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Economia - 30/12/2014 - 06h27

Em MS, setores econômicos falam sobre expectativas para novo governo

A partir de 1º de janeiro, Reinaldo Azambuja (PSDB) administra o estado. G1 ouviu representantes do agronegócio, da indústria e do comércio.




Por G1 MS / Redação Pantanal News

 A partir de 1º de janeiro de 2015, Reinaldo Azambuja (PSDB), governador eleito de Mato Grosso do Sul, passará a administrar o estado. O novo chefe do Poder Executivo enfrentará diversos desafios nos próximos anos de mandato, principalmente, no setor econômico. Ao G1, representantes do agronegócio, da indústria e do comércio falaram sobre as expectativas para o próximo ano.

De acordo com Nilton Pickler, que assumirá a presidência da Federação da Agricultura e Pecuária do estado (Famasul) a partir de janeiro de 2015, o setor do agronegócio espera do novo governador comprometimento com o desenvolvimento do estado. “Reinaldo Azambuja, além de governador, é produtor rural e conhece, como ninguém, os problemas do setor”, declarou.

Para o representante, entre as principais dificuldades vivenciadas pelos produtores rurais do estado estão a falta de estrutura e o pouco investimento em logística. “A falta de locais para armazenar os produtos e a dificuldade para escoar, tanto por rodovias, quanto por hidrovias ou ferrovias, elevam os custos da produção e fazem com que Mato Grosso do Sul perca competitividade perante os outros estados”, explicou.

Ainda segundo Pickler, outro problema que aflige o setor é a “insegurança jurídica” em relação aos conflitos fundiários no estado. “Atualmente temos 84 propriedades invadidas por indígenas. Alguns casos se arrastam há anos, proprietários que saíram de suas terras e não conseguiram retornar. Esperamos que o próximo governador tenha uma posição firme e trabalhe, junto com o governo federal, para sanar esses problemas”, enfatizou Pickler.

Já a preocupação dos representantes da indústria é com a recuperação do setor. “Digamos que temos números positivos com efeitos negativos. Nós entendemos que caminhamos com números até razoáveis, já preocupantes, até porque a indústria nacional não vai bem e, por consequência, o setor no nosso estado também vai nessa direção. Com os investimentos feitos em 2014, nós fechamos com um número positivo. Agora, o nosso grande desafio é manter esses investimentos planejados para 2015”, afirmou o presidente da Federação das Indústrias do estado (Fiems), Sérgio Longen.

Uma das prioridades para o setor no próximo será a qualificação profissional. A meta, segundo o presidente, será a realização de 100 mil qualificações para 2015, por meio de instituições como o Sesi e o Senai. “Nosso foco será manter o nível de empregos qualificados. Acredito que esse será o grande desafio para o estado”.

Em relação aos incentivos fiscais, Longen explicou que “essa fase já está superada” no estado. “O que precisamos hoje é articular junto ao Senado a convalidação desses incentivos fiscais. Esperamos do novo governo, como um ente que regula e depende da arrecadação junto às empresas, muito trabalho por parte da nova administração estadual”, finalizou.

Para que o setor de comércio e de serviços, que atualmente é responsável por dois terços do Produto Interno Bruto (PIB) e mais emprega no estado, continue a ser competitivo, grande desafio para 2015 será a implantação de uma política de incentivo fiscal para os municípios que ficam na área de fronteira do país com o Paraguai e a com a Bolívia e também das cidades que ficam nas divisas com outros estados.

“É um grande desafio para o comerciante ou para o prestador de serviço trabalhar nessa região. Do outro lado da fronteira os impostos, principalmente o ICMS, giram em torno de 5%, e do nosso lado fica em 27%. Ou seja, a carga tributária pesa para o empresário, para o comerciante sul-mato-grossense”, explicou o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio-MS), Edison Araújo.

De acordo com Araújo, a redução da burocracia também está entre os desafios do setor para o próximo ano. “O empreendedor enfrenta uma série de dificuldades para conseguir uma licença ambiental, um alvará de funcionamento. São muitos documentos, muito tempo. A redução dessa burocracia, certamente, incentivará a abertura do próprio negócio”, declarou.

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