rio com inalterável monotonia; o mesmo tom verde-escuro das folhagens e os mesmos renques de árvores de troncos quase retilíneos e unidos, distendidos pelo alto das barrancas. A pequena altura relativa da mata, onde se destacam de momento em momento, à feição de grandes calotas esféricas, as frondes dominantes das samaumeiras, reflete bem a exuberância do solo que favorecendo a multiplicidade das espécies prejudica o desenvolvimento próprio de cada uma delas. Além disto, as condições naturais do meio de algum modo se contrapõem à grande altura dos tipos vegetais. Realmente, estes dispondo, graças à umidade excessiva, de todos os elementos de vida, não precisam procurá-los nas camadas mais profundas do subsolo. Assim as árvores, de um modo geral, não têm o eixo descendente. As suas raízes irradiam diferenciadas em radículas fasciculadas, quase à flor da terra inconsciente e úmida que ao mesmo passo lhes favorece o crescimento e se opõe a uma exagerada altura capaz de torná-las instáveis. De fato, as que se destacam desta grandeza uniforme a qual desdobra num plano quase de nível as frondes das matas amazônicas criam dispositivos que lhes explicam o porte excepcional. Consistem na formação tão característica das sapopembas (sapopemas), mercê das quais se alteiam as copas alterosas da samaúma e do caucho.

Apesar disto, às menores rajadas de uma tormenta é vulgaríssimo o fato da queda de numerosas árvores, desabando largos lances de floresta. (CUNHA) 

Quando comandei a 1ª Companhia de Engenharia de Construção, do 6° Batalhão de Engenharia de Construção, sediada no Abonari, Norte do Amazonas, ao Sul da Terra Indígena Uaimiri-Atroari, nos idos de 1982 a 1983, um curioso fenômeno despertou-me a atenção – a diversidade de sons produzidos pela queda ou quebra dos arbustos e das grandes árvores da floresta tropical. 

Funesto Crepitar  

Atendendo à uma salutar dinâmica natural, as árvores mais altas e mais antigas, assoladas constantemente pelas amazônicas intempéries e por elementos da própria biota, que refugiam-se sob suas seculares copas, acabam por tombar levando consigo a vegetação que lhes circunda. O intrincado cipoal que a cinge e a irmana à mata vizinha metamorfoseia-se, mostrando repentinamente as cruéis garras de um pacto mortal. 

O gigante arbóreo, como Menés, o unificador do Alto e Baixo Egito de outrora, arrasta consigo para o eterno e merecido repouso a mata que a rodeia em submissa veneração. A queda do gigante arbóreo, o esmagar furioso de troncos e galhos, a tensão produzida pelo cipoal arrastando frágeis arbustos do entorno produzem um estrondo similar a um crepitar soturno de gigantesca fogueira. 

O Grito da Copaibeira 

(...) o estouro do tronco velho de um sassafrás ou capivi (copaibeira) oco, que o acúmulo de bálsamo repentinamente fez rachar. (SPRUCE) 

As qualidades cicatrizantes do óleo da copaíba (Copaifera sp) foram enaltecidas pelo Padre José de Anchieta, em Carta de Maio de 1560, enviada aos seus superiores: 

Das árvores uma parece digna de notícia, da qual, ainda que outras haja que destilam um líquido semelhante à resina, útil para remédio, escorre um suco suavíssimo, que pretendem seja o bálsamo, que a princípio corre como óleo por pequenos furos feitos pelo caruncho ou também por talhos de foices ou de machados, coalha depois e parece converter-se em uma espécie de bálsamo; exala um cheiro muito forte, porém suavíssimo e é ótimo para curar feridas, de tal maneira que em pouco tempo (como dizem ter-se por experiência provado) nem mesmo sinal fica das cicatrizes. (ANCHIETA) 

Segundo Spruce o velho, fragilizado e carcomido tronco da copaibeira, depois de armazenar enorme quantidade de seiva, racha, de repente, provocando um característico som similar ao de um tiro de canhão. Como nunca ouvi ou presenciei, pessoalmente, nenhuma copaibeira “estourar”, como relata Spruce na sua obra “Notas de um Botânico na Amazônia”, vali-me de dois caros amigos, renomados escritores e pesquisadores em assuntos relativos à nossa Hiléia, para verificar se tinham conhecimento do fato reportado pelo famoso botânico inglês.

