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Artigos - 27/01/2015 - 06h16

Água: Prenúncio catastrófico




Por SGT Lídio de Souza Neto*

‘Em breve, a pupila dos olhos do ladrão deixará de ser o ouro, o diamante, o caixa eletrônico e passará ser o carro-pipa, o galão de água...!’

Num futuro muito em breve, a falta da água vai interferir drasticamente na vida do ser humano. Com certeza, será em proporção bem maior e avassaladora de que os efeitos atuais, devidos o esgotamento acelerado das grandes reservas de água potável do Planeta.

Pessoas poderão sofrer mutações significativas, que mudarão desde sua aparência à sua capacidade mental, além do envelhecimento precoce e mutações das próximas gerações. Crianças acéfalas serão comuns, além do aparecimento de muitas doenças oportunistas, relacionadas à falta da água.

Com essas transformações, Jovens poderão apresenta aparência de alguém bem mais idoso apesar da pouca idade. Tudo isso pelo reflexo da falta de ingestão mínima necessária, deste líquido precioso.

A escassez hídrica, poderá também diminuir o tempo de vida de toda espécie viva do Planeta. Em especial o comprometimento da tão almejada boa qualidade de vida do ser humano. Aliás, estes reflexos já são perceptíveis.

Tudo poderá ser modificado em nosso meio. Principalmente a flora, a fauna, a pecuária, a agricultura, as edificações, a vida da sociedade como um todo pela indisponibilidade da água.

Os reflexos do aumento, em alta escala, do desemprego é uma coisa que já está acontecendo em nosso País, e tende aumentar pelo fechamento de canteiros de obras, paralisação de indústrias entre outros setores, pela falta de energia gerada pela força hídrica.

O bem-estar da população em âmbito mundial, com certeza, será comprometido em todos os aspectos, em decorrência de mudanças significativas. Por esse fenômeno catastrófico anunciado, haverá necessidade premente do ser humano se adaptar a essas mudanças radicais.

Hoje, ainda podemos ser vaidosos, usar cabelos longos, roupas lavadas, tomar quantos banhos desejar, desfrutar de caldalosas piscinas, lavar carro, calçadas, manter grandes jardins...

E amanhã sem a disponibilidade hídrica, como será? Com certeza a população usará meios alternativos, como roupas descartáveis e outros dispositivos para manter a alimentação e o corpo higienizado. Sem água as madeixas longas e expeças hoje muito comum entre as pessoas, com certeza, serão literalmente suprimidas. 

Novas gerações, jamais entenderão e nem acreditarão, que o descaso com a água poderia chegar a este ponto do desperdício. De cada 10 litros de água tratada, destinada ao consumidor, quatro se perdem no caminho pelas tubulações furadas e sem manutenção.

Apesar de atitudes de anônimos e alguns da imprensa falada e escrita, que suplicam pelo cuidado com a água e a grande maioria não leva as recomendações a sério, por si só, a atual disponibilidade hídrica é muito preocupante. Talvez pela falsa impressão de que a água, para alguns, jamais poderia acabar. Ledo engano!

Pelo descaso das autoridades, a grande maioria dos reservatórios, rios, barragens e lagos dos grandes centros urbanos, poderão muito em breve, chegarem ao ponto de esgotamento irreversível. 

E, para piorar a situação hídrica, a busca incessante pela água gerará outro problema crucial no tocante a contaminação das nossas reservas subterrâneas, como aquíferos e lençol freático. Com a perfuração de poços artesianos sem nenhum critério, esses se tornarão em porta de entrada de agente contaminadores dessas reservas.

De uma coisa ninguém pode duvidar: a falta da água vai comprometer toda a humanidade. Até o consumo por pessoa, como já acontece na África e também em parte do nordeste brasileiro, será literalmente comprometido.

Hoje, a quantidade ideal de água indicada para atender a necessidade de cada pessoa é de oito litros por dia. E, em breve, será que alguém terá esta quantia a seu alcance para saciar a sede e assegurar uma boa qualidade de vida? A considerar a situação atual, com certeza absoluta, não!

Pelas necessidades de novas alternativas descartáveis, desde roupas, calçados entre outras palamentas, o lixo aumentará demasiadamente.  Excretas humanas não serão escoadas e, como consequência, gerações futuras voltarão a usar as já ultrapassadas fossas sépticas, e com isso a contaminação do solo e do ar aumentará em grande proporção.

A exaustão hídrica tende-se modificar toda a estética da população, além da flora e da fauna. Desde a aparência não só do humano mas, também, de toda a espécie viva da Terra. Tudo isso somado aos efeitos dos raios ultravioleta, em decorrência da falta da camada de ozônio já parcialmente comprometida.

Nossos principais mananciais, em breve exauridos, poderão se constituir em imensos desertos que nos rodearão por todos os lados, onde hoje nossos mananciais estão se esgotando em ritmo acelerado.

Conforme pesquisas recentes, com falta da água, as enfermidades como infecções gastrointestinais, renais entre outras serão as principais causas de morte prematura da população.

Hoje, a disputa pelo petróleo (ouro negro) é o principal motivo dos conflitos entre algumas nações. Amanhã, com certeza, será a disputa pela água (ouro transparente). Esse bem valioso será vigiado pelas forças de segurança fortemente armadas.

Os assaltos comuns de hoje, mudarão o foco. “A pupila dos olhos do ladrão” deixará de ser o ouro, o diamante, o caixa eletrônico dos bancos, o sequestro e passará ser, sem dúvidas, galão de água, carro-pipa entre outros relacionados à água. Essa prática criminosa, em breve, pela escassez da água será muito comum no Planeta.

*Sargento da Polícia Militar Ambiental de mato Grosso do Sul

Os artigos publicados com assinatura não representam a opinião do Portal Pantanal News. Sua publicação tem o objetivo de estimular o debate dos problemas do Pantanal do Mato Grosso do Sul e de Mato Grosso, do Brasil e do mundo, garantindo um espaço democrático para a livre exposição de correntes diferentes de pensamentos, idéias e opiniões.   

Envie o seu artigo, a título de colaboração, para: redacao@pantanalnews.com.br                   

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