Meu velho Mestre Coronel Altino Berthier Brasil pesquisou exaustivamente em sua vasta biblioteca e informou-me nada ter encontrado.

O Ir Maçon Dr. Antônio Loureiro, por sua vez, colocou-me em contato com o empresário e também Ir Maçon Orides Ramos da Silva, proprietário da Indústria e Comércio de Guaraná, sediada no Sítio São Paulo, Maués, AM. Maués é conhecida como a “Capital mundial do guaraná” e por possuir uma das maiores expectativas de vida do país. Como o Ir Orides, paulista de nascimento e amazonense por adoção, nunca tivesse ouvido falar do assunto, embora vivesse a quatro décadas na região, procurou alguns conhecidos seus que trabalhavam com o óleo de copaíba e constatou também que nenhum deles presenciara ou mesmo ouvira falar da referida explosão.

O Ir Orides que foi garimpeiro na floresta de Maués, por mais de 15 anos, relata:

Quando a copaibeira fica velha e cheia de seiva ela parte ou racha, deixando o óleo escorrer sem nenhum silvo. Apenas o som natural de partir, quebrar ou de estalar madeira.

O Lamurio da Palmeira 

No dia 22 (01.1853), às 16h00, quando preparávamos o jantar, fomos surpreendidos pelo som do disparo de fuzil, vindo da floresta existente na margem oposta do Rio, que teria quando muito 73 m de largura. (SPRUCE) 

Um ruído em especial, análogo a um tiro de fuzil, surpreende e chama a atenção daqueles que arrostam a Hileia pela primeira vez. Os nativos atribuem tal ruído a Yamadu, Curupira e a tantas outras entidades que segundo sua crença perambulam pela floresta caçando ou mesmo caçoando dos humanos que a invadem contrariando as leis da natureza. Repercutamos mais alguns parágrafos de Richard Spruce a respeito do curioso som: 

Fiquei intrigado ao escutar tal ruído naquela desolada e inóspita floresta, na qual dificilmente um ser humano se atreveria a penetrar, especialmente usando arma de fogo. [...] 

Havia muitos anos que ninguém residia a beirado Lago Vasiva, e naquela época não se tinha notícia da presença de mercadores ou viajantes no Cassiquiare, além de nós, evidentemente. Tendo em vista tudo isso, era natural que eu estivesse perplexo. Na realidade o barulho que tínhamos escutado não era exatamente igual ao disparo de um fuzil ou rifle, mas tampouco era um dos costumeiros ruídos que de tempos em tempos quebram o silêncio daquelas vastas solidões, e com os quais eu estava perfeitamente familiarizado. [...] 

Entrementes, meus Índios, tão assustados quanto eu, logo tentaram encontrar uma explicação para a origem daquele inusitado estrondo. Ora disseram, aquilo só podia ser coisa de “Yamadu”, que por ali deveria estar “in propria persona” (em pessoa) caçando por aquelas paragens e ele, com certeza, iria mandar-nos um terrível pé-d’água, ou outra calamidade qualquer, para espantar-nos de seu território. [...] 

Durante muitos anos depois, aqueles estampidos isolados, que escutei vindos da floresta sombria do Lago Vasiva, costumavam frequentar minha lembrança e meus sonhos. [...] 

E assim foi que, em abril de 1857, enquanto subia o Rio Pastasa, no sopé Oriental dos Andes, escutei de novo aquele som que lembrava o disparo de uma arma de fogo, e bem perto de onde estávamos. Os Índios Jivaros, que habitavam aquela área, não usavam arma de fogo, e o ruído que eu acabara de escutar era idêntico ao que tinha ouvido no Lago Vasiva. Intrigado, perguntei ao piloto:

–  Que barulho foi esse? 

Ao que ele respondeu:

–  Quer ir ver o que foi? 

Aceitei a oferta e entrei no mato atrás dele. Três minutos depois chegamos a um monte de escombros que lembravam o aspecto de uma enorme meda (um montão) de feno – eram os restos do tronco de uma palmeira cuja queda fora a razão do estampido. Era uma palmeira grossa e alta, que quando ereta, deveria ter uns 24 a 30 m de altura. Quando a vitalidade de uma dessas palmeiras se exaure, a copa frondosa primeiro murcha e cai; depois o cerne tenro gradualmente apodrece e é carcomido internamente pelos cupins, até que nada mais resta dele senão uma delgada casca, e quando essa casca não consegue mais suportar seu próprio peso, ela racha e desaba de uma hora para a outra, com um estrondo que lembra o disparo de um fuzil. (SPRUCE) 

A Corrida da Anta 

O jaguar também acompanha no pantanal as varas de queixadas; conta-se que ele ataca o mais atrasado do grupo dos ferozes porcos selvagens. Em outros lugares chegava a prear a anta. Entretanto, no mato o jaguar tem que matar a anta ao dar o salto, pois o animal retaco (atarracado), de couro espesso e corpo em forma de cunha, não respeita o mato, segundo expressão do Coronel Rondon, e se atira de cabeça baixa numa corrida cega entre galhos e troncos, de modo que, se não for morto no lugar do salto, larga fora o jaguar cujas garras lhe deixam marcas profundas no couro duro. (ROOSEVELT) 

A anta (Tapirus americanus), o maior representante hodierno da fauna sul-americana, vive nas margens dos ribeirões e ribeiros. Tendo este animal uma pele de espessura talvez superior a todas as outras conhecidas no Brasil, e de uma grande resistência, sofre uma guerra de morte em todos os lugares. Os arreios de montaria, rebenques etc., feitos de tal pele são os mais procurados. Daí o ser ela já muito pouco freqüente. (FERDINAND CRULS)

A anta será, talvez, o único dos nossos animais selvagens que nem sempre sucumbe ao ser atacado pela onça. Quando agredida por trás, rompe em desabalada carreira, barafustando propositadamente por entre troncos e galhos baixos, com o que, não raro, consegue libertar-se do algoz que lhe vinha grudado aos flancos e que amiúde é gravemente ferido em consequência das pancadas que recebe daqui e dali, exposto, como se acha, a todos os acidentes de um caminho apenas permeável ao fugitivo que não trouxesse fardo às costas. (LUÍS CRULS) 

 “Gordura de anta é o que se usa quando se tem reumatismo. Você trouxe o pênis dessa vez?” ‒ perguntou ele a Peri. Pari disse que não, que não o trouxera, por ser muito pequeno. “Oh! Pois lá em Viseu eles vendem pênis de anta por 30 cruzeiros. É bom para os velhos” ‒ explicou-me ele ‒ “para velhos que não podem fazer certas coisas. Mundico está suspirando por um” ‒ disse Chico maliciosamente. (HUXLEY)

A anta (Tapirus terrestris) atualmente o maior animal terrestre sul-americano, alcança até 2 metros de comprimento por 1,20 m de altura. É de forma pesada, cabeça espessa e nariz prolongado em pequena tromba, olhos pequenos, grandes orelhas eretas extremamente móveis, cauda curta, crinas ásperas, pernas anteriores com quatro dedos e as de trás com três. Em 1553 Gomora assinalou este tapir nas regiões do Orenoco sob o nome de saba (peludo). (LEITÃO)

O pelo do corpo, com exceção da crina, é curto, e tão preso à superfície que é raramente percebido a curta distância. Seu poder muscular é enorme; e isto, com o duro e espesso couro (quase impenetrável à bala de mosquete) que defende seu corpo, habilita a anta a romper através a espessura da mata em qualquer direção que queira. O jaguar frequentemente salta sobre ela, mas é muitas vezes desalojado pela atividade da anta que se arroja entre os arbustos e árvores pequenas e esforça-se por esfregar o inimigo contra os ramos espessos. (FLETCHER & KIDDER) 

Embora a anta use, normalmente, trilhas para atender a suas necessidades básicas quando perseguida por algum predador ou assustada com algo, abandona o carreiro conhecido e foge em desabalada corrida pela mata afora levando tudo por diante. O barulho provocado pela anta é muito característico, ao romper a mata furiosamente, derrubando pequenos arbustos, destroçando o emaranhado formado pelos cipós e trepadeiras, ouve-se nitidamente o ruído de galhos sendo quebrados e arrastados, e, vez por outra, seus peculiares sopros, guinchos e assovios. 

Sons do Roosevelt 

Como não podia ser diferente, alguns destes diversos sons da mata acompanharam-nos durante toda nossa jornada pelo Roosevelt. Conhecendo-os há mais trinta anos eles já não me surpreendiam mais, mas, como sempre, me encantavam, pois cada um deles estava relacionado a um evento muito particular. 

Dinâmica Florestal 

As mais velhas árvores ao sucumbir atendem a um chamado natural primevo onde a lei da natureza impera soberana e onde a harmonia quebrada, por céleres instantes será, dentro de poucos decênios, devidamente restaurada. Ao presenciar tais fenômenos ficamos estarrecidos, confusos mesmo, pois olvidamos, por vezes, que a selva é um organismo vivo, experiente e de uma dinâmica cuja lógica muitas vezes ultrapassa a vã filosofia humana. 

Alguns estudos avaliam que a idade média das árvores de um metro de diâmetro da Bacia Amazônica é de 500 anos embora, não raras vezes, encontremos troncos de mais de dois metros que ultrapassam um milênio de idade. Quando esses monumentos arbóreos tombam arrastam consigo outras árvores menores abrindo clareiras diretamente proporcionais a seu porte. A clareira aberta permite que os raios solares penetrem na área antes sombria, favorecendo o crescimento de novas árvores que ocuparão paulatinamente o lugar das que feneceram. 

Logicamente as clareiras abertas vão tornar as árvores situadas nas suas bordas muito mais vulneráveis à ação dos ventos além de provocar pontualmente uma sensível redução da umidade e elevação da temperatura. Essas mudanças vão provocar, inicialmente, uma mudança radical nas espécies que povoarão a clareira que será tomada por plantas oportunistas como cipós, trepadeiras, árvores de tronco oco e de crescimento muito rápido com a embaúba. Progressiva e naturalmente, porém, após duas ou três décadas, estas abruptas transformações terão sido neutralizadas, inapelavelmente, pela dinâmica natural da floreta que recuperará sua antiga e determinante fisionomia. 

Fontes: 

ANCHIETA, José de. Cartas, informações, Fragmentos Históricos e Sermões do Padre Joseph de Anchieta – Brasil – Rio de Janeiro – Officina Industrial Graphica, 1933. 

FERDINAND CRULS, Luiz. Relatório da Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil – Brasil – São Paulo – Editora Brasiliana, 1947. 

LUÍS CRULS, Gastão. Hiléia Amazônica ‒ Brasil ‒ Belo Horizonte ‒ Editora Itatiaia, 2003. 

CUNHA, Euclides da. Apresentação do Diário Realizado por Membros da Expedição, “Desde a Partida de Manaus até às Cabeceiras do Purús” – Brasil – Rio de Janeiro – Arquivo histórico do Itamarati, 1906. 

FLETCHER & KIDDER, James Cooley Fletcher & Daniel Parish Kidder. O Brasil e os Brasileiros: Esboço Histórico e Descritivo, Vol 2 – Brasil – São Paulo – Editora Brasiliana, 1941. 

HUXLEY, Francis. Selvagens amáveis – Um antropologista entre os índios Urubus do Brasil – Brasil – São Paulo – Editora Brasiliana, 1963.

LEITÃO, Cândido de Melo. Zoogeografia do Brasil – Brasil – São Paulo – Editora Brasiliana, 1937.

ROOSEVELT, Theodore. Nas Selvas do Brasil ‒ Brasil ‒ São Paulo ‒ Livraria Itatiaia Editora Ltda ‒ Editora da Universidade de São Paulo, 1976. 

SPRUCE, Richard. Notas de um Botânico na Amazônia ‒ Brasil ‒ Minas Gerais ‒ Editora Itatiaia, 2006.

(*) Hiram Reis e Silva é Canoeiro, Coronel de Engenharia, Analista de Sistemas, Professor, Palestrante, Historiador, Escritor e Colunista;

Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA);

Pesquisador do Departamento de Educação e Cultura do Exército (DECEx);

Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS);

Presidente do Instituto dos Docentes do Magistério Militar – RS (IDMM - RS);

Sócio Correspondente da Academia de Letras do Estado de Rondônia (ACLER)

Membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil – RS (AHIMTB – RS);

Membro do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS);

Colaborador Emérito da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG).

Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional (LDN).

E-mail: hiramrsilva@gmail.com;

Blog: desafiandooriomar.blogspot.com.br

